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Ao minuto23.11.2020

Dados económicos travam otimismo com vacina e deixam bolsas sem rumo

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 23 de Novembro de 2020 às 17:28
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23.11.2020

Otimismo sobre vacina e Zona Euro a caminho de contração deixam bolsas sem rumo

As principais bolsas europeias fecharam sem tendência definida, dividas entre ganhos e perdas ligeiras. A subida superior a 0,5% para 4.449,39 pontos do PSI-20 foi o desempenho mais consistente no velho continente, com a praça lisboeta a beneficiar sobretudo da valorização de quase 4% da Galp Energia para transacionar em máximos de 25 de agosto.

Já o índice de referência europeu Stoxx600, que até bem perto do fecho da sessão transacionava em alta e em máximos de 27 de fevereiro, acabou por inverter nos últimos minutos da negociação para fechar com uma queda ainda assim ténue de 0,03% para 389,51 pontos.

O otimismo em torno da vacina desenvolvida pela AstraZeneca, com uma eficácia média de 70%, contribuiu para os ganhos das principais praças durante grande parte da sessão.

No entanto, as praças do velho continente inverteram com os investidores a mostrarem com apreensão os indicadores que apontam para que a Zona Euro esteja a caminho de novo período recessivo devido às restrições que vêm sendo adotadas para conter a segunda vaga da pandemia.

Por outro lado, também a pesar no sentido negativo esteve a BlackRock que cortou as recomendações atribuídas a várias cotadas europeias.

23.11.2020

Juros com subidas ligeiras

Os juros da dívida da generalidade dos países do euro subiram ligeiramente esta segunda-feira, dia em que os investidores pesaram os progressos no desenvolvimento de vacinas contra a covid-19 contra a deterioração da atividade económica devido ao combate à pandemia.

Por cá, os juros das obrigações a dez anos subiram 0,2 pontos base para 0,019%, enquanto na Alemanha o avanço foi de 0,2 pontos para -0,583%. Itália escapou ao agravamento com um decréscimo de 1 ponto para 0,621%.

23.11.2020

Euro recua para mínimo de 13 de novembro

A moeda única europeia negoceia nos mercados cambiais com uma perda de 0,42% para 1,1807 dólares, o segundo dia consecutivo a perder valor contra o dólar, o que coloca o euro em mínimos de 13 de novembro face á divisa norte-americana.


Já o dólar está agora a valorizar contra um cabaz composto pelas principais moedas mundiais, o que lhe permite recuperar do mínimo de 1 de setembro atingido durante a manhã.

A subida do dólar acontece num dia em que foram conhecidos novos dados sobre a atividade empresarial nos Estados Unidos que, em novembro, mostram o maior ritmo de crescimento desde 2015.

23.11.2020

Ouro cai para mínimos de quatro meses

O ouro está a desvalorizar esta segunda-feira para o valor mais baixo dos últimos quatro meses, depois de os dados do PMI da indústria dos Estados Unidos terem impulsionado o dólar, retirando atratividade ao metal precioso.

O PMI da indústria foi de 56,7 pontos, em novembro, quando as estimativas apontavam para uma leitura de 53 pontos. Os dados sugerem um crescimento muito acima do esperado da atividade industrial este mês, o que está a contribuir para o otimismo em relação à saúde da maior economia do mundo.

Neste contexto de maior confiança, o ouro cai 1,82% para 1.836,93 dólares – um mínimo de 21 de julho – depois de ter caído em quatro das últimas cinco sessões.

23.11.2020

Vacinas e OPEP+ dão ganhos ao petróleo

Depois de um saldo semanal positivo nas últimas três semanas, as cotações do "ouro negro" abriram esta semana a manter a tendência de subida nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em janeiro avança 1,01% para 42,85 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, sobe 1,69% para 45,72 dólares.

 

Os operadores estão a antecipar que as vacinas promissoras contra a covid que têm estado a ser anunciadas possam vir a estimular uma retoma da procura por combustível, o que tem animado as cotações.

 

A ajudar ao otimismo no mercado petrolífero continua a estar a perspetiva de que a OPEP+ se decida na próxima semana a adiar entrada de mais crude no mercado

 

O Comité Ministerial Conjunto de Monitorização da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e seus aliados – o chamado grupo OPEP+ – reuniu-se no iníco da semana passada e a maioria dos países membros apoia uma extensão, por mais três meses, dos atuais níveis de corte da produção.

 

A OPEP+ acordou reduzir a oferta em 7,7 milhões de barris por dia entre agosto e dezembro, para depois flexibilizar esse corte em cerca de dois milhões de barris diários a partir de janeiro de 2021. Mas poderá então adiar essa entrada de mais crude no mercado e manter o atual nível de cortes durante mais tempo.

23.11.2020

Wall Street dá novo salto com mais uma vacina eficaz

A bolsa de Nova Iorque abriu em alta, animada pelo anúncio de que existe mais uma vacina a mostrar eficácia na maioria dos testados.

O generalista S&P500 sobe 0,59% para os 3578,64 pontos, o industrial Dow Jones avança 0,69% para os 29.464,23 pontos e o tecnológico Nasdaq soma 0,62% para os 11.928,46 pontos.

Depois de a Moderna e a Pfizer terem divulgado as respetivas vacinas, chegou a vez da AstraZeneca, que produziu a sua versão com a Universidade de Oxford, vir anunciar uma taxa de sucesso na prevenção de 70% dos casos. Paralelamente, o Governo dos Estados Unidos afirmou que a onda de vacinação deverá começar em breve na maior economia do mundo, isto é, dentro de três semanas.

