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Já são conhecidos todos os Mais Poderosos de 2021. Recorde os 50 nomes

Na 12.ª edição de os Mais Poderosos do Negócios há estreantes, "repetentes" e regressos. Recorde a lista completa de 50 nomes.

Negócios 04 de Setembro de 2021 às 21:00

#1 - Ursula von der Leyen

#1 - Ursula von der Leyen
#Porque sobe - A presidente da Comissão Europeia chamou a si as principais armas do combate à crise da covid-19. Depois de ter conseguido alcançar um histórico fundo de recuperação, financiado por dívida conjunta em nome da Comissão, Von der Leyen pôs em marcha um ambicioso programa de compra de vacinas que, apesar dos percalços, será fundamental para o regresso à normalidade. A poderosa "bazuca" terá impactos prolongados na economia portuguesa e é um trunfo do Governo já na aprovação do OE 2022.

Dos maiores saltos do ranking
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos do Negócios

Von der Leyen entrou para a 16.ª posição do "ranking" de Poderosos do Negócios no ano passado. O poder da presidente da Comissão saiu reforçado este ano, o que resultou num dos maiores saltos de sempre no ranking.


Dos maiores saltos do ranking
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos do Negócios

Von der Leyen entrou para a 16.ª posição do "ranking" de Poderosos do Negócios no ano passado. O poder da presidente da Comissão saiu reforçado este ano, o que resultou num dos maiores saltos de sempre no ranking.


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#2 - Marcelo Rebelo de Sousa

#2 - Marcelo Rebelo de Sousa

#Porque mantém - Se não fosse a crise pandémica e a mobilização da Comissão Europeia na produção de vacinas contra a Covid-19, assim como o cheque generoso de 16,6 mil milhões de euros atribuído a Portugal, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, certamente o Presidente da República recuperaria o primeiro lugar do pódio de há dois anos. Apesar das origens sociais-democratas, Marcelo tem sido o garante da estabilidade do Governo minoritário socialista e promete vigiar a aplicação dos fundos da UE.

Ainda não recuperou 1.º lugar
Evolução no ranking dos Mais Poderosos

Pelo segundo ano consecutivo surge como o segundo Mais Poderoso. Ainda não conseguiu recuperar o primeiro lugar que conquistou em 2017 e manteve nos dois anos seguintes.



O poder dos presidentes
Evolução no ranking dos Mais Poderosos
Duas formas distintas de exercer o poder. A melhor classificação de Cavaco Silva enquanto Presidente da República foi o 21.º lugar. Já Marcelo Rebelo de Sousa nunca baixou do 3.º.


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#3 - António Costa

#3 - António Costa
#Porque desce - A força da crise económica desencadeada pela covid-19 torna o país mais dependente dos fundos europeus e sob um maior escrutínio de Bruxelas. Nestas últimas fases de desconfinamento, o Governo tomou medidas empurrado pelas posições do Presidente da República. Aliás, o clima entre Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa é agora mais tenso, o que coloca dificuldades acrescidas ao primeiro-ministro, cada vez mais desgastado pela necessidade de fazer cedências à esquerda.

No top 5 desde 2016
Evolução de António Costa no ranking do Negócios

Desde que chegou a primeiro-ministro ocupou sempre uma posição entre os cinco primeiros. Todavia este é o seu segundo lugar mais baixo desde 2016.



A força do primeiro-ministro
Evolução dos primeiros-ministros no ranking do Negócios

Desde 2010, ano de arranque dos Mais Poderosos, que os primeiros-ministros tiveram sempre uma classificação entre os cinco primeiros do ranking.


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#4 - Christine Lagarde

#4 - Christine Lagarde
#Porque desce - Apesar de cair um lugar na tabela de poderosos face ao ano anterior, Christine Lagarde mantém-se novamente como uma das figuras mais influentes. Foi com ela que o Banco Central Europeu (BCE) continuou a injetar esperança na economia da Zona Euro e foi ela que liderou a primeira revisão à estratégia da autoridade bancária em 18 anos. A sua ação continua a ser fundamental para os países do Sul da Europa, nos quais se inclui Portugal, que trazem na memória a crise de dívida há cerca de uma década.


BCE tem grande poder
Evolução dos presidentes do BCE na lista dos Mais Poderosos

Mario Draghi chegou onde nenhum outro presidente do BCE até agora chegou: à segunda posição do ranking. Mas Christine Lagarde esteve sempre no top 5.

#5 - Joe Biden

#5 - Joe Biden

#Porque entra - É a segunda vez que um Presidente dos EUA entra na lista dos Mais Poderosos do Negócios. Depois da turbulência de Donald Trump, a política expansionista de Joe Biden, com um ambicioso plano de investimento em infraestruturas, e a rápida vacinação dos norte-americanos animaram os mercados e as economias a nível mundial. Biden tem procurado também reforçar a cooperação multilateral para devolver os EUA a uma posição liderante na cena internacional.

Uma estreia na lista
Evolução dos presidentes dos EUA no ranking dos Mais Poderosos

Os Presidentes dos EUA integram a lista dos Mais Poderosos desde 2018. Joe Biden entra na lista ocupando o 5.º lugar, precisamente o mesmo de Donald Trump em 2019.



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#6 - Xi Jinping

#6 - Xi Jinping

#Porque desce - A ambição da China à hegemonia mundial é evidente e a economia controlada por Xi Jinping poderá tornar-se na maior do mundo até ao final da década. Mas no último ano encontrou areia nas engrenagens do poder: o ímpeto de recuperação da crise pandémica parece ter esmorecido, apesar das promessas os EUA ainda não retiraram as tarifas à importação de produtos chineses e a UE está prestes a implementar medidas para pôr mão no controlo de empresas europeias por investidores estrangeiros.

