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Ao minuto04.01.2021

Europa em máximos de fevereiro, mas Wall Street no vermelho

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

EPA
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 04 de Janeiro de 2021 às 14:40
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04.01.2021

Europa em máximos de fevereiro. Wall Street retrai com vírus a avançar

As bolsas europeias terminaram o dia em máximos de fevereiro, com o início da vacinação com o antídoto da AstraZeneca a animar os investidores, ofuscado as notícias sobre a propagação do vírus. 

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, ganhou 0,7%, com o setor dos minérios a destacar-se (+3,6%) e a atingir máximos de 2018, devido à subida dos preços dos metais na China.

A liderar os ganhos esteve a bolsa de Londres, com a farmacêutica AstraZeneca a brilhar (+1,5%). Hoje foi administrada a primeira vacina da britânica, tendo também vendido os direitos do seu medicamento contra a hipertensão por 400 milhões de dólares à alemã Cheplapharm Arzneimittel. 

Em Wall Street a situação inverteu-se para território negativo e agora os três maiores índices dos Estados Unidos caem entre 2% a 3%, naquela que é a pior prestação desde outubro do ano passado. 

A pandemia de covid-19 continua a assustar, tecendo novos recordes nos internamentos durante o fim-de-semana e infeções e levando a mais restrições em vários territórios. 

Os investidores continuam de olho nas eleições norte-americanas, a aguardarem pelo resultado final em Georgia, que poderá garantir mais dois lugares no Senado para os democratas, o que poderá determinar a sua maioria.

04.01.2021

Ouro em máximos de dois meses com debilidade do dólar

A desvalorização da moeda norte-americana está a sustentar o metal amarelo nesta sessão de segunda-feira.

 

O ouro a pronto (spot) ganha 2,22% para 1.940,21 dólares por onça no mercado londrino. Já estiveram hoje a negociar nos 1.942 dólares, o valor mais alto desde 9 de novembro.

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro avançam 2,69%, para 1.944 dólares por onça.

 

A depreciação da nota verde – com o índice do dólar em mínimos de dois anos e meio – continua a ser o principal impulsionador do metal precioso, que é denominado em dólares e fica assim mais atrativo para quem negoceia com outras moedas.

04.01.2021

Petróleo recua com entrada de meio milhão de barris diários no mercado

As cotações do "ouro negro" seguem a negociar em baixa nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro cede 2,16% para 47,47 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, desvaloriza 1,45% para 51,05 dólares.

 

Os preços do petróleo prosseguem assim no vermelho, depois de um ano de 2021 com um saldo negativo: perderam mais de um quinto do seu valor entre janeiro e dezembro, com quedas anuais a rondarem os 22%.

 

A fraca procura por combustível – numa altura em que as restrições foram apertadas em muitos países – e a entrada de mais crude no mercado com o aumento da produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (grupo conhecido por OPEP+) em 500.000 barris por dia desde o dia 1 de janeiro são fatores que estão a pressionar.

 

Os investidores estão agora na expectativa da reunião de hoje da OPEP+, na qual se decidirá o nível de produção de fevereiro.

 

A reunião teve início às 15:00 e algumas fontes do cartel avançaram à Reuters que a maioria dos membros da OPEP+ se opõe a um aumento da produção no próximo mês.

04.01.2021

Juros em queda na Zona Euro

Os juros soberanos estão em queda na maioria dos países do euro, numa sessão marcada pelo otimismo dos investidores em relação à vacinação contra a covid-19 e às perspetivas económicas para 2021.

Em Portugal, a yield associada às obrigações a dez anos cai 1,7 pontos para 0,005%, enquanto na Alemanha desliza 3 pontos para -0,605%. Em Espanha os juros recuam 1,6 pontos para 0,023% e em Itália contrariam a tendência com uma subida de 1,3 pontos 0,552%.

04.01.2021

Euro renova máximos de quase três anos

A moeda única europeia renovou máximos de quase três anos face à divisa dos Estados Unidos, numa sessão em que o dólar está a ser penalizado pela procura de ativos mais arriscados por parte dos investidores.

O euro sobe 0,47% para 1,2272 dólares, depois de já ter tocado nos 1,2309 dólares, o valor mais alto desde abril de 2018.