Apesar das conquistas, as farmacêuticas seguem com tendência negativa na sua maioria. A AstraZeneca desce 2,06% para os 54,16 dólares, a Pfizer cede 0,41% para os 36,56 dólares e apenas a Moderna valoriza 2,15% para os 99,70 dólares.

"Os mercados continuam a olhar através dos encargos de curto-prazo da covid-19", afirma a Merck Finck Privatbankiers, citada pela Bloomberg. "Com a incerteza política nos Estados Unidos a desvanecer e com o fim do percurso do vírus à vista, as ‘lombas’ nos mercados estão cada vez menos assustadoras".

23.11.2020

Juros de Portugal em mínimos de sempre

Os juros da dívida a dez anos portuguesa descem 0,2 pontos base para os 0,019%, recuando pela terceira sessão consecutiva. Nas últimas dez sessões, estes juros só avançaram uma vez, na semana passada. Desta forma, os juros nacionais estão a cotar em mínimos de sempre.

Na Alemanha, referência para a Europa, a tendência é a inversa: os juros somam 0,5 pontos base para os -0,579%, depois de duas sessões de quebra.

Estes últimos ativos, tomados como sendo dos mais seguros, perdem a atratividade numa altura em que as vacinas inundam os mercados de otimismo, à semelhança do que acontece a refúgios como o dólar. As obrigações portuguesas, tomadas como menos seguras entre as pares europeias, conseguem ainda beneficiar, num contexto de maior segurança quanto ao futuro das economias.

23.11.2020

Europa em máximos de fevereiro com vacinas a revitalizarem mercados

As bolsas europeias iniciam a semana em alta, inundadas pelo otimismo em torno do progresso das vacinas.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da Europa, o Stoxx600, sobe 0,62% para os 392,01 pontos, mas já chegou a valorizar 0,86%, o que lhe valeu um máximo de 27 de fevereiro. Amesterdão, Madrid, Lisboa e Paris somam mais de 0,5%, enquanto o alemão DAX passa a fasquia do 1%.

A Universidade de Oxford junta-se ao coro de farmacêuticas que têm vindo a anunciar vacinas eficazes. A alternativa de Oxford é até agora a de menos eficácia, mas conta ainda assim com 70% de sucesso na prevenção. Paralelamente, nos Estados Unidos espera-se que dentro de três semanas seja possível iniciar a vacinação da população.

No mundo empresarial, o Credit Agricole destaca-se com uma subida de 4,2% depois de ter concordado comprar o italiano Credito Valtellinese por cerca de 737 milhões de euros.

23.11.2020

Petróleo em máximos de setembro

O "ouro negro" continua uma trajetória ascendente impulsionado pelas notícias de progresso no campo das vacinas para a covid-19, que alimentam esperanças de uma recuperação da procura pela matéria-prima.

Esta segunda-feira há mais uma candidata: a vacina desenvolvida na Universidade de Oxford mostrou uma eficácia de 70% na prevenção do vírus, e, nos Estados Unidos, o responsável pelo programa de aceleração das vacinas já fala em iniciar a vacinação dentro de três semanas.  

O barril de Brent, negociado em Londres e referência para a Europa avança 2,22% para os 45,95 dólares, ao mesmo tempo que o norte-americano West Texas Intermediate ganha 1,82% para os 43,19 dólares. Ambos já atingiram máximos do início de setembro.

23.11.2020

Ouro ganha com fraqueza do dólar

O metal amarelo está a somar, com os investidores a segurarem este ativo refúgio numa altura numa altura em que o otimismo quanto à distribuição de uma vacina aumenta e o principal concorrente, o dólar, está a deslizar para mínimos de mais de dois anos.

O ouro sobe assim 0,22% para os 1.875,03 dólares por onça, na segunda sessão de subidas após um ciclo de quatro sessões a descer.

23.11.2020

Vacinas voltam a injetar otimismo nas bolsas

As bolsas asiáticas iniciaram a semana com tendência positiva, a mesma que é apontada pelos futuros europeus e norte-americanos. Os investidores estão animados perante os progressos no campo das vacinas contra a covid-19 e sinais de recuperação da economia global.

O sul-coreano Kospi destacou-se ao tocar em recordes, depois de revelados dados de comércio positivos. O australiano S&P/ASX 200 subiu 0,3%, o Compósito de Xangai somou 1% e apenas o Hang Seng, em Hong Kong, não se moveu.

A vacinação contra a covid-19 deverá começar nos Estados Unidos em menos de três semanas, de acordo com o responsável pelo programa de aceleração em direção a uma vacina neste país. O sucesso na fase de testes tem alimentado esperanças para que seja distribuída uma vacina em breve.

"Há muito entusiasmo em torno da vacina e é justificado – assim que tivermos algo que é muito eficiente a ser largamente distribuído, poderemos voltar à nossa vida normal", comentam analistas da Wells Fargo Asset Management, em declarações à Bloomberg. Ainda assim, os mesmos analistas ressalvam que "o problema" será passar o Inverno, que pode entregar algumas surpresas negativas no que toca à economia.

A vacina que está  a ser desenvolvida pela Universidade de Oxford em conjunto com a farmacêutica AstraZeneca revelou uma eficácia média de 70,4% na prevenção da covid-19, um resultado satisfatório mas que se situa abaixo das vacinas da Moderna e da Pfizer.

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