Gestão e Recuperação de Créditos 2018 Um parceiro dos bancos

Um parceiro dos bancos

Organização tem este privilégio, mas garante independência.
Um parceiro dos bancos

A Finangeste tem como vocação ser um parceiro dos bancos para a colaboração na solução dos seus problemas de crédito malparado de grande complexidade, refere Rui Madeira e prossegue: é frequente a Finangeste adquirir os créditos sobre uma determinada empresa aos vários bancos credores. É que, de um modo geral, quando uma empresa está em incumprimento com um determinado banco também está em incumprimento com outras entidades bancárias. A estratégia é encontrar a melhor solução global para cada cliente e para cada um dos bancos do sistema bancário.

 

A Finangeste tem actualmente fortes relações com uma grande rede de investidores internacionais de diferentes dimensões e vocações. Tal permite uma capacidade de investimento muito abrangente e orientada para os diferentes tipos de activos não estratégicos, existentes nos balanços dos bancos portugueses, essencialmente constituídos por NPL e por imóveis de diferentes tipos.

 

Estes fundos têm políticas de investimento de longo prazo, através da criação de valor dos respectivos activos, não privilegiando a prática de desinvestimento a curto prazo com métodos especulativos.

 

Competência para processos complexos

 

A constante evolução dos mercados e as consequências das recentes crises financeiras obrigam a grande capacidade criativa e conceptual para a adaptação de projectos que, embora bem desenhados, não têm aderência ao tempo actual em termos de mercado, tecnológicos, ou ainda financeiros. Impõe-se, assim, o ajustamento destes projectos às necessidades actuais, gostos e preferências dos consumidores.

 

O diagnóstico, bem como as várias alternativas de gestão que se colocam normalmente em cada caso, obrigam a trabalho de equipas especializadas, constituídas por recursos internos, com apoio de consultores externos de várias valências, nomeadamente fiscal, imobiliária, financeira, e não só.

 

Quanto aos principais valores culturais da Finangeste são: ética, rigor e competência, afirma Rui Madeira. A Finangeste foi uma sociedade financeira regulada e supervisionada pelo Banco de Portugal, durante cerca de 40 anos, até ao momento da sua venda pelos anteriores accionistas em 2015. Sempre se regeu e continuará a reger por princípios de grande rigor, ética, transparência e veracidade da informação prestada.

 

A Finangeste entende que estes princípios, bem como as melhores práticas de gestão, se deverão reger pelos valores culturais do sistema bancário. O que inclui os resultantes da regulação do sector, dada a complementaridade da respectiva actividade com os mesmos clientes, de acordo com a legislação adequada.




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