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Taxas Euribor caem para novo mínimo de sempre a 12 meses e sobem a seis meses

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor recuou para -0,415%, menos 0,012 pontos e um novo mínimo de sempre.

Christine Lagarde, presidente do BCE, mostrou-se confiante nos instrumentos já adotados pelo BCE para responder à pandemia.
Martin Lambert/EPA
Lusa 15 de Setembro de 2020 às 10:57
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As taxas Euribor desceram hoje a três e 12 meses, no prazo mais longo para um novo mínimo de sempre, e subiram a seis meses em relação a segunda-feira.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação, subiu hoje para -0,458%, mais 0,002 pontos, depois de ter caído para o mínimo de sempre, de -0,463%, em 9 de setembro, e contra o atual máximo desde pelo menos janeiro de 2015, de -0,114%, verificado pela primeira vez em 23 de abril.

Em sentido contrário, no prazo de 12 meses, a taxa Euribor recuou para -0,415%, menos 0,012 pontos e um novo mínimo de sempre, contra o máximo desde pelo menos janeiro de 2015, de -0,053%, em 22 de abril.

A Euribor a três meses também recuou, ao ser fixada em -0,485%, menos 0,001 pontos, depois de ter descido até ao mínimo de sempre, de -0,493%, em 9 de setembro, contra -0,161% em 23 de abril, um máximo desde pelo menos janeiro de 2015.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE).

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses entraram em terreno negativo em 2015, em 21 de abril, 06 de novembro e 05 de fevereiro, respetivamente.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
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