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Os Mais Poderosos de 2020 estão a chegar ao 30.º lugar

O Negócios já divulgou os 19 últimos lugares da tabela dos Mais Poderosos de 2020. Conheça quem os ocupa e porque estão nessa posição.

Negócios jng@negocios.pt 08 de Agosto de 2020 às 10:00

#31 - Rui Rio

#31 - Rui Rio
#Porque sobe - Rui Rio falhou o primeiro assalto ao poder nas legislativas de 6 de outubro de 2019, mas assegurou a permanência no cargo nas diretas do PSD, em janeiro, o que pode valer uma segunda tentativa de chegar a primeiro-ministro, dependendo do calendário da legislatura. Lidera agora a oposição a um Executivo que já não tem acordos assinados à esquerda e que, devido à pandemia, procura entendimentos alargados com os sociais-democratas, cujo líder passa a ter mais capacidade de influenciar as medidas do Governo.

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#32 - António Ramalho

#32 - António Ramalho
#