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“Saber-fazer”

Profissionais que investem numa formação executiva visam evoluir seja em que área for.

27 de Maio de 2020 às 11:55
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Maria Antónia Bastos, diretora de Formação da Synergie Portugal, aponta os motivos por que se opta por fazer uma formação executiva, com base na larga experiência em recursos humanos, recrutamento e seleção que a sua empresa tem no mercado. Faz igualmente um balanço da realidade do mercado empresarial nacional.

 

Qual é o objetivo de um profissional que decide fazer um curso de formação executiva?

Geralmente, subjacente à participação numa formação executiva encontra-se um objetivo preciso e focado: colmatar uma necessidade específica, adquirir conhecimentos numa determinada área ou ampliar competências noutra. Seja gestão comercial, gestão financeira, inovação ou liderança, visa-se, em instância final e pragmática, o "saber-fazer" e responder ao grande desafio da "eficácia" e sobretudo da "eficiência" laboral, que tão direta e quotidianamente é colocado ao profissional com funções executivas.

 

As empresas dão importância às escolas onde estes programas são frequentados pelos executivos?

Por um lado, parte das organizações é crítica na escolha do estabelecimento de ensino ou entidade formadora. Por outro lado, situações há em que essa seleção surge apenas como aparentemente sustentada. Com frequência, a eleição recai sobre instituições consagradas ou opções económicas mais vantajosas. Contudo, poderá daqui resultar a disparidade entre a incontestável "qualidade" ou o menor "custo" e a real "necessidade". Ou seja, sem prejuízo da validade de certa opção, porém poderá a mesma não ser a mais adequada para o executivo que possa carecer de um programa diferenciador e mais ajustado. Portanto, a regra de ouro a jamais descurar é previamente traçar um diagnóstico preciso e claro, assente na Avaliação de Desempenho ou recorrendo a uma entidade ou consultor externos. Somente depois dessa fase é que fará sentido equacionar soluções formativas, um programa "standard" ou "à medida".

 

Segundo a vossa experiência, em Portugal existem executivos em quantidade suficiente para responder à procura do tecido empresarial?

Mais do que a quantidade, o fundamental reside na qualidade, no papel e nas responsabilidades do executivo. Através duma relação de proximidade e dos seus diferentes serviços, incluindo trabalho temporário, outsourcing, recrutamento especializado e sobretudo a formação, a Synergie atesta dois grandes défices dos executivos e das próprias organizações e com efeitos disseminadores: liderança e comunicação. Das chefias de topo às chefias intermédias, constata-se ora a liderança inadequada ora a pura ausência de liderança. Por seu turno, a comunicação interfere na produtividade, no relacionamento interpessoal e na imagem corporativa.
Por isso, necessitamos sim de executivos que sejam ouvintes, assertivos e verdadeiros líderes, também eles impulsionadores da felicidade organizacional de que se vem cada vez mais a falar.


Antes da escolha de uma escola deve traçar-se um diagnóstico preciso



Muitos gestores, antes de apostarem no seu regresso ao ensino superior, se questionam sobre que instituição e que programas hão de escolher. Uma escola de referência, com um corpo docente de qualidade, talvez. As organizações, naturalmente, colocam as mesmas questões e têm as mesmas dúvidas. Na realidade, a oferta de formação para executivos é grande, tem qualidade e há muito por onde escolher. Por isso, questionámos Maria Antónia Bastos, diretora de Formação da Synergie Portugal, se as empresas dão importância às escolas onde estes programas são frequentados pelos executivos.

 

A responsável da Synergie Portugal responde que, "por um lado, parte das organizações é crítica na escolha do estabelecimento de ensino ou entidade formadora". "Por outro lado, situações há em que essa seleção surge apenas como aparentemente sustentada. Com frequência, a eleição recai sobre instituições consagradas ou opções económicas mais vantajosas." Contudo, alerta, poderá daqui resultar a disparidade entre a incontestável "qualidade" ou o menor "custo" e a real "necessidade". "Ou seja, sem prejuízo da validade de certa opção, porém poderá a mesma não ser a mais adequada para o executivo que possa carecer de um programa diferenciador e mais ajustado."

 

Portanto: "A regra de ouro a jamais descurar é previamente traçar um diagnóstico preciso e claro, assente na avaliação de desempenho ou recorrendo a uma entidade ou consultor externos. Somente depois dessa fase é que fará sentido equacionar soluções formativas, um programa ‘standard ‘ou ‘à medida’."

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