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Os três grandes desafios digitais da banca

A incerteza gera desafios às organizações, mas também oportunidades para criar respostas inovadoras. A tecnologia assume um papel cada vez mais decisivo na preparação da banca para esses desafios.

18 de Novembro de 2020 às 07:23

Se os momentos de incerteza são, pela sua natureza, propícios à preparação de cenários inovadores como resposta a potenciais desafios, no caso da banca essa preparação pode fazer ainda mais a diferença entre acrescentar valor ao negócio ou ser absorvido pela concorrência.

A agenda de muitos decisores do setor bancário é atualmente dominada por questões como as moratórias associadas a muitas famílias e empresas, as dificuldades das economias locais que se tornam desafios à escala regional e global, a concorrência das fintech e das chamadas Big Tech, ou a própria consolidação do setor da banca.


Essas questões, no entanto, possuem um ponto em comum com implicações diretas na preparação das instituições para enfrentar esses e outros desafios – sejam eles associados a situações financeiras específicas, de mercado ou de organização estrutural: a transformação digital.


Mais do que uma buzzword que todos gostamos de usar, a transformação digital tornou-se imprescindível para endereçar de forma decisiva três dos principais desafios que a banca vai enfrentar no curto prazo: a incerteza em momentos de crise; a segurança; e a capacitação dos seus recursos humanos.

 

Momentos de incerteza

É quase redundante afirmar que quanto maior for a preparação tecnológica, maior a capacidade para desenvolver respostas inovadoras e mais eficientes face a cenários com um elevado grau de incerteza.


Essas respostas deverão assim incluir uma elevada componente de inovação, empregando tecnologias disruptivas que ajudem a criar capacidades preditivas, que recriem potenciais cenários de negócio e permitam desenvolver novos serviços.


Neste contexto, as soluções de inteligência artificial (processamento de linguagem e análise comportamental, entre outras) são essenciais para concretizar esse grau de inovação, fortalecendo a capacidade analítica de dados e aproveitando um dos maiores ativos da banca: a informação sobre os seus clientes.


Desde a criação de serviços mais adequados a cada cliente à análise mais eficiente do risco, oferta de soluções omnicanal ou mesmo criação de ofertas inovadoras, o potencial destas ferramentas aponta para um aumento exponencial da eficiência.

 

(Ciber)segurança

O desafio da segurança intensifica-se à medida que aumenta a exposição da banca ao universo online, com as soluções para o endereçar a ganhar uma dimensão totalmente nova nesta nova transformação digital – muito assente na mobilidade e na utilização de inúmeros canais para acesso aos serviços disponibilizados.


O que antes visava sobretudo proteger infraestruturas locais e aplicações usadas para oferecer os serviços tem hoje diversos perímetros de atuação por parte dos cibercriminosos, com destaque para o perímetro humano – o do utilizador. E num contexto em que a confiança é cada vez mais importante na relação entre a banca e o ecossistema em que se insere, torna-se imprescindível assegurar a segurança da informação e das operações a vários níveis.


Desse modo, em paralelo com a proteção das infraestruturas e ferramentas, a monitorização externa das ameaças nos vários canais usados e a formação dos utilizadores – internos e clientes – surgem como as respostas mais adequadas.

 

A importância dos recursos humanos

Todo o processo de transformação digital coloca também novos desafios ao nível da capacitação dos recursos humanos na banca, cuja resposta passa por duas soluções complementares: a requalificação ou qualificação dos colaboradores e o reforço da capacidade operacional.


A componente da formação deverá ser contínua, em face do grau de inovação tecnológica que o setor está a alcançar. Os projetos de reskilling e upskilling dos colaboradores assumem neste caso uma importância acrescida, na medida em que garantem a utilização adequada das novas ferramentas digitais, por um lado, assegurando também a preparação para novos processos operacionais.


A contratação de managed services ou de serviços em outsourcing, finalmente, além de resolver a falta de recursos em áreas de TI muito especializadas, permite que as organizações se foquem no próprio negócio e nos processos que geram diretamente valor acrescentado.


Em momentos de incerteza e necessidade de criar respostas a novos desafios no setor da banca, a tecnologia deverá estar cada vez mais no centro da transformação – mas numa lógica de apoio à inovação e criação de valor e não como um fim em si mesmo.


Reforçar agora o investimento nessa transformação permitirá endereçar antecipadamente os três maiores desafios digitais da banca e criar respostas para enfrentar as incertezas, ganhando ao mesmo tempo vantagens competitivas.

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