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RE/MAX adapta-se à realidade do mercado

A promoção de mais de 10 mil imóveis através de visitas multimédia é um passo natural na inovação do mercado que permite aos clientes e consultores fazer visitas de forma segura e confortável.

03 de Julho de 2020 às 09:30
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O mercado imobiliário em Portugal revelava enorme dinamismo no início de 2020, reforçado pelo crescimento do investimento estrangeiro e pelo bom desempenho das finanças públicas. "A confiança dos operadores, dos clientes e dos investidores trouxe expectativas muito positivas para 2020, expectativas essas algo frustradas, com a disseminação da pandemia em Portugal, na Europa e no mundo, já no final desse trimestre", diz Beatriz Rubio CEO da RE/MAX Portugal.

Perante esta realidade, a marca líder em Portugal no mercado imobiliário meteu mãos à obra e, mesmo em contexto de pandemia, adaptou-se à realidade do mercado para continuar a servir da melhor maneira quem procura vender e comprar imóveis.


Nesse sentido, a RE/MAX foi ao encontro de um novo formato na pesquisa online: as visitas multimédia, dando a conhecer aos portugueses que no site da RE/MAX existem mais de 10 mil imóveis à disposição de uma visita virtual. Aproveitando o lançamento da campanha "Visite sem sair de casa", Beatriz Rubio explica como está o mercado e qual a mensagem que pretendem passar com o vídeo produzido pela Clara Amarela Films.

 

"Visite sem sair de casa"

É o nome da companha que pretende destacar a importância que o uso do digital nas vendas de imóveis tem em tempos de pandemia, mas também no futuro, porque a promoção de visitas multimédia aproxima os imóveis dos potenciais compradores e são uma forma eficiente, rápida e segura de conhecer imóveis que encaixam nas necessidades dos consumidores, sem ter de se deslocar fisicamente.

A casa de sonho pode estar à distância de um clique mas mais do que garantir o negócio imobiliário, a RE/MAX encontrou uma forma inovadora de assumir a sua responsabilidade como líder de mercado, através do desenvolvimento de soluções que proporcionam aos seus clientes, para possibilitar a visita virtual aos 10 mil imóveis disponíveis nas modalidades de compra, venda, arrendamento ou investimento existentes no site da RE/MAX.


"A liderança não se mantém com o conforto de soluções que funcionam no presente. A RE/MAX tem uma fatia do seu investimento destinada a desenvolver soluções que tragam inovação para o mercado e que foram determinantes para os nossos clientes que quiseram continuar a vender, comprar ou arrendar casa durante esta fase", conta Beatriz Rubio. A CEO destaca que neste período pandémico, têm vindo a apostar num maior recurso a visitas multimédia de imóveis, fomentando a qualidade, a abrangência e a profundidade do serviço prestado aos clientes.

 

Bons indicadores em maio

Apesar de ainda não existirem dados oficiais apurados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao segundo trimestre de 2020, ainda só estão disponíveis resultados parciais comunicados por alguns operadores, entre os quais a rede RE/MAX.


De acordo com Beatriz Rubio, a retração sentida pela rede teve, essencialmente, uma primeira fase de muita contenção no mês de abril, uma segunda fase de reabertura, sensivelmente durante o mês de maio, e neste momento, vive-se a chamada terceira fase, a de retoma, "com indicadores muito similares, ou até melhores, dos registados nos períodos pré-pandemia".


A CEO justifica esta realidade com o facto de a rede estar a recrutar hoje mais pessoas do que recrutava no ano passado, o portefólio de angariações (imóveis para venda/arrendamento) está ao nível de outros trimestres, a procura média diária é muito similar à registada no passado.

Perante este cenário, Beatriz Rubio sublinha que, devido às imposições da conjuntura que vivemos, a rede RE/MAX registou uma quebra de negócio no segundo trimestre, mas provavelmente "foi a marca que menos sentiu o impacto negativo".


A resiliência mostrada pela RE/MAX reside muito na força e robustez da sua estrutura, no profissionalismo e dedicação dos seus profissionais e pela rápida adoção de novos métodos de comunicação como as videochamadas, o teletrabalho e as visitas virtuais a imóveis. Todos estes aspetos permitiram que toda a rede se adaptasse rapidamente à nova realidade.


"Este rápido e inteligente reajustamento fez com que a marca se encontre relativamente mais forte e encare os próximos meses com uma renovada expectativa positiva de crescimento e desenvolvimento", diz Beatriz Rubio.

 

Preços não caem

Apesar de a expectativa da crise pandémica poder comportar uma descida generalizada dos preços da habitação, tal não se veio a concretizar. A especialista em mercado imobiliário sublinha que as descidas de preços registadas são similares, em muitos casos quase idênticas, às de 2019, mas devem-se, como sempre se deveram, a uma natural negociação dos preços entre as partes interessadas, e que em nada repercutem um eventual efeito da pandemia. "Os critérios de fixação de preços inicial e final continuam a ser hoje os que eram há um ano."


O aumento do número de transações, a procura que diariamente aumenta, e o índice crescente de confiança dos intervenientes são "indicadores claros de retoma do mercado que, paulatinamente, dá sinais de renovado dinamismo".


Outro dos indicadores semanalmente avaliados pela rede RE/MAX é o número de visitas e, se em abril, pelas enormes restrições vividas por todos, registaram números relativamente fracos, durante o mês de junho e no seguimento do crescimento já verificado em maio, registam-se valores "muito similares aos registados em meses pré-pandémicos".

O que procuram os portugueses

Uma das dúvidas que se colocam é saber se o género e a tipologia de casa procuradas pelos portugueses são as mesmas que se faziam antes da pandemia ou, se pelo contrário, houve mudanças. "Ainda é cedo para se falar de mudanças de hábitos e de comportamentos, mas de facto, a rede RE/MAX notou neste segundo trimestre uma certa mutação na procura", diz Beatriz Rubio.


Comparando com o mês de janeiro, como exemplo de base, a procura média diária em junho é mais centrada em moradias, quintas e terrenos urbanizáveis, superior inclusivamente à registada no início do ano.

Pelo contrário, a procura de apartamentos está sensivelmente 20% abaixo e se observarmos outros tipos de imóveis como lojas e escritórios, é mais notória a redução.
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