O início da vacinação contra a covid-19 em várias regiões do mundo, assim como as perspetivas mais positivas para a evolução da economia estão a alimentar o sentimento de risco e a penalizar os ativos de refúgio como é o caso do dólar. Ainda hoje foi revelado que a indústria europeia cresceu, em dezembro, ao melhor ritmo em mais de dois anos e meio, contribuindo para o otimismo do mercado.

Neste contexto, o dólar iniciou o ano em queda, depois de ter registado no ano passado a maior desvalorização anual desde 2017. O índice da Bloomberg que mede a evolução do dólar face às principais congéneres mundiais recuou 5,5% em 2020.

04.01.2021

Wall Street abre pouco convicta no verde

A bolsa nova-iorquina abriu com subidas pouco convictas em dois dos índices de referência, e deixa-se mesmo cair no que toca às cotadas do índice Dow Jones.

Os investidores têm mantido um equilíbrio difícil entre as expectativas de curto-prazo e o médio-prazo. Mais no imediato, a pandemia de covid-19 assusta, tecendo novos recordes e infeções e levando a mais restrições em vários territórios. Ainda assim, a esperança de que, com a ajuda das vacinas, o mundo se esteja a encaminhar para um futuro mais animador e próspero em termos económicos, tem permitido valorizações.

O generalista S&P500 avança 0,09% para os 3.759,29 pontos, o Dow Jones cai 0,07% para os 30.584,97 pontos e o tecnológico Nasdaq soma 0,18% para os 12,911,31 pontos.

No mundo empresarial, a Magellan Health disparou mais de 12% depois da Centene ter acordado adquiri-la por 2,2 mil milhões de dólares. Já a compradora sobe mais timidamente, 0,62% para os 60,41 dólares.

04.01.2021

Juros não agravam há oito sessões

Os juros da dívida portuguesa a dez anos mantêm-se sem qualquer agravamento há oito sessões consecutivas. Esta segunda-feira, os juros aliviam 0,2 pontos base para os 0,014%, recuando a níveis de 17 de dezembro.

A referência europeia, a Alemanha, também mostra um alívio, de 3,3 pontos base para os -0,605%. O mercado de obrigações respira de alívio numa altura em que os investidores estão mais confiantes sobre o futuro das economias.

04.01.2021

Euro reergue-se em direção a máximos

O euro está a valorizar 0,56% para os 1,2284 dólares, reaproximando-se dos máximos de abril de 2018 que tinha conquistado há três sessões.

O dólar está a desvalorizar perante o otimismo que se vive quanto ao futuro das economias, o que afasta os investidores de ativos refúgio. Todas as divisas do G-10 levam a melhor contra o dólar. "O mercado continua a construir-se sobre um grande otimismo acerca da recuperação económica em 2021, e uma trajetória descendente para o dólar é uma visão consensual", comenta a AxiCorp Financial Services, citada pela Bloomberg.

04.01.2021

Ouro em máximo de quase dois meses

O metal amarelo volta a superar a fasquia dos 1.900 dólares, beneficiando da fraqueza do dólar, que é um ativo refúgio concorrente.

O ouro sobe 1,74% para os 1.931,79 dólares por onça, contando a quinta sessão conscutiva no verde, um máximo de 9 de novembro . Isto, depois de ter fechado o ano passado com o maior avanço anual dos últimos dez anos.

Outro dos fatores a impulsionar são as taxas de juro reais mais baixas no Estados Unidos. "O ouro tradicionalmente tem um melhor desempenho quando as taxas de juro reais são baixas", assinala a ABC Bullion.

04.01.2021

Europa volta a máximos de fevereiro em início do ano de fortes subidas

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, avança 0,96% para os 402,84 pontos. Este índice volta desta forma ao verde depois de duas sessões no vermelho, e já atingiu um novo máximo de fevereiro de 2020.

A rodear o índice europeu estão várias praças a valorizarem acima de 1%, como é o caso de Lisboa, Paris, Londres e Amesterdão. As cotadas dos setores mineiro e da energia destacam-se como as que mais ganham. As matérias-primas estão a ser impulsionadas pela fraqueza do dólar, a moeda em que várias são denominadas.

