MBA 2018 Oferta transversal

Oferta transversal

Programas servem PME e grandes empresas.
Oferta transversal

A opção de fazer um MBA é universal. Uma PME ou um grande grupo empresarial fica sempre a ganhar por ter nos seus quadros executivos com o currículo enriquecido com um Master in Business Administration. Jorge Gomes, professor associado do ISEG, director e coordenador científico do MBA, ressalva que os desafios de uma grande empresa e de uma PME são distintos. Porém, há outros aspectos que são semelhantes, pelo que o investimento num MBA "é importante em ambos os casos".

 

O professor do ISEG realça que o mais importante é pensar no que se pode fazer com um MBA. Além dos motivos já supracitados, existe uma razão adicional: "Os ganhos para a organização." "Apesar de o principal destinatário de um MBA ser um indivíduo, na verdade é a organização a principal beneficiária de tal curso. Não se faz um MBA porque é moda, porque é caro, ou porque um amigo o fez; faz-se um MBA porque isso melhora as competências de gestão da pessoa."

 

Infelizmente, explica Jorge Gomes, em Portugal há ainda muitas organizações que pensam que se alguém quer estudar deve fazê-lo a expensas próprias. "Esta mudança de paradigma é o passo final que falta a grande parte das nossas organizações, para deixarem de pensar na formação como um custo e sim como um verdadeiro investimento."

 

Ana Côrte-Real, "associate dean" para a formação executiva da Católica Porto Business School, afirma que o currículo do MBA Executivo foi pensado numa visão sobre o nascimento, o crescimento e a morte das empresas. "Em nosso ver, esta perspectiva sustenta explicações para a diversidade de soluções empresariais que encontramos, na prática, internacionalmente e, quando não muitas vezes, dentro do mesmo país."

Os conteúdos curriculares alinham-se em três vectores, que colocam os problemas da empresa em perspectiva: a eficiência, a gestão de risco e a inovação. "Ao distribuir os conteúdos do MBA por estas três dimensões, endereçamos problemas concretos das empresas em fases distintas do seu ciclo de vida." Numa start-up, o mote é "a procura de eficiência e a criação de valor". Nas empresas em fase de crescimento, a tónica é a da "gestão do risco". Nas empresas maduras e complexas, o tema que mais preocupa a gestão é "a inovação e a adaptabilidade", olhando para os riscos numa perspectiva estratégica, que é similar ao tema da eficiência. "Por isto, o nosso MBA dá resposta aos objectivos de um executivo quer de uma start-up quer de um grande grupo empresarial."

 

Paulo Bento, presidente do INDEG-ISCTE e director do Executive MBA, garante que "o programa tem um carácter universal". "Em cada edição, existe uma variedade e complementaridade de experiências que proporciona discussões e partilhas riquíssimas em sala de aula. Estas vivências permitem desenvolver os participantes de tal forma que poderão criar ou acrescentar valor em qualquer organização ou contexto."




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