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Há um ano que as taxas implícitas no crédito à habitação estão em queda

O crédito à habitação voltou a registar taxas de juro implícitas mais baixas. Caiu pelo 12º mês consecutivo, alcançando os 1,257%. Já a prestação média vencida dos contractos manteve-se inalterada em Julho.

Bruno Simão
André Tanque Jesus andrejesus@negocios.pt 21 de Agosto de 2015 às 11:34
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As taxas de juro implícitas no crédito à habitação voltaram a cair em Julho. Desta feita, recuaram de 1,275% para 1,257%, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta sexta-feira, 21 de Agosto. Esta é já a 12ª queda consecutiva.

Já a taxa de juro dos novos contractos de crédito à habitação fixou-se em Julho nos 2,453%. Uma redução face aos 2,644% registados no mês anterior e o valor mais baixo desde Setembro de 2010 (2,420%).

"No financiamento para aquisição de habitação, o mais relevante no crédito à habitação, a taxa de juro implícita no conjunto de contractos situou-se em 1,264% (1,282% em Junho)", explica o comunicado do INE. E acrescenta ainda que, no que toca aos "contractos celebrados nos últimos 3 meses, atingiu 2,397%", abaixo dos 2,580% registados em Junho.

Para o financiamento com destino à construção de habitação, a taxa de juro implícita fixou-se em Junho nos 1,168%, menos que os 1,188% alcançados no mês anterior. Já em contractos para a reabilitação de habitação, o INE especifica que a taxa de juro recuou de 1,402% para 1,380%. Ambas as quedas renovam, assim, os mínimos destes indicadores, cujo histórico começa em 2009.

Após a ligeira subida em Junho, a prestação média vencida para a globalidade dos contractos manteve-se no mês passado nos 241 euros. Um montante composto por 185 euros relativos a capital amortizado e 56 euros a juros totais. Em relação aos contractos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação recuou de 319 para 311 euros.

Quanto ao capital médio em dívida para a totalidade dos contractos de crédito à habitação, este diminuiu em 57 euros para 52.512 euros. Esta é a 14ª queda consecutiva deste indicador, ao passo que o valor dos contractos celebrados nos últimos três meses subiu pelo sétimo mês consecutivo. Situou-se me 82.588 euros, mais 1.144 que os 81.444 euros alcançados em Junho.

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