"O mercado ainda aparenta estar a olhar por cima dos aumentos nas infeções de covid-19 e a focar-se mais na recuperação económica forte deste ano", afirmam analistas do Berenberg, citados pela Bloomberg. "O momento positivo para os mercados continua no novo ano".

Esta segunda-feira, o Reino Unido vai passar a administrar uma nova vacina, a que foi produzida pela AstraZeneca e Oxford, acelerando o caminho da vacinação. A permitir o entusiasmo estão ainda os estímulos económicos que se acumularam no final do ano passado, e que deverão apoiar as economias este ano.

04.01.2021

Petróleo sobe com dólar fraco e tensões no Médio Oriente

O petróleo está a subir pelo quarto dia consecutivo, apoiado por um dólar mais fraco e por tensões crescentes no Médio Oriente. O cartel dos principais exportadores reúne em breve, numa altura em que os riscos de voltar a aumentar os níveis de produção ainda parecem relevantes.

O barril de Brent, negociado em Londres e referencia para a Europa, valoriza 2,26% para os 52,97 dólares, ao meso tempo que o barril em Nova Iorque, o West Texas Intermediate, avança 2,10% para os 49,54 dólares.

04.01.2021

PSI-20 avança quase 2% com EDP Renováveis de novo em máximo histórico

A bolsa nacional abriu em forte alta, com o PSI-20 a subir 1,82% para os 4.987,65 pontos. O índice nacional recupera depois de duas sessões no vermelho, com quase a totalidade das cotas – 17 – a exibirem-se no verde.

Na Europa o ambiente é igualmente de alguma euforia, com as principais praças a valorizarem igualmente mais de 1%. Hoje é o dia em que o Reino Unido estreia mais uma vacina, aquela desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Os investidores seguem otimistas quanto ao caminho da vacinação e agarram-se também aos estímulos que têm vindo a ser lançados.

Em Lisboa, o grupo EDP puxa pelo índice nacional, com a elétrica a valorizar 3,03% para os 5,31 euros, ao mesmo tempo que a subsidiária de energias limpas, a EDP Renováveis, avança 2,41% para os 23,35 euros. O braço para as renováveis do Grupo EDP foi a cotada do PSI-20 que mais se destacou em 2020, tendo valorizado 117%, tornando-se, de longe, a segunda mais valiosa da bolsa portuguesa, só superada pela casa-mãe.

Outros pesos pesados que seguem fortes no verde são o BCP, que soma 1,87% para  os 12,55 cêntimos, a Galp, a avançar 1,71% para os 98,90 euros e a Nos, a subir 1,47% para os 2,90 euros.

A Mota-Engil também alinha no verde e apresenta uma valorização de 1,03% para os 1,38 euros, depois de, antes da abertura, ter anunciado que ganhou um novo contrato de 570 milhões de dólares no Gana, em África.

 

04.01.2021

Vacinas e estímulos levam ações pelas subidas fora

As ações globais estão a valorizar, depois de uma sessão pintada de verde nas principais bolsas asiáticas. A distribuição das vacinas para a covid-19, tal como os estímulos que têm vindo a ser lançados, apoiam o sentimento positivo.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 avançou 1,5%, o Hang Seng de Hong Kong ganhou 0,7%, o sul-coreano Kospi apreciou 2,5% e o Compósito de Xangai reforçou 1%. Estas subidas fortes são contrariadas apenas pela quebra de 0,6% no Japão, depois de o primeiro-ministro do país, Yoshihide Suga, ter anunciado que está a considerar declarar estado de emergência na área de Tóquio, dado o aumento no número de infeções.

"Os casos de covid-19 e a distribuição de vacinas vão manter-se o assunto chave para os investidores", afirma um estrategista do JPMorgan Chase, citado pela Bloomberg. Até que os níveis de imunidade cresçam, portanto até cerca de meados do ano, "o caminho económico vai ser atribulado", estima o mesmo analista.

Na frente do coronavírus, as infeções globais subiram acima dos 85 milhões, numa altura em que os casos diários nos Estados Unidos disparam para um recorde de pelo menos 300.000 após o feriado de ano novo.

Segunda-feira é também o dia do Reino Unido entregar as primeiras doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.

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