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Nova visão da Vortal para a contratação electrónica

A plataforma nextVision, revelada recentemente ao mercado, mostra as novas capacidades e as funcionalidades que a posicionam como líder mundial do setor. A Claranet foi o parceiro que possibilitou esta mudança.

Negócios 07 de Fevereiro de 2020 às 10:00
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A Vortal foi pioneira e escreveu o livro da contratação eletrónica em Portugal. Iniciou a operação com o eConstroi em 2001 para o setor da engenharia e construção, tendo evoluído para outros verticais como a Administração Pública (o primeiro procedimento de contratação pública eletrónica foi realizado através da Vortal em 2006), a saúde e o segmento corporate.


Passados 13 anos, a evolução tecnológica representa um "time lapse" enorme. São disso exemplos a integração da plataforma com os sofwares de gestão (ERP) dos clientes, a introdução da assinatura e certificação digital, pagamentos eletrónicos e, mais recentemente, a gestão de contratos colaborativa e os sistemas de aquisição dinâmicos.


Graças a estes desenvolvimentos, a tecnológica portuguesa é uma entidade reconhecida pela Gartner que, pela quarta vez consecutiva, integrou a Vortal no relatório "Magic Quadrant for Strategic Sourcing Application Suites" de 2018, sendo uma das 10 empresas mundiais que cumprem os exigentes requisitos para integrar o principal relatório independente de analistas sobre tecnologias de eSourcing.


Pedro Coelho Cabral, chief technology officer (CTO) da Vortal, entende que estão criadas as condições para um segundo momento na digitalização das entidades públicas e privadas, no que respeita à "utilização de soluções mais eficientes para a gestão de contratos, de catálogos, da qualificação e avaliação de fornecedores, entre outras soluções da Vortal".


A interoperabilidade entre plataformas eletrónicas de contratação pública é uma das áreas de evolução no negócio da tecnológica portuguesa. A Vortal lidera um consórcio europeu, a Interplat, cofinanciado pela Comissão Europeia, que visa a implementação de standards de interoperabilidade entre Portugal, Alemanha e Holanda, e que conta apresentar resultados já no decorrer do próximo ano.


Para se manter neste patamar de reconhecimento, a tecnológica não pode parar a evolução e a introdução de melhorias na plataforma. Pedro Coelho Cabral explica que já estão a trabalhar em soluções que utilizam machine learning e predictive analytics para complementar a oferta que disponibilizam aos clientes com o perfil fornecedor, ajudando-os a ser mais eficientes na procura das oportunidades de negócio mais adequadas e na elaboração de propostas competitivas.

O compromisso com a melhoria contínua ficou registado com o lançamento da nova plataforma nextVision, no início de dezembro. A nova solução assenta numa plataforma na cloud, que dá a agilidade necessária para desenvolver novas funcionalidades e entregá-las rapidamente aos utilizadores. Sem esta passagem não seria possível desenvolver ou entregar ao cliente final a nova solução.
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