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Grupo Vila Galé: o regresso ao normal

Depois da queda dos negócios nos dois anos de pandemia, em 2020 e 2021, o grupo hoteleiro regressou ao normal e, em 2023, prepara-se para abrir mais quatro hotéis em Portugal.

19 de Dezembro de 2022 às 10:17
Gonçalo Rebelo de Almeida, CEO do Vila Galé Hotéis.
Gonçalo Rebelo de Almeida, CEO do Vila Galé Hotéis.

O primeiro projeto hoteleiro da empresa fundada em 1986 por Jorge Rebelo de Almeida, José Silvestre Lavrador e José Ruivo foi junto à praia da Galé em Albufeira, hotel inaugurado em 1988, e que viria a dar nome à empresa Vila Galé, que hoje é controlada por Jorge Rebelo de Almeida, advogado, que tem a paixão pelos hotéis.

"A partir de então temo-nos expandido por diferentes regiões de Portugal. Estamos hoje com 27 hotéis, espalhados de norte a sul, e, em 2023, abriremos nos Açores, que é a única região que falta. Do ponto de vista da internacionalização, em 2001, fomos para o Brasil, onde já temos dez unidades", revelou Gonçalo Rebelo de Almeida, CEO do Vila Galé Hotéis, que é licenciado em Direito pela Universidade Lusíada de Lisboa.


Neste portefólio de 37 hotéis, o Grupo Vila Galé tem hotéis de praia, de resort, no campo e com produção de vinhos, de cidade e mais ligados a negócios, eventos e reuniões.

"Recentemente, desenvolvemos uma linha de hotéis-boutique, os Collection, que são maioritariamente património histórico. Pegamos em edifícios históricos, que já tinham tido outro uso, como prisões, conventos, hospitais, e reconvertemos em hotéis. Isto traz uma nova vida e dimensão aos hotéis", explicou Gonçalo Rebelo de Almeida.


O Grupo Vila Galé é o segundo maior grupo hoteleiro português e uma das 250 maiores empresas hoteleiras mundiais com mais de 8 mil quartos e 18.260 camas. Tem cerca de 4 mil colaboradores que, como disse Gonçalo Rebelo de Almeida, "todos os dias se esforçam para receber os nossos clientes".

 

Receitas descem 50%

A pandemia de covid-19 foi um choque nos negócios do turismo e de restauração durante 2020 e 2021 e o Grupo Vila Galé não foi poupado ao confinamento e ao encerramento dos negócios durante meses. O volume de negócios caiu de 98,8 milhões, em 2019, para 31,1 milhões de euros em 2020, quando teve prejuízos de 31 milhões de euros. Só em fevereiro de 2022 é que todas as suas unidades hoteleiras voltaram a estar abertas.

Na altura da pandemia, criaram, de raiz, uma loja online com produtos alimentares, como os vinhos, os azeites e as compotas da marca Santa Vitória, que pertence à Vila Galé, a que, mais tarde, acrescentaram artigos para a casa como eletrodomésticos e decorações, que existem nos hotéis Vila Galé. Durante esse período conceberam o portal My Vila Galé que permite, através dos dispositivos móveis, o check-in e check-out online, a consulta das cartas de bares e restaurantes ou a visualização de ofertas dos spas.


A recuperação começou em 2021 com uma faturação de quase 50 milhões de euros e o regresso aos novos projetos. Para o próximo ano estão previstas as aberturas de novos hotéis, entre os quais estão, além do Vila Galé Collection São Miguel em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, com cerca de 100 quartos, restaurantes, bar, piscinas e spa, o Vila Galé Collection Tomar, que reabilita áreas do antigo Convento de Santa Iria e do Colégio Feminino, o Vila Galé Nep Kids, "onde os adultos só entram se forem acompanhados por crianças", e o Vila Galé Monte do Vilar em Beja.

Depois seguir-se-ão o Vila Galé Paço do Curutêlo, perto de Ponte de
Lima, e, no Brasil, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco.

Recentemente a Vila Galé criou duas áreas de negócios, com a Vila Galé a ficar com os negócios de realização, gestão de empreendimentos turísticos e atividades imobiliárias, e a ceder os restantes negócios à Casa de Santa Vitória, que gere as atividades agrícola, agroindustrial, silvícola e pecuária.

Prémio Portugal Inspirador Categoria: Hotelaria e Turismo Grande Empresa
Vencedor: Vila Galé

2021Volume de negócios: 49,9 milhões de euros
Resultados líquidos: 12,5 milhões de euros
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