MBA 2018 Programas actualizados para dentro e para fora

Programas actualizados para dentro e para fora

INDEG-ISCTE e ISEG adaptam-se e estão ao nível internacional.
Programas actualizados para dentro e para fora

A utilização de tecnologia na sala de aula, a actualização dos programas, dar aulas em inglês ou adaptação no corpo docente são algumas das inovações das universidades para ir ao encontro das mudanças no mercado de trabalho. O uso de equipamento tecnológico, como tablets, por exemplo, é uma realidade no INDEG-ISCTE. "As tecnologias de informação e comunicação são de uso universal e permanente em sala e nos trabalhos fora da sala", assegura o professor Paulo Bento.

 

Questionado se a sua escola aposta constantemente na actualização dos programas, com o objectivo de dar respostas às constantes modificações do mercado de trabalho, o presidente do INDEG-ISCTE e director do Executive MBA responde: "Em 2013, e seguindo as melhores práticas internacionais, implementámos uma política de revisão periódica dos programas existentes, resultando daí ajustamentos incrementais que poderão abranger o universo de unidades curriculares (UC), a duração, os conteúdos, a bibliografia e as metodologias de algumas UC. Pontualmente, alguns desses ajustamentos têm reflexo na própria composição do corpo docente, até porque desde essa altura existem regras escritas e claras de staffing dos programas."

 

No ISEG, houve uma experiência com iPads que "correu bem", mas que acabou por ser abandonada por uma pura questão de gestão operacional, esclarece Jorge Gomes. O professor associado do ISEG, director e coordenador científico do MBA conta que as alterações no programa têm sido "incrementais" e neste momento estão a preparar-se "mudanças mais radicais, para anunciar em 2019 ou 2020". "A maior mudança nos últimos cinco anos foi a adopção do inglês como língua de ensino no MBA, em 2017. Para 2018, a maior mudança será ao nível da acreditação AACSB, que deverá ocorrer antes de o ano terminar. Isto significa que para 2019 já estaremos em posição de entrar nos ‘rankings’ do Financial Times – também estamos atentos aos outros critérios do FT –, o que muito prestigiaria a Universidade de Lisboa, o ISEG, e naturalmente Portugal."

 

Jorge Gomes não termina sem destacar que o ISEG quer ter um curso que "vá ao encontro das necessidades de profissionais e empresas, não apenas em Portugal, mas também no estrangeiro".




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