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Os verdadeiros profissionais querem desenvolver-se

Objetivo de uma escola de formação de executivos é o de fazer crescer pessoal e profissionalmente. Programas do ISCTE Executive Education atribuem as skills necessárias para essa evolução.

27 de Maio de 2020 às 12:03
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Os profissionais que optam pela formação executiva apostam numa estratégia de crescimento e desenvolvimento. Quisemos saber como a formação executiva do ISCTE Executive Education os pode auxiliar a alcançar este objetivo? José Crespo de Carvalho, presidente da comissão executiva do ISCTE Executive Education, começa por afirmar que "os profissionais que o são verdadeiramente devem querer crescer e desenvolver-se pessoal e profissionalmente". "Esse é o papel de uma escola de formação de executivos", explica e sublinha: Mais ainda numa altura em que se quererão posicionar numa de duas dimensões: a) ou contribuir para o sucesso do seu negócio e por retomar da forma mais eficiente e eficaz da pandemia ou b) para encontrarem um desafio profissional novo que lhes permita evidenciar competências decisivas perante a crise e valor real para serem aceites e contratados.

 

"Qualquer programa, dependente da sua natureza, proporcionará competências e preparará para o futuro", assegura José Crespo de Carvalho e continua: "Podem ser mais ou menos longos, mais ou menos robustos, mais ou menos profundos. Podemos ir de um Executive MBA, para começarmos no programa mais transformador e sempre apetecível – 18 meses e parceria com a London Business School como experiência internacional – para terminar numa short online pill síncrona, isto é, um curso breve online, de nove a 12 horas, especializado numa temática e em que o docente está presente, sem sessões pré-gravadas. Pelo meio teremos Executive Masters, programas estruturantes para vencer obstáculos em determinadas áreas, pós-graduações, menos longas que os Executive Masters mas, ainda assim, igualmente estruturantes até Advanced Programs, pós-graduações com formatos diferentes, bastante especializados e práticos, ou Applied Programs, pós-graduações com formatos online, igualmente especializados e aplicados. Além disto temos uma vastíssima oferta – por desenho e à medida ­– de cursos corporate, online, presenciais ou em formato blended."

 

Além do Executive MBA, indagámos quantos programas de formação executiva possui neste momento o ISCTE Executive Education. José Crespo de Carvalho responde que "pouco importam os números". "Só em boost online temos 20 programas. Temos oito Executive Masters. Temos nove pós-graduações mais convencionais. Temos seis programas applied, ou seja, pós-graduações online. Temos quatro Advanced Programs, isto é, pós-graduações específicas presenciais. E toda a estrutura corporate, customizada, deve ser acrescentada a esta realidade", recorda o responsável da escola de negócios. "Mas, como dizia, os números dão apenas uma ideia da dimensão da operação. Mais importante que isso é a cobertura em formatos, durações e temas".

 

Procura depende dos anos e dos contextos

 

No que diz respeito aos programas mais procurados no ISCTE Executive Education e porquê, refere que "depende dos anos e dos contextos". "A procura não é sempre estável. Se estamos num contexto mais difícil, como o de agora com a pandemia, é natural que haja mais procura em produtos em open enrolment, em que cada qual irá procurar valorizar-se para emergir da crise mais forte".

 

José Crespo de Carvalho diz ser "natural que, em crise, a área de customizados sofra mais (embora aos dias de hoje não o compreenda, porque as empresas que não apostem nos seus recursos, não os valorizem, qualifiquem e desenvolvam estarão condenadas)". "Agora, estamos perante uma crise diferente com impactos quer do lado da procura quer do lado da oferta. E diferente de outras crises. Não obstante, e como já passei por algumas crises sérias e ando nisto há uns anos valentes, diria que, pelo que vou lendo no ar, as empresas cortam budgets e continuam a mutilar-se, e as pessoas, individualmente, a querer crescer."

 

Por isso, no final do dia haverá procura, em termos de conteúdos e formatos, pelo programa que "ajude mais à recuperação e ao momento da vida de cada qual e também as suas preferências e áreas em que apostam". "O Executive MBA será sempre um programa a ter em atenção porque permite efetivamente um desenvolvimento profundo e global e uma preparação holística para uma performance e segurança diferentes. Programas de vendas, de marketing, de operações ou de controlo de gestão, programas financeiros, entre outros, terão sempre uma grande adesão em tempos de crise porque são programas mais core nas áreas que se irão tornar críticas face ao contexto que se vive e ao que se vai viver."

 

Quanto à eventualidade de a pandemia de covid-19 ter levado a que se registasse uma maior procura por programas ligados à saúde do ISCTE Executive Education, como Gestão de Saúde, por exemplo, José Crespo de Carvalho confirma que se tem vindo a verificar "uma procura bastante acentuada". "Quer pelo Executive Master em Gestão de Serviços de Saúde, muito indicado para médicos mas também para outros profissionais, como a pós-graduação para profissionais de saúde, indicada também para médicos mas igualmente para farmacêuticos, enfermeiros, psicólogos e nutricionistas por causa das acreditações das respetivas ordens profissionais."

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