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Seis regiões, uma finalíssima

Competição inicia-se nos dias 20, 21 e 22 de janeiro em Aveiro.

29 de Novembro de 2022 às 12:28
Nicolau Silva e Pedro Plantier, fundadores da Cork Padel, explicam as vantagens da raquete da sua empresa a Luís Santana, administrador da Cofina e Nuno Nunes, Chief Sales Officer (CSO) do segmento B2B da Altice Portugal
Nicolau Silva e Pedro Plantier, fundadores da Cork Padel, explicam as vantagens da raquete da sua empresa a Luís Santana, administrador da Cofina e Nuno Nunes, Chief Sales Officer (CSO) do segmento B2B da Altice Portugal
A Altice Empresas Corporate Padel League by Negócios 2023 arranca nos dias 20, 21 e 22 de janeiro na região do centro do país (Aveiro) e passará pela região Norte (Porto), região de Lisboa, região Sul (Algarve) e ilhas (Madeira e Açores). As provas regionais serão disputadas de sexta-feira a partir das 18h a sábado e domingo a partir das 9h. No caso de um número elevado de equipas, a prova poderá ter início na quinta-feira a partir das 18h em qualquer uma das regiões. Por cada região serão apuradas duas equipas para a prova finalíssima a realizar nos dias 11 e 12 de março no Oeiras Padel Academy, em Lisboa, onde será consagrada a empresa vencedora, no masculino e feminino.

 

"Para uma empresa ser campeã nacional de padel é preciso aquilo que também é preciso para uma empresa ter sucesso: muito trabalho e foco. É preciso saber aquilo que se quer e para onde se quer ir", aconselha Nuno Nunes, responsável da Altice Portugal em entrevista ao Negócios em Rede.

 

"Treinar é mesmo a solução", recomenda o presidente da Federação Portuguesa de Padel.

 

Já para Luís Santana, administrador da Cofina, "para uma empresa ser campeã nacional de Padel, as pessoas têm de ter ambição e saber gerir muito bem o seu tempo".

 

O sistema de competição, tanto na fase regional como na fase nacional, será realizado por grupos seguido de um quadro de eliminação direta entre as equipas mais bem classificadas de cada grupo. A elaboração dos grupos e, posteriormente, dos quadros de eliminação direta será realizada através de sorteio. Serão atribuídos três pontos por vitória, um ponto por derrota e zero pontos por falta de comparência em cada jogo.

 

Assim que a bola é servida e passa para o campo do adversário, a disputa dos encontros será regida pelas regras do jogo de padel aprovadas pela Federação Portuguesa de Padel. A juíza árbitra responsável pela coordenação e desenvolvimento das provas, aplicando critérios disciplinares caso seja necessário, será Inês Flórido

Carvalho. Por sua vez Pedro Sousa, delegado dos jogadores e membro do conselho de arbitragem da Federação Portuguesa de Padel, assume a função de diretor da prova.

 

Uma iniciativa com o selo Negócios

A cobertura do evento ficará a cargo do Jornal de Negócios, que, juntamente com a CMTV, vai estar presente em todas as etapas de apuramento e prova final. Os jogos ainda serão transmitidos em direto no site exclusivo da iniciativa.

 

"Porquê o Jornal de Negócios? Porque é um campeonato nacional de empresas e é uma iniciativa de grande dimensão que poderá mover 192 equipas. O objetivo do torneio encaixa totalmente naquilo que é o ADN de uma publicação como o Negócios. É um jornal de empresas para empresas e, como tal, faz todo o sentido que a Cofina e o Negócios estejam associados à iniciativa", afirma Luís Santana.

"Como o único jornal diário da sua especialidade, o Negócios dará um contributo significativo para dinamizar esta modalidade transgeracional entre empresários e gestores, mas também acrescentar valor na exposição às marcas associadas. Iremos fazer todos os esforços em termos de comunicação para que esta iniciativa se torne um marco do padel em Portugal e se possa vir a repetir no futuro", acrescenta. O objetivo é dar continuidade a este projeto e expandi-lo a nível geográfico já nas próximas edições.

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