Bolsa A semana em oito gráficos: Dólar e juros dos EUA em alta com petróleo em máximos de 2014

A semana em oito gráficos: Dólar e juros dos EUA em alta com petróleo em máximos de 2014

As bolsas europeias fecharam a semana com um saldo positivo, numa altura em que os investidores vão digerindo os resultados trimestrais que já foram anunciados. Nos EUA, além dos mercados accionistas, também os juros da dívida e o dólar negociaram em alta.
A semana em oito gráficos: Dólar e juros dos EUA em alta com petróleo em máximos de 2014
EPA
Carla Pedro 21 de abril de 2018 às 09:30

A bolsa nacional valorizou perto de 1% esta semana, elevando para 2,58% o ganho desde o início do ano – isto depois de ter sido a única praça da Europa Ocidental a fechar o primeiro trimestre no verde.

 

A cotada com melhor performance do PSI-20 foi a Pharol [depois de na semana passada ter sido o título que mais caiu], a disparar 8,82% no conjunto dos cinco dias, ao passo que a EDP Renováveis travou os ganhos do índice de referência nacional, a perder 2,41% entre segunda e sexta-feira.

 

As restantes bolsas europeias negociaram também, generalizadamente, em alta, numa altura em que os investidores estão atentos à época de apresentação dos resultados trimestrais - por cá, na próxima semana está marcado o arranque para quinta-feira com a Jerónimo Martins.

 

A sobressair nas subidas do Velho Continente esteve a praça londrina, com o FTSE a somar 1,34%.

 

Entre as cotadas europeias que mais se destacaram pelo lado positivo estiveram a sueca Ericsson e a Steinhoff International – que apesar de ser sul-africana está também cotada na Europa, mais concretamente no mercado alemão.

 

Nos EUA, os principais índices tiveram uma performance positiva no acumulado da semana, e o dólar registou a melhor semana desde Dezembro passado – muito à conta da subida dos juros da dívida do país.

 

Nas matérias-primas, o petróleo ganhou terreno com a queda das reservas nos EUA e a possibilidade de prolongamento do actual programa de corte da produção implementado pela OPEP e outros grandes países produtores de crude, como a Rússia. 




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