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IGCP quer emitir até 2.500 milhões em bilhetes do Tesouro até ao final do ano

O instituto que gere a dívida pública tem previstos leilões a três, seis, 11 e 12 meses, com um montante máximo de 1.250 milhões de euros por operação.

Cristina Casalinho
Rita Faria afaria@negocios.pt 08 de Outubro de 2020 às 11:36
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O IGCP pretende arrecadar até 2.500 milhões de euros com leilões de bilhetes do Tesouro até ao final do ano, de acordo com o calendário definido no programa de financiamento para o quarto trimestre, divulgado esta quinta-feira, 8 de outubro.

 

Para 21 de outubro, o instituto que gere a dívida pública tem prevista a emissão de títulos a três e 11 meses, numa operação com o montante indicativo global de 1.000 a 1.250 milhões de euros.

 

Trata-se da reabertura de duas linhas, com vencimento em janeiro e setembro de 2021, respetivamente.

 

Já para o dia 18 de novembro, o organismo liderado por Cristina Casalinho tem agendado o leilão de títulos de dívida a seis e 12 meses, com um montante máximo de 1.250 milhões de euros.

 
Além disso, o IGCP vai realizar emissões de obrigações do Tesouro, sendo esperadas colocações de 1.000 a 1.250 milhões de euros por leilão.

"Os leilões de OT terão a participação dos Operadores Especializados de Valores do Tesouro

(OEVT) e Operadores de Mercado Primário (OMP) e poderão ser realizados à 2ª ou 4ª quartas-feiras de cada mês após anúncio do montante indicativo e linhas de OT a reabrir até três dias úteis antes da respetiva data de leilão", acrescenta o comunicado.

 

O IGCP sublinha, porém, que "acompanhará ativamente a evolução das condições de mercado", podendo introduzir ajustamentos às presentes linhas de atuação.

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