Taxas de juro Estado conseguiu em dois meses 30% da meta anual para os certificados

Estado conseguiu em dois meses 30% da meta anual para os certificados

O valor investido em Certificados do Tesouro Poupança Mais e Certificados de Aforro cresceu 612 milhões de euros nos dois primeiros meses do ano.
Estado conseguiu em dois meses 30% da meta anual para os certificados
Bruno Simão/Negócios
Rui Barroso 21 de março de 2016 às 14:55

O Estado conseguiu angariar em dois meses cerca de 30% do montante de financiamento a encaixar junto dos investidores de retalho. O "stock" de Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) e de Certificados de Aforro aumentou 612 milhões de euros desde o início do ano até final de Fevereiro, segundo dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal no Boletim Estatístico.

Segundo a última apresentação a investidores feita pela agência que gere o crédito público, o IGCP, o objectivo para este ano é de obter dois mil milhões de euros de dívida direccionada para o retalho. A meta foi revista em alta no início de Março. O objectivo anterior era de 1,7 mil milhões de euros.

Os CTPM são os que têm captado mais valor em 2016. Nos dois primeiros meses do ano, o "stock" aumentou 552 milhões de euros para 8.478 milhões. Só no mês de Fevereiro, o investimento líquido nestes produtos aumentou 277 milhões de euros. Estes instrumentos pagam uma taxa de juro crescente, que vai de 1,25% no primeiro ano para 3,25% no quinto ano da aplicação.

Já nos Certificados de Aforro, o crescimento nos primeiros dois meses do ano foi de 60 milhões de euros (24 milhões dos quais em capitalização acumulada). Em Fevereiro, a subida do "stock) foi de 25 milhões (nove milhões correspondentes a juros acumulados). O valor do "stock" era de 12.853 milhões de euros no final do mês passado. A taxa de juro bruto fixada pelo IGCP para as novas subscrições em Março foi de 0,809%. 




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