Desde 2017 no top 10
Evolução da posição de Xi Jinping no "ranking" dos Mais Poderosos

Xi Jinping caiu este ano uma posição, para o sexto lugar. Mas desde 2017 que está no top 10 dos mais poderosos do Negócios. A sua influência empresarial mantém-se no máximo.


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#7 - Paulo Macedo

#7 - Paulo Macedo

#Porque sobe - Paulo Macedo conseguiu reforçar o seu poder enquanto presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos. O gestor ajudou o banco a concluir o plano de recapitalização imposto por Bruxelas, ao mesmo tempo que voltou a dar dividendos ao acionista Estado. O também ex-ministro da Saúde prepara-se agora para iniciar um novo mandato no banco estatal - naquela que foi uma escolha do Governo liderado por António Costa - focado na digitalização e em manter a Caixa como a referência no setor.

Cada vez mais próximo do topo
Evolução no "ranking" de Paulo Macedo. Em 2012 e 2013 era ministro da Saúde

Depois de ter mantido a mesma posição durante dois anos consecutivos, Paulo Macedo sobe este ano no "ranking" dos Mais Poderosos, aproximando-se do topo.


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#8 - Pedro Soares dos Santos

#8 - Pedro Soares dos Santos
#Porque mantém - A influência de Pedro Soares dos Santos na economia portuguesa não se alterou. A Jerónimo Martins é um dos pesos-pesados da bolsa nacional, e nem a crise pandémica fez tremer o negócio, apesar da "exigência sem precedentes". No primeiro semestre, faturou perto de 10 mil milhões de euros. A empresa de Soares dos Santos é a 50.ª maior retalhista do mundo, e não pretende ficar por aqui. Depois de Portugal, Polónia e Colômbia, o grupo quer continuar a expandir. A Roménia está na mira.

Lugar cimentado no top 10
Evolução de Pedro Soares dos Santos no "ranking" do Negócios

Pedro Soares dos Santos passou a ser assíduo entre os mais poderosos após assumir a liderança da JM, sucedendo ao pai. Desde 2018 que não lhe escapa um lugar nos 10 primeiros.


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#9 - Cláudia Azevedo

#9 - Cláudia Azevedo

#Porque entra - Pouco mais de dois anos depois de ter chegado a CEO da Sonae SGPS, após 12 de liderança do irmão Paulo, que passou a "chairman" do maior grupo privado nacional, Cláudia substitui-o no "ranking" dos Mais Poderosos. Com a "performance" da Sonae a atingir níveis pré-pandemia, a presidente executiva acaba de fechar a venda de 25% da "joia" do grupo por um valor que avalia a Sonae MC em mais cerca de 700 milhões de euros do que no falhado IPO da empresa em outubro de 2018.

Estreia com entrada no top 10
Evolução dos CEO da Sonae na lista dos Mais Poderosos

Ainda ofuscada por Paulo nos primeiros tempos como CEO da Sonae, Cláudia Azevedo substitui o irmão neste "ranking" e com direito a entrar diretamente para a nona posição.


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#10 - Pedro Siza Vieira

#10 - Pedro Siza Vieira

#Porque sobe - O choque inicial da pandemia obrigou o Governo a prestar primeiros socorros à economia, mas a evolução da crise exigiu cuidados continuados. Siza Vieira deu o corpo às balas e, com mais ou menos demora, apresentou soluções que foram mantendo as empresas à tona. Entre linhas de crédito, mais de mil milhões de euros a fundo perdido, negociações com Bruxelas sobre moratórias de crédito e capitalização de empresas, Siza foi a todas. Pela frente, tem um ambicioso plano de recuperação da economia.

Entrada no "top 10"
Evolução dos ministros da Economia no "ranking" do Negócios

No segundo ano em que integra a lista dos Mais Poderosos, Pedro Siza Vieira estreia-se entre os dez primeiros. É o primeiro ministro da Economia a chegar ao "top 10".


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#11 - Mário Centeno

#11 - Mário Centeno
#Porque sobe - Ao fim de um ano como governador do Banco de Portugal, fica claro que Mário Centeno continua a dominar as redes de poder. Já não está à frente das decisões do poder político executivo, mas está nos bastidores, exercendo influência sobre o Governo. A sua capacidade de análise é altamente valorizada - até o Presidente da República fez questão de anunciar que se iria reunir com Centeno para avaliar o contexto económico e saber o que pensa do Plano de Recuperação e Resiliência.

Ser ministro dava mais poder
Evolução de Mário Centeno no "ranking" dos Mais Poderosos

Enquanto ministro das Finanças, Mário Centeno tinha um poder assinalável, como demonstra o facto de ter estado três anos no top 5. A chegada ao Banco de Portugal fê-lo cair no "ranking".



Um governador poderoso
Poder dos governadores do Banco de Portugal, desde 2011

Só em 2014, o ano da resolução do BES, o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, foi mais poderoso do que Mário Centeno. Vindo diretamente das Finanças, o poder da sua palavra é muito forte.


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#12 - Miguel Maya

#12 - Miguel Maya

#Porque desce - Miguel Maya assumiu a liderança de um dos maiores bancos nacionais em 2018. Desde então tem tentado afirmar-se fora e dentro da instituição financeira, cumprindo as metas que lhe foram deixadas por Nuno Amado. A pandemia veio, no entanto, travar um objetivo que considera "muito importante": o pagamento de dividendos, num período em que a rentabilidade foi fortemente afetada pelos efeitos da covid-19, mas também pelos processos judiciais na Polónia que têm custado muitos milhões.

