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No caminho da mudança

Barómetro anual Arval Mobility Observatory revela que as empresas estão a apostar em frotas mais ecológicas, mas sem descartarem para já os veículos movidos a combustíveis fósseis. “Carsharing” ou telemática são outras direções que a mobilidade a médio e longo prazo está tomar.

22 de Outubro de 2020 às 12:44
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A Arval revelou em junho as conclusões da 16.ª edição do barómetro anual Arval Mobility Observatory, que se concentra nas tendências de mobilidade o médio e longo prazo. Neste estudo, ficou patente que a mudança para veículos elétricos continua a acelerar. No entanto, o diesel e a gasolina vão continuar a ser importantes no futuro previsível.

 

O trabalho, desenvolvido entre janeiro e meados de março deste ano junto de 5.600 gestores de frotas de 20 países diferentes, revela que 61% das empresas já implementaram ou estão a pensar implementar tecnologias alternativas na sua matriz energética, sendo as mais consideradas para os próximos três anos os veículos híbridos, híbridos plug-in e elétricos. 34% das empresas já implantaram uma ou mais dessas tecnologias alternativas. Por curiosidade, registe-se que o Brasil (49%) lidera a implantação de tecnologias alternativas, seguido pela Noruega (48%) e Holanda (47%). As empresas que ainda não consideram esta opção apontam o preço de compra e a falta de pontos de carregamento públicos como os principais motivos.

 

No documento da Arval, especialista a nível mundial de renting e na gestão de frotas, é igualmente revelado que muitas empresas (que diferem consoante os países) estão cada vez mais a implementar diferentes soluções alternativas de mobilidade para os seus empregados. A utilização de transportes públicos destaca-se, mas o "carsharing" também está ser bastante implementado.

 

Leasing operacional

 

Em relação às grandes empresas estão cada vez mais a optar pelo leasing operacional. 36% das grandes empresas e 43% das empresas muito grandes declararam que o leasing operacional é a principal fonte de financiamento das suas frotas de veículos.

 

Nota ainda para a telemática, que vai começando a ser uma opção, sobretudo para as grandes empresas e gestoras de frotas. O principal motivo para o uso desta solução é para as organizações saberem onde está o veículo, para haver maior eficiência operacional e para evitar o uso não permitido desses mesmos veículos. As empresas que não consideram a implementação da telemática apontam reservas ao retorno que o investimento obriga, real utilidade dos dados e informam ainda que não têm recursos suficientes disponíveis para gerir os dados que recebem de forma eficaz.

 

Yaël Bennathan, responsável do barómetro Arval Mobility Observatory a nível internacional, explica que este estudo global realizado no primeiro trimestre de 2020 confirma "a aceleração observada nos últimos dois anos em direção a soluções de mobilidade mais diversificadas e frotas mais verdes". "A percentagem de empresas que já utilizam veículos elétricos ainda é baixa, mas deverá aumentar bastante nos próximos três anos, em grande parte auxiliadas pelas medidas pós-covid-19 recentemente anunciadas por vários governos a nível nacional e internacional."

 

LeasePlan: tendências, o futuro das frotas

 

Também a LeasePlan elaborou este ano um trabalho sobre o futuro das frotas, no qual mostrou quais são as tecnologias que estão no horizonte. Mas não só. O trabalho revelou as principais tendências que irão moldar o futuro dos transportes e de que forma a indústria de frotas se irá adaptar.

 

No que toca às tecnologias que estão no horizonte, a LeasePlan começa por focar realidade virtual e aumentada, duas tecnologias já utilizadas por empresas de automóveis. Hoje, os potenciais compradores de veículos podem sentar-se ao volante no seu lar e explorar todos os detalhes de um modelo antes de efetuarem uma encomenda.

 

Também neste ponto é referida a tecnologia blockchain, relevante na indústria automóvel, pois permite que os fabricantes monitorizem peças individuais e os movimentos dos veículos na cadeia de fornecimento e no pós-venda. Pode ser utilizada para lidar com peças falsificadas e recolhas de produtos defeituosos, ajudando os condutores a efetuar o micropagamento sem dinheiro de portagens, taxas de congestionamento ou carregamentos elétricos.

 

A impressão 3D – permite que as peças de veículos ou componentes de construção sejam fabricados fora do local e montados no momento da entrega – e 4D; os drones, que poderão entregar produtos e transportar mercadorias para partes remotas do mundo; e o 5G são outras tecnologias que estão no horizonte.

 

Em relação às principais tendências que irão moldar o futuro dos transportes é apontado o potencial que terá para as frotas a Internet das Coisas – ou IoT –, que irá permitir ter informações precisas em tempo real para a otimização da utilização dos veículos, manutenção preventiva e viagens de clientes personalizadas.

 

No documento, que pode ser consultado no site da LeasePlan, é também referida a tendência para os veículos ligados e os veículos autónomos. Neste último caso é inclusive estimado que em 2030 15% dos veículos vendidos sejam totalmente autónomos.

 

As cidades inteligentes também vão moldar o futuro dos transportes. Assim como os serviços de subscrição de veículos que constituem um desafio para o modelo de leasing tradicional. Geralmente, a subscrição de um veículo envolve o pagamento de uma mensalidade para aceder ao veículo. A ideia é ter a flexibilidade de trocar de veículo a cada três meses ou deixar de utilizar um veículo se as circunstâncias mudarem, sem pagar os custos de manutenção.

 

Sobre a forma como a indústria de frotas se adaptará a este futuro, existem duas conclusões fundamentais: as empresas têm de abraçar o futuro para se manterem à frente da concorrência; e necessitam de parcerias com fornecedores que estão a pensar no #whatsnext.

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