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Notícia

Uma fonte de energia

SAN quer valorizar o carvão vegetal para que seja olhado como realmente é. Aposta em produto de qualidade para ter clientes satisfeitos.

18 de Maio de 2018 às 18:54
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Uma empresa familiar fundada por administradores com vasta experiência em carvão e seus derivados, focada na comercialização deste produto, apostando na qualidade e eficiência do serviço que presta aos seus clientes. Assim é SAN Portugal S.A. – ou SAN –, uma das principais empresas de importação e exportação de carvão vegetal que opera a partir de Torres Vedras.

 

O objectivo da SAN é valorizar este produto e fazer com que seja olhado como realmente é, "uma fonte de energia", realça Alexandre Marques, administrador da SAN. Para ter clientes satisfeitos, a origem do carvão vegetal é cuidadosamente seleccionada, sendo também garantido serviço personalizado, passando pelas opções de embalamento e culminando nos meios de comercialização.

 

A SAN dedica-se "ao sector de importação, exportação e comercialização de carvão vegetal", trabalhando maioritariamente com "o mercado grossista que se foca no cliente final que utiliza o carvão vegetal para uso profissional, como, por exemplo, a restauração". O objectivo da empresa é "chegar a novos mercados com diferentes linhas de produtos" e já está em marcha um projecto de investimento. A SAN prepara-se também para se estender a "outros mercados longe do seu ‘core business’", nos próximos dois anos.

 

A SAN emprega 20 pessoas, mas face ao investimento que está ser feito na criação de novas instalações e automatização de processos, está a preparar-se para até 2020 contratar "no mínimo mais dez pessoas".

 

Alexandre Marques olha para o sucesso das empresas gazela como "um exemplo de gestão a seguir", não sendo necessário ter algo inovador para crescer mesmo em clima económico adverso". Para o responsável, o sucesso destas empresas mostra que é necessário "inovar na forma como a empresa é gerida e investir de maneira controlada nos sectores certos para aumentar a produtividade". É também preciso olhar para o mercado como um todo e perceber qual o "target consumer" e trabalhando de forma diferenciada para cada um. "Vejo as empresas gazela como um exemplo de que Portugal é cada vez mais competitivo com os restantes países europeus", acrescenta. Alexandre Marques agradeceu ainda à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro a distinção recebida pela SAN, considerando-a "extremamente importante".

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