Formação de Executivos 2018 Parcerias e inovação dos programas são pilares na estratégia do INDEG-ISCTE

Parcerias e inovação dos programas são pilares na estratégia do INDEG-ISCTE

A formação executiva do INDEG-ISCTE tem vindo a ganhar destaque a nível nacional e internacional. No futuro, o objectivo passa por aprofundar os bons resultados das apostas ganhas, mas estão prometidas mais novidades.
Parcerias e inovação dos programas são pilares na estratégia do INDEG-ISCTE

Nos últimos dias o INDEG-ISCTE garantiu lugar no "ranking" das melhores escolas do mundo para a formação de executivos, de acordo com os critérios de avaliação e análise do Financial Times. Paulo Bento, presidente do INDEG-ISCTE Executive Education, olha com tranquilidade para a conquista, mas admite que este tipo de distinção é importante. Não apenas para atrair alunos, pois também tem o seu peso nas opções dos docentes.

"Entrámos, pela primeira vez, no "ranking" Financial Times Executive Education. Isto é o culminar de um trabalho de base desenvolvido nos últimos anos e estamos felizes por isso. Agora estamos a trabalhar para que nos próximos anos consolidemos a posição e subamos no ‘ranking’".

A oferta de formação para executivos da instituição, a primeira escola de negócios do país, a assinalar este ano o seu 30º aniversário, é composta pelo Executive MBA, oito Executive Masters, com 200 horas de formação, e sete pós-graduações, com 140 horas. Esta é a oferta aberta (que a instituição designa por programas de portefólio), disponível para qualquer interessado em condições de elegibilidade para se candidatar. É complementada com os programas Corporate, desenhados à medida das necessidades das empresas. Em relação a estes, explica Paulo Bento, "temos tantos programas quanto o número de propostas aceites pelas empresas".

No que se refere aos programas de portefólio, o responsável explica que a oferta varia ligeiramente de ano para ano, sobretudo para se manter actualizada. "Os programas são reavaliados a cada três edições, pelo que existem sempre alguns ajustamentos daí advenientes". "É raríssimo descontinuarmos um programa, uma vez que eles vão sendo ajustados, no sentido de se manterem atractivos para o mercado ou, numa outra perspectiva, responderem às necessidades formativas, dos executivos e das empresas", continua o responsável.

A estratégia para manter produtos atractivos para o mercado, e à medida das necessidades dos destinatários, passa pelo já referido esforço de permanente actualização e pela forte ligação às empresas. "É impossível ter uma oferta de referência se não existirem ligações com as empresas e não se ouvirem os seus protagonistas", defende Paulo Bento, acrescentando que no INDEG-ISCTE isso faz-se "privilegiando processos dinâmicos, com vicissitudes diversas e processos distintos".

Auscultar e processar as opiniões e os "feedbacks" dos executivos que participam nos programas é uma das prioridades nesta tarefa. "Ter executivos de sucesso no corpo docente dos programas é outra forma de fazer essa ligação", acrescenta o responsável.  Para o mesmo objectivo contribuirão as visitas que os participantes fazem às empresas e a participação que executivos de topo, dessas mesmas empresas, têm em seminários e workshops, no âmbito dos programas ou através de eventos autónomos, a eles ligados.

 

Novos cursos à medida dos gestores que lideram PME

Em paralelo, a instituição vai apostando em parcerias que promovam novas ofertas, como é o caso dos acordos recentemente anunciados com o IAPMEI e a AICEP. Da primeira, com o IAPMEI, vão resultar três programas de formação específicos para PME, criados em parceria pelas duas instituições, que contribuirão para desenvolver competências junto dos empresários portugueses e para disseminar ferramentas de suporte a uma gestão sustentada dos negócios.

Da ligação à AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, acaba de chegar ao terreno o Export Advance – Programa Avançado de Internacionalização. Os destinatários também são PME e o principal objectivo é auxiliá-las nesse tipo de processos. O programa contempla formação avançada e o desenvolvimento de um projecto aplicado de internacionalização, à medida de cada empresa participante.

Paulo Bento garante que, além disto, "estão em preparação novidades [na oferta], mas que é prematuro revelar".

MBA Executivo é a estrela da companhia

O INDEG-ISCTE garante que entre os principais factores distintivos da sua oferta formativa para executivos está o facto de apostar, há vários anos, num conjunto de ingredientes que, entretanto, se transformaram em elementos-chave neste tipo de produto. Paulo Bento dá o exemplo do Executive MBA da instituição, que segue este ano para a 15ª edição e que historicamente mantém uma aposta forte em temas como a liderança, networking e num conjunto alargado de "soft skills".
"A experiência na Escola de Liderança dos Fuzileiros da Marinha, que é exclusiva do INDEG-ISCTE, decorre desde 2004. A semana internacional no Executive MBA existe também desde 2004, se bem que só desde 2013 decorre na HEC Paris (Escola de Altos Estudos Comerciais de Paris), considerada consistentemente a melhor ou das melhores escolas de formação de executivos do mundo", detalha o responsável, para explicar que a estratégia da instituição, no que se refere à disponibilização de programas mais adequados às necessidades do mercado e mais virados para a internacionalização, não é recente.
A experiência com os Fuzileiros da Marinha, integrada no Executive MBA do INDEG-ISCTE, está inserida numa unidade curricular do programa, dedicada à liderança e à motivação. Materializa-se numa experiência de um fim-de-semana residencial, durante o qual os participantes integram um curso intensivo no ambiente próprio deste ramo da Marinha, em contacto com os seus valores e a forma como são transmitidos.




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