Recua um lugar no "ranking"
Evolução da classificação ao longo dos anos

Miguel Maya estreou-se nos Mais Poderosos em 2019. Desde então tem ocupado o 11.º lugar neste "ranking". Uma posição que perdeu este ano, descendo para a 12.ª posição.


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#13 - Pedro Castro e Almeida

#13 - Pedro Castro e Almeida

#Porque mantém - Num ano de crise económica sem precedentes, motivada pela pandemia, o Santander, à semelhança dos restantes bancos, viu os lucros serem fortemente penalizados. A isto, acresce uma reestruturação profunda que será efetuada este ano e que levará à saída de 685 trabalhadores da instituição. Apesar da turbulência do primeiro mandato, que chega ao fim este ano, Pedro Castro e Almeida manteve o Santander com resultados líquidos positivos e a apoiar a economia. Mantém a posição na lista.

Banqueiro mantém poder
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

Na lista desde 2019, ano em que assumiu a presidência do Santander em Portugal, Pedro Castro e Almeida chegou ao 13.º lugar no ano passado. Em 2021, mantém a posição.


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#14 - António Rios Amorim

#14 - António Rios Amorim

#Porque sobe - António Rios Amorim continua a brilhar à frente da líder mundial do setor da cortiça, num ano em que o grupo parece imune à covid-19, com lucros robustos e vendas acima de período pré-pandemia, sem levantar o pé na redução da dívida e em novas aquisições, tendo proclamado, com inovação, a vitória na guerra ao principal inimigo da cortiça (o sabor a mofo no vinho). E soma prémios de sustentabilidade. E mais esta: António assume com Cláudia Azevedo a vice-presidência da Business Roundtable Portugal.

Sempre a subir e imune à pandemia
Evolução do líder da Corticeira Amorim no "ranking" do Negócios

António Rios Amorim, que entrou na lista dos Mais Poderosos à oitava edição deste "ranking", galgou 30 posições nos últimos dois anos, das quais 14 este ano, surgindo em 14.º.


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#15 - Miguel Stilwell d’Andrade

#15 - Miguel Stilwell d’Andrade

#Porque sobe - Miguel Stilwell estreou-se na lista dos mais poderosos no ano passado, na 41.ª posição. Na altura, era o substituto interino de António Mexia. Mas no início deste ano o cenário mudou: tornou-se CEO eleito da maior empresa portuguesa. Pelo caminho, decidiu acumular a liderança da EDP com a da EDP Renováveis, centralizando todo o poder executivo do grupo. Desde então, apresentou um plano estratégico que é considerado o mais ambicioso de sempre da EDP, e já começou a pô-lo em prática.

Subida fulgurante
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

A estreia de Stilwell na tabela dos poderosos foi discreta, mas na edição de 2021 o gestor já ocupa um lugar condizente ao que é, historicamente, atribuído ao presidente da EDP.


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#16 - Paula Amorim

#16 - Paula Amorim
#Porque desce - Em termos empresariais, o último ano foi agridoce para Paula Amorim. Se na maior corticeira mundial, o negócio fundacional do grupo parece imune à pandemia, na Galp, que fechou 2020 no vermelho, a "chairman" teve de arrepiar caminho, substituindo o CEO escolhido pelo falecido pai por um inglês para acelerar a transição da petrolífera para as renováveis. Na esfera pessoal, com a covid-19 a prejudicar o negócio da Luxury no retalho, há uma JNcQUOI House em construção em Lisboa.

Sai do top 10 três anos depois
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

Paula Amorim entrou neste "ranking" em 2017 para a posição número 12, tendo segurado o 9.º lugar nos três anos seguintes, mas agora desceu sete degraus.


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#17 - João Leão

#17 - João Leão
#Porque sobe - João Leão tinha entrado no "ranking" em 2020, na sequência da sua promoção a ministro das Finanças, para a 21.ª posição. Agora sobe quatro posições, para o 17.º lugar. Com a chegada da pandemia de covid-19, as necessidades de financiamento das administrações públicas aumentaram brutalmente, pondo o ministro no centro das decisões. O equilíbrio entre endividar mais o país e apoiar as empresas e as famílias depende da palavra de Leão, que decide até que ponto pode deixar subir o défice.

Leão ganhou poder em pandemia
Evolução da posição na lista dos Mais Poderosos

Há cerca de um ano à frente do Ministério das Finanças, João Leão soube reforçar o seu poder em plena pandemia sanitária. Mesmo assim, Centeno foi sempre mais poderoso.


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#18 - Paulo Fernandes

#18 - Paulo Fernandes
#Porque sobe - A bolsa de Lisboa assistiu a um evento que não acontecia desde 2014. A chegada de uma nova empresa com potencial para entrar no PSI-20 e ser uma das maiores cotadas na bolsa nacional. Foi a Greenvolt, extraída da Altri, uma das empresas nas quais Paulo Fernandes faz parte do núcleo de acionistas fundador. O trio de companhias associado a este núcleo - Cofina, Altri e Ramada - passou pela pandemia com alguns sobressaltos, mas com lucros, e até engordou, formando agora um quarteto com a Greenvolt.

Entre os 20 primeiros
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

Está na lista dos Mais Poderosos desde o início. Tem oscilado de posições, até que este ano a Greenvolt valeu a Paulo Fernandes a subida ao 18.º lugar.


