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Sustentabilidade da fileira agropecuária também passa pelo GoEfluentes

O projeto adota uma abordagem estratégica de valorização energética dos fluxos gerados na atividade agropecuária, assegurando o seu desenvolvimento sustentável.

18 de Fevereiro de 2021 às 08:56
Olga Moreira, investigadora e coordenadora do GoEfluents
Olga Moreira, investigadora e coordenadora do GoEfluents
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Distinguido na categoria "Inovação em Parceria: Grupos Operacionais", o projeto GoEfluentes tem o cunho do INIAV Santarém.  Olga Moreira, investigadora e coordenadora da Estação Zootécnica Nacional daquela unidade, bem como coordenadora do GoEfluentes, refere que "os resultados do projeto vão ao encontro das metas que se pretendem alcançar no Plano de Ação para a Economia Circular da UE", dando ferramentas aos utilizadores finais "que lhes permitam agilizar a implementação de medidas de requalificação numa perspetiva de aumentar a sustentabilidade da fileira agropecuária".


O GoEfluentes encontra-se em reta final de execução, já que "termina no próximo mês de junho", sendo que nesta fase "a equipa está concentrada no tratamento dos dados obtidos para divulgação e na organização dessa mesma divulgação e demonstração".


Olga Moreira adianta que "o passo seguinte será fazer uma reflexão sobre o projeto, a parceria e os resultados obtidos". De extrema importância é também a necessidade de "fazer chegar estes resultados a quem de direito para sua potenciação".


O desenvolvimento de um GO desta tipologia permite uma aproximação entre diferentes atores "com interesses que convergem na produção, gestão e eliminação dos fluxos gerados na atividade agropecuária com evidentes benefícios para todas as partes".

Atingir metas é mais fácil

Olga Moreira sublinha que "esta distinção é motivo de grande orgulho para toda a equipa pelo reconhecimento do trabalho realizado", mas também pelo facto de agilizar "o cumprimento das metas propostas e possibilitar uma divulgação do projeto muito superior". É também um incentivo "para continuar com candidaturas a projetos, neste domínio ou em outros, que sejam valorizados pelos diferentes atores do sistema produtivo", diz a mesma responsável.

O prémio em si deverá ser aplicado "na valorização de jovens recursos humanos, que, contribuindo com o seu trabalho para a conclusão das tarefas previstas nas diferentes ações, estarão simultaneamente em formação com as diferentes equipas envolvidas".


De resto, nesta fase, "encontrar as parcerias e as fontes de financiamento adequadas será uma prioridade", diz Olga Moreira. São várias as iniciativas a ter em conta como o Plano de Ação para a Economia Circular da UE, o Pacto Ecológico Europeu com a iniciativa do Prado ao Prato ou, a nível nacional, a Agenda de Inovação Terra Futura.


A transferência do projeto para a comunidade foi acontecendo ao longo do projeto, já que "as ações de disseminação/divulgação da execução das diferentes atividades foram o foco prioritário para sensibilizar a comunidade do caráter inovador e da flexibilização das medidas a adotar para uma mudança de paradigma". Uma alteração através da qual "a circularidade de matérias ao longo da produção poderá incluir-se num novo modelo de negócio", acredita Olga Moreira.

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