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Tesouro quer até 3.500 milhões em dívida de curto prazo até Junho

Após os três leilões de dívida de curto prazo no primeiro trimestre, o IGCP irá realizar mais três no segundo. O objectivo é angariar até 3.500 milhões de euros, colocando títulos com maturidade de três a 12 meses.

Bruno Simão/Negócios
André Tanque Jesus andrejesus@negocios.pt 31 de Março de 2016 às 17:39
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A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) vai realizar três duplos leilões de bilhetes do Tesouro (BT) no segundo trimestre. Operações com as quais o instituto liderado por Cristina Casalinho (na foto) procurará angariar entre 2.500 e 3.500 milhões de euros, através de títulos com maturidade entre três e 12 meses. Igualmente prevista está a realização de leilões de obrigações do Tesouro.

A 20 de Abril, Portugal irá regressar ao mercado de dívida de curto prazo. Segundo o comunicado divulgado esta quinta-feira, 31 de Março, o Tesouro irá colocar BT a três e 11 meses, com o objectivo de aumentar o valor nos cofres do Estado entre 750 e 1.000 milhões de euros. Já a 18 de Maio, o IGCP tem agendado um duplo leilão a seis e 12 meses. Neste caso, o montante indicativo é de 1.250 a 1.500 milhões.

A última operação com dívida de curto prazo no trimestre está programada para 15 de Junho. O objectivo será, então, de angariar entre 750 e 1.000 milhões de euros, desta feita com dívida com maturidade a três e 11 meses. Assim, o Tesouro completará um duplo leilão por mês, tal como tem vindo a ser a estratégia seguida nos últimos anos.

Além disto, o instituto liderado por Cristina Casalinho deverá continuar a realizar leilões de obrigações do Tesouro. À semelhança do previsto para o primeiro trimestre, o IGCP revelou que as operações poderão acontecer nas segundas, quartas ou quintas quartas-feiras de cada mês. Desta forma, não coincidirão com os leilões de BT, agendados para as terceiras terças-feiras de Abril, Maio e Junho.

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