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#19 - Vasco de Mello

#19 - Vasco de Mello
#Porque sobe - Em janeiro entregou a presidência executiva do grupo José de Mello ao seu irmão Salvador, mantendo-se como "chairman", já depois de concretizada a venda de 40,6% da Brisa que permitiu à holding fechar 2020 com um resultado líquido de 355 milhões de euros, reforçar os capitais próprios para 830 milhões e reduzir o passivo bancário em 3,2 mil milhões. Vasco de Mello entrou agora num novo desafio, a liderança da associação Business Roundtable Portugal, que quer pôr Portugal a crescer.

Sempre nos poderosos
Evolução no "ranking" do Negócios ao longo dos anos

Apesar dos altos e baixos, Vasco de Mello tem sido presença assídua nos Mais Poderosos do Negócios, subindo em 2021 uma posição.


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#20 - Emmanuel Macron

#20 - Emmanuel Macron
#Porque desce - O liberal Emmanuel Macron tem vindo a somar vitórias na frente europeia, num crescendo de relevância que pode aumentar ainda mais com a saída de cena da chanceler Angela Merkel. No entanto, na frente interna, Macron continua a enfrentar dificuldades, não só ao nível da afirmação política e capacidade de implementar reformas, mas sobretudo pela forte contestação de que vem sendo alvo. A incerteza quanto à reeleição em 2022 reduz o seu poder.

Presidente francês cai 13 posições
Evolução da posição do Presidente francês no "ranking" dos Mais Poderosos

Macron caiu 13 posições e está agora em 20.º lugar. Apesar da influência na UE, o seu futuro é incerto. A descida deve-se também a mudanças de outros poderosos dentro do "ranking".


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#21 - Margrethe Vestager

#21 - Margrethe Vestager

#Porque desce - É um dos nomes mais sonantes do executivo comunitário e, na pasta da Concorrência, prova há mais de meia década que não tem receio de desafiar o poder de gigantes, seja na área da tecnologia ou noutros setores. É pelas mãos da política dinamarquesa que passam ajudas estatais a empresas europeias para fazer frente à pandemia. Além da Concorrência, tem estado ativa a trabalhar naquele que poderá ser o primeiro quadro regulatório para a inteligência artificial. Desce por causa da subida de outros protagonistas.

Vestager perde força na lista
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

A política dinamarquesa está presente no "ranking" desde 2017. Ao longo dos anos tem escalado posições, mas em 2021 cai sete posições face ao 14.º lugar conquistado no ano passado.


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#22 - António Simões

#22 - António Simões

#Porque entra - Com um currículo em que contabiliza sucessos há vários anos, incluindo uma passagem de quase uma década pela McKinsey (consultora da qual foi eleito sócio aos 30 anos) e pelo HSBC, grupo onde liderou a divisão do Reino Unido e, mais tarde, a operação europeia, António Simões entra para a lista dos Mais Poderosos depois de assumir a direção da operação europeia do Santander e a presidência executiva do banco em Espanha, numa altura em que o setor atravessa reestruturações profundas.

Uma entrada para o 22.º lugar
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

O diretor da operação europeia do Santander e presidente executivo do mesmo banco em Espanha passa a integrar a lista dos Mais Poderosos com uma entrada direta para o 22.º lugar.


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#23 - João Lourenço

#23 - João Lourenço
#Porque desce - A pandemia de covid-19 teve um impacto tremendamente negativo na economia de Angola e isso contribuiu para diminuir a capacidade de influência do país e também a sua importância para algumas empresas nacionais. Acresce que o combate à corrupção fragmentou a elite que gravitava à volta de Eduardo dos Santos e que tinha as portas abertas em Portugal. O Estado angolano mantém, todavia, um peso assinalável por via do BCP e da Galp.

Sempre em queda desde a estreia
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos

Desde a estreia na lista dos Mais Poderosos, o Presidente angolano tem vindo a perder lugares ano após ano, o que denota a menor relevância do capital angolano em Portugal.


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#24 - António Pires de Lima

#24 - António Pires de Lima

#Porque reentra - António Pires de Lima entrou pela primeira vez na lista dos Mais Poderosos em 2013, quando aceitou a pasta de ministro da Economia do governo liderado por Passos Coelho. Estava então no 26.º lugar, do qual caiu em 2015 para 39.º. Agora, o gestor reentra no ranking para a 24.ª posição, depois de ter sido o escolhido para substituir Vasco de Mello na presidência executiva da Brisa, que passou no ano passado a ser controlada por um consórcio de investidores internacionais.

Um regresso aos mais poderosos
Evolução no "ranking" do Negócios

António Pires de Lima integrou a lista dos Mais Poderosos quando foi ministro da Economia. Hoje é CEO da Brisa e está de regresso, numa posição mais elevada.


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#25 - Dionísio Pestana

#25 - Dionísio Pestana
#Porque desce - O presidente do maior grupo hoteleiro português evolui no "ranking" dos Mais Poderosos à boleia do turismo português. Com os recordes sucessivos que o setor foi acumulando nos anos que antecederam a pandemia e a crise sem precedentes que ela trouxe, Dionísio Pestana chegou a ocupar o 21.º lugar desta lista, em 2019. Agora, com o setor ainda em crise e sem certezas quanto ao momento da retoma, o empresário madeirense volta a perder poder, pelo segundo ano consecutivo.

Há nove anos entre os poderosos
Evolução da posição no "ranking" dos 50 Mais Poderosos do Negócios

Dionísio Pestana ocupa um lugar na lista dos Mais Poderosos, que integra desde 2013, pelo nono ano consecutivo. A crise gerada pela pandemia leva a uma nova queda no "ranking".


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#26 - António Mota

#26 - António Mota
#Porque sobe - A família de António Mota reduziu a sua participação na Mota-Engil de 65% para 40% com a entrada dos chineses da CCCC. A quarta maior construtora do mundo tem agora mais de 32% do grupo português, que vê nesta parceria uma oportunidade para ganhar obras de maior dimensão, entrar em novos mercados e aceder a financiamentos, com melhores condições, da banca chinesa. O empresário, que não gosta de vender nada, trocou o controlo pelo crescimento futuro da Mota-Engil.

Empresário sobe quatro posições
Evolução nos últimos anos no "ranking" do Negócios

António Mota tem subido no "ranking" dos Mais Poderosos. O acordo com a CCCC perspetiva para a Mota-Engil mais músculo para ganhar dimensão.


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#27 - António Horta Osório

#27 - António Horta Osório
#Porque entra - Depois de ter estado uma década no Lloyds, banco que recuperou e deixou com lucros - e que lhe garantiu uma condecoração -, António Horta Osório assumiu um novo desafio num banco de referência, mas que está a passar por uma crise de confiança. É o primeiro estrangeiro a assumir o cargo de "chairman" no Credit Suisse. Por cá, ganhou uma maior visibilidade ao aceitar o convite para ser presidente do conselho de administração da farmacêutica portuguesa Bial, onde vai ajudar a definir a estratégia da empresa.

De regresso aos poderosos
Evolução no "ranking" do Negócios

António Horta Osório reentra nos mais poderosos este ano, depois de ter ficado de fora em 2020. O gestor já esteve muito próximo do topo, chegando a 8.º lugar em 2015.


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#28 - José Luís Arnaut

#28 - José Luís Arnaut
#Porque desce - José Luís Arnaut recua este ano seis posições na lista d’Os Mais Poderosos da economia em grande parte devido às consequências da pandemia numa das áreas a que está ligado. A ANA-Aeroportos, de que é chairman, também não escapou à crise que o setor da aviação tem estado a viver. Com a recuperação do setor, e tendo em conta as relações privilegiadas e transversais que o advogado mantém no mundo dos negócios, da política e do futebol, nos próximos anos tenderá a subir na lista restrita dos 50 Mais Poderosos.

Um recuo à medida da crise
Evolução de José Luís Arnaut na lista d’Os Mais Poderosos

O advogado surge este ano alguns lugares mais abaixo na tabela dos mais poderosos, muito por força da crise causada pela pandemia, que afetou algumas das áreas onde se movimenta.


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#29 - Carlos Tavares

#29 - Carlos Tavares
#Porque desce - Num ano em que concluiu a fusão entre a PSA e a Fiat Chrysler e foi nomeado para liderar o gigante nascido desta aliança, o quarto maior grupo automóvel mundial, Carlos Tavares desce na tabela devido ao impacto da pandemia no setor automóvel. Além da quebra na produção e vendas sentida no primeiro embate, a covid trouxe outro grande desafio à indústria automóvel: a escassez de "chips". A Stellantis tem conseguido resistir, mas estas condicionantes, segundo o gestor português, estão para durar.

Uma descida arrastada pelo setor
Evolução ao longo dos anos no "ranking" do Negócios

Após se estrear a meio da tabela em 2019, Carlos Tavares manteve a posição em 2020, mas este ano cai, por força do impacto que a pandemia e a crise dos "chips" está a ter no setor automóvel.

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#30 - João Pedro Oliveira e Costa

#30 - João Pedro Oliveira e Costa

#Porque entra - João Pedro Oliveira e Costa integra a lista dos Mais Poderosos pela primeira vez este ano. Entra depois de, em 2020, ter assumido a presidência executiva do BPI, um dos maiores bancos do sistema português. Numa altura em que a banca é chamada a dar resposta a uma crise económica sem precedentes, da qual Portugal ainda não está recuperado, o poder dos banqueiros torna-se incontornável. Com 30 anos de casa nesta instituição, Oliveira e Costa enfrenta os próximos tempos com "prudência".

Um estreante entre os poderosos
Evolução da classificação na lista dos Mais Poderosos

João Pedro Oliveira e Costa entra na lista dos Mais Poderosos para a 30.ª posição. Anteriormente já Ulrich tinha estado como presidente do BPI no "ranking".



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#31 - João Castello Branco

#31 -  João Castello Branco

#Porque desce - João Castello Branco entrou em 2018, na sequência da morte de Pedro Queiroz Pereira, para o "ranking" dos Mais Poderosos e é ele hoje a cara do maior grupo industrial nacional. A OPA lançada pela holding das três filhas do empresário para tirar a Semapa da bolsa - que considerou "oportuna" - falhou, mas a Sodim tem agora 83% do grupo que controla a Navigator e a Secil. A pandemia levou a uma quebra de 14% dos lucros da Semapa em 2020, que ainda assim foram de 107 milhões.

A descer dois lugares no ranking
Evolução no "ranking" dos Mais Poderosos ao longo das edições

Pedro Queiroz Pereira figurou sempre entre os Mais Poderosos, mas em 2018 passou a ser João Castello Branco a representar o poder do grupo Semapa, de que é CEO. 


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#32 - António Ramalho

#32 -  António Ramalho

#Porque mantém - O Novo Banco continuou a estar no centro das polémicas, levando mesmo à criação de uma comissão parlamentar de inquérito. Em cima da mesa estiveram as injeções de capital do banco, mas também as vendas de ativos e ainda os prémios atribuídos à gestão, apesar dos prejuízos registados até final de 2020. Apesar disto, António Ramalho conseguiu concluir o plano de reestruturação e levar o banco a registar lucros semestrais pela primeira vez na sua história.

Ocupa o 32.º pelo segundo ano
Evolução no "ranking" do Negócios

António Ramalho entrou no "ranking" em 2018. Conseguiu melhorar a sua posição um ano depois, mas acabou por se manter no 32.º lugar pelo segundo ano consecutivo.


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#33 - Luís Marques Mendes

#33 - Luís Marques Mendes

#Porque desceEm 2021, Luís Marques Mendes desceu para a 33.ª posição da lista d’Os Mais Poderosos do país, perdendo uma estrela na influência política. Além da distância crescente relativamente a Rui Rio, presidente do PSD, lhe limitar capacidade de influência e acesso a informação privilegiada, as intervenções semanais de Marques Mendes têm vindo a perder algum eco. Ainda assim, continua a ser um amigo próximo de Marcelo e mantém poder mediático, com palco semanal no horário nobre da SIC.

Pelo sétimo ano no top 50
Evolução da posição de Marques Mendes no ranking d’Os Mais Poderosos

Marques Mendes está pelo sétimo ano consecutivo no Top 50 dos mais poderosos na política e economia do país. Ainda assim, este ano perdeu poder de influência.


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#34 - Henrique Gouveia e Melo

#34 - Henrique Gouveia e Melo

#Porque entra - Tem nas mãos o plano de vacinação, essencial à retoma económica e que, desde a semana passada, passou a ser o critério essencial para o avanço nas novas fases de desconfinamento. Elogiado pelo Presidente da República e pelo primeiro-ministro, e considerado pelos portugueses, que numa sondagem sobre a resposta à pandemia deram ao vice-almirante a melhor nota, Henrique Gouveia e Melo entra diretamente para o 34.º lugar da lista d’Os Mais Poderosos.

Uma estreia na lista
Evolução da posição na lista d’Os Mais Poderosos

Com uma prestação elogiada à frente da equipa responsável pelo processo de vacinação, o vice-almirante Gouveia e Melo entra diretamente para o 34.º lugar do ranking.


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#35 - António Soares

#35 - António Soares

#Porque entra - Muitas das operações jurídicas de peso dos anos mais recentes nos setores bancário e financeiro, nas fusões e aquisições, ou na área da concorrência passaram pelo escritório de Lisboa da Linklaters, que António Soares dirige. Por esta sociedade passou, por exemplo, a criação do Novo Banco, bem como posteriores assessorias à instituição liderada por António Ramalho. A completar 20 anos de presença em Portugal, a firma britânica e o seu atual líder entram, por direito próprio, na lista dos mais poderosos da economia nacional.  

Ano de estreia
Posição de António Soares no "ranking" do Negócios

O managing partner da Linklaters em Lisboa estreia-se na edição deste ano de Os Mais Poderosos da economia, com uma entrada para a 35.ª posição do ranking.


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#36 - Nuno Galvão Teles

#36 - Nuno Galvão Teles

#Porque entra - A Morais Leitão tem vindo a posicionar-se, cada vez mais, como uma das maiores sociedades de advogados do país, não só em dimensão, como em volume de faturação. Com clientes nacionais e internacionais, tem-se distinguido na assessoria jurídica em matérias como as fusões e aquisições ou energia, esta última a área de especialização de Nuno Galvão Teles. O advogado entra este ano, pela primeira vez, para a lista d’Os Mais Poderosos da Economia Portuguesa, logo para a 36.ª posição.

Primeira entrada para a Lista
Presença no ranking d’Os Mais Poderosos da Economia Portuguesa

O managing partner da Morais Leitão está pela primeira vez na lista d’Os 50 Mais Poderosos da Economia Portuguesa, entrando diretamente para a 36.ª posição.


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#37 - João Vieira de Almeida

#37 - João Vieira de Almeida

#Porque desce - João Vieira de Almeida lidera uma das mais destacadas sociedades de advogados em Portugal. A Vieira de Almeida e Associados terá faturado no ano passado qualquer coisa como 70 milhões de euros (os números oficiais não são públicos), com um crescimento de 6,1% face ao ano anterior. A sociedade está presente como assessora em grandes negócios e tem um confortável portfólio de clientes. O advogado desce quatro lugares no grupo dos mais poderosos, mas essa descida resulta da dinâmica da lista. 

Sete anos entre os mais poderosos
Posição anual no ranking do Negócios

João Vieira de Almeida tem mantido uma posição estável na lista dos 50 Mais Poderosos elaborada anualmente pelo Negócios. A descida, este ano, resulta da dinâmica da lista.


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#38 - Margarida Matos Rosa

#38 - Margarida Matos Rosa

#Porque sobe - Sob a liderança de Matos Rosa, a Autoridade da Concorrência já mostrou que não dá tréguas. No último ano, a abertura de processos e a sanção de práticas ilícitas manteve um ritmo acelerado. O mediatismo das empresas visadas e a dimensão das multas, em setores como as telecomunicações e a distribuição, contribuíram para o contínuo ganho de notoriedade do trabalho da AdC. O ano ficou ainda marcado pela discussão sobre a transposição da diretiva ECN+, que deverá reforçar alguns poderes. 

Em escalada contínua
Evolução de Margarida Matos Rosa no "ranking" do Negócios

A cada ano, mais perto do topo. A presidente da AdC tem vindo a conquistar posições no círculo dos mais poderosos desde que entrou na lista. Um reflexo da sua marca no cargo.


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#39 - Rui Rio

#39 - Rui Rio

#Porque desce - O presidente do PSD tem o seu poder como líder social-democrata em jogo nas autárquicas de finais de setembro. Por outro lado, na mesma medida em que se distanciou do governo do PS para tentar afirmar-se como verdadeira alternativa, viu o Executivo de António Costa afastar-se e ignorar canais de diálogo com o PSD. Desta forma, os sociais-democratas veem, por exemplo, reduzir-se a margem de influência em matéria de discussão orçamental, o que acaba por se refletir na perda de poder de Rui Rio. 

Rio inverte reforço de poder
Evolução no "ranking" dos 50 Mais Poderosos ao longo dos anos

Desde a chegada à presidência social-democrata, Rui Rio vinha escalando posições na lista do Negócios. A aparente proximidade do ocaso da liderança explica esta queda.


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#40 - Daniela Braga

#40 - Daniela Braga

#Porque entra - Daniela Braga faz a estreia na lista dos Mais Poderosos. A DefinedCrowd, a empresa que criou em 2015, tem atraído atenção internacional e tem algumas das maiores tecnológicas como clientes. A empresa recolhe, estrutura e enriquece bases de dados para modelos de inteligência artificial (IA). As distinções à empresa e a inclusão em listas de relevo, da Forbes até ao Fórum Económico Mundial, sucedem-se. Este ano, foi convidada para integrar a "task force" para IA dos Estados Unidos da América.

Estreia nos Poderosos
Evolução da fundadora e CEO da DefinedCrowd na lista dos Poderosos.

Daniela Braga estreia-se na lista dos Mais Poderosos este ano, ocupando a 40.ª posição. O convite para integrar a "task force" de IA da maior economia mundial é um ponto relevante. 


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#41 - António Portela

#41 - António Portela

#Porque entra - A quase centenária Bial, que é liderada pela quarta geração da família Portela, não só é a maior farmacêutica portuguesa como ousou fazer parte da elite mundial criadora de medicamentos - já tem dois à venda em todo o mundo e está a preparar o lançamento do terceiro. Sob a liderança de António, criou recentemente um centro de I&D nos Estados Unidos, onde prevê investir mais de 100 milhões de euros, está a ampliar a atual unidade industrial na Trofa e a construir uma nova fábrica de antibióticos.

Estreia na lista dos poderosos
Evolução do CEO da Bial no "ranking" do Negócios

António Portela entra pela primeira vez na lista dos 50 Mais Poderosos do Negócios. A estreia justifica-se por liderar o maior e fortemente inovador grupo farmacêutico português.


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#42 - José Neves

#42 - José Neves

#Porque reentra - José Neves regressa ao "ranking" dos Poderosos, depois da estreia em 2019. A sua Farfetch terminou 2020 com um investimento de peso, no valor de 1,15 mil milhões de dólares, logo pela mão de duas gigantes: a chinesa Alibaba e a suíça Richemont. Em 2021, a empresa "atacou" o mercado chinês, conquistando novos clientes. Mas o trabalho de José Neves não se fica pelo luxo. Em setembro de 2020, lançou uma fundação em nome próprio, onde a educação tem um papel central.

De regresso à lista
Evolução do fundador da Farfetch na lista dos poderosos

José Neves estreou-se na lista dos Mais Poderosos em 2019, na 50.ª posição. Depois de sair da lista no ano passado, está de regresso para ocupar o 42.º lugar.


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#43 - Francisco Pinto Balsemão

#43 - Francisco Pinto Balsemão

#Porque desce - Francisco Pinto Balsemão já não desempenha funções executivas na sua Impresa e este ano esteve arredado dos holofotes. Ainda que, quando o Expresso fez a 2.500.ª edição, Balsemão voltou a dar uma entrevista ao seu jornal para falar, acima de tudo, de jornalismo. A pandemia confinou o "chairman" da Impresa mais do que gostaria, mas já houve entretanto conselhos de Estado - onde tem assento - presenciais, nomeadamente aquele que recebeu Ursula von der Leyen.

Desde sempre nos mais poderosos
Evolução ao longo dos anos no "ranking" do Negócios

Francisco Pinto Balsemão é dos poucos que se mantêm nos Mais Poderosos do Negócios desde o primeiro ano. Mesmo não tendo funções executivas, o seu poder ainda é muito grande.


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#44 - Gabriela Figueiredo Dias

#44 - Gabriela Figueiredo Dias

#Porque desce - Gabriela Figueiredo Dias tem sido incansável à frente da Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM). Desde os esforços de dinamização do mercado de capitais português ao pulso firme em processos difíceis e mediáticos. Nos últimos anos, enfrentou auditoras, passou multas pesadas e ainda lidou com o Luanda Leaks. Pôs a andar uma verdadeira revolução regulatória no mercado de capitais português. Só que o seu mandato na CMVM terminou, e a saída acontecerá.

Uma descida na lista
Evolução da presidente da CMVM na classificação na lista dos poderosos

Gabriela Figueiredo Dias, presidente da CMVM desde novembro de 2016, está na lista dos Mais Poderosos pelo 3.º ano consecutivo. Desce um lugar, para a 44.ª posição.


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#45 - Pedro Nuno Santos

#45 - Pedro Nuno Santos

#Porque desce - Pelo terceiro ano consecutivo, Pedro Nuno Santos desce na tabela dos Poderosos. Desta vez cai 10 posições. O impacto da crise pandémica em setores que tutela, como a aviação, as polémicas relacionadas com o novo aeroporto de Lisboa, que não descola do papel, os concursos desertos na ferrovia ou habitação, apesar dos milhões da bazuca, e, ainda, as relações mais tensas com o primeiro-ministro explicam esta quebra de relevância. Mesmo assim, mantém popularidade e apoio junto da máquina partidária.

Pelo quarto ano na lista
Evolução no "ranking" dos 50 Mais Poderosos

Este é o quarto ano que Pedro Nuno Santos integra a lista dos Mais Poderosos do Negócios. As tensões com o primeiro-ministro têm prejudicado a evolução no "ranking".


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#46 - Ana Catarina Mendes

#46 - Ana Catarina Mendes

# Porque entra - Na sequência da formação do segundo Governo liderado por António Costa, Ana Catarina Mendes substitui Carlos César na chefia da bancada parlamentar socialista e, desde então, tem assumido um papel de crescente centralidade no PS. A liderança férrea dos deputados socialistas é demonstrativa do seu poder de influência, apoiado pela participação no mediático programa "Circulatura do Quadrado". A proximidade face ao secretário-geral e primeiro-ministro adensa o seu peso na vida política nacional.

Uma estreia na lista dos poderosos
Evolução de Ana Catarina Mendes nos Mais Poderosos ao longo dos anos

Ana Catarina Mendes entra pela primeira vez na lista. A estreia é justificada pela proximidade com o primeiro-ministro e pelo crescente protagonismo político que tem vindo a assumir.


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#47 - Jerónimo de Sousa

#47 - Jerónimo de Sousa

#Porque desce - Jerónimo de Sousa e o PCP continuam a ser o principal garante de viabilização dos orçamentos do Executivo liderado por António Costa. No entanto, a covid-19 e a aparente alienação do Bloco de Esquerda enquanto partido parceiro do Governo deixam os comunistas fortemente pressionados a assegurar a aprovação, mesmo que via abstenção, das contas públicas de 2022. Caso contrário, o ónus de uma crise em plena pandemia tenderia a ser assacado ao PCP e ao seu secretário-geral.

Jerónimo perde poder
Evolução dos Mais Poderosos ao longo dos anos

Depois da estreia em 2016 e das subidas no ranking do Negócios em 2017 e 2018 à medida que a geringonça ganhava estabilidade política, o líder comunista tem permanecido relativamente estável nos últimos lugares.


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#48 - Miguel Almeida

#48 - Miguel Almeida

#Porque mantém - A Nos é um dos principais operadores de telecomunicações em Portugal, serviço que foi ainda mais crítico na pandemia que atirou os portugueses para casa. O poder de Miguel Almeida advém da empresa que lidera. O gestor foi escolhido para presidir à Nos, depois da fusão da Zon com a Optimus. É um gestor que saiu da "escola" da Sonae, que este ano até reforçou o seu poder na Nos, com as investigações a Isabel dos Santos e o arresto das suas participações a ditar o princípio do fim da parceria na Nos.

Mantém-se pelos últimos lugares
Evolução de Miguel Almeida nos Mais Poderosos ao longo dos anos

São dois anos consecutivos em 48.º lugar no "ranking" dos Mais Poderosos do Negócios. Entrou em 2014, mas entretanto saiu e voltou a entrar em 2020.


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#49 - Alexandre Fonseca

#49 - Alexandre Fonseca

#Porque desce - Entrou na lista dos Mais Poderosos em 2020 por liderar uma das maiores empresas do setor das comunicações. CEO da Altice Portugal, Alexandres Fonseca desce, no entanto, no ano em que avançou com um despedimento coletivo na empresa e em que se fala na eventual venda do negócio em Portugal por parte do grupo francês. Alexandre Fonseca entrou na Altice Portugal pela mão de Armando Pereira e Patrick Drahi, que poderão querer vender já a companhia, em função do preço que conseguirem.

Segundo ano na lista
Evolução nos Mais Poderosos ao longo dos anos

Alexandre Fonseca entrou na lista dos Mais Poderosos do Negócios em 2020. É, pois, o segundo ano a constar no "ranking", tendo descido, em 2021, duas posições.


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#50 - António Costa Silva

#50 - António Costa Silva

#Porque entra - A entrada e estreia de António Costa Silva neste ranking do Negócios decorre, desde logo, da eclosão da pandemia e da necessidade de recuperar, económica e socialmente, dos efeitos devastadores causados pela covid-19. O consultor foi incumbido de pensar como fazer essa reconversão do país, vendo depois parte das suas ideias vertidas no Plano de Recuperação e Resiliência, que começa a dar os primeiros passos no terreno. Costa Silva foi ainda escolhido para presidir à comissão de acompanhamento do PRR.

Estreia nos mais poderosos
Evolução dos Mais Poderosos ao longo dos anos

O especialista em energia e conhecedor profundo do Médio Oriente entra pela primeira vez no "ranking" do Negócios à boleia do papel determinante assumido na construção e, agora, na supervisão do PRR.


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Decorridas seis semanas, já é conhecida a lista dos Mais Poderosos de 2021 elaborada pelo Negócios. Os 50 nomes escolhidos abrangem áreas que vão da política ao mundo empresarial passando pela supervisão e advocacia.

Da lista contam políticos de várias áreas, supervisores e empresários ligados a setores que vão da energia à banca, passando pelas telecomunicações, tecnologia ou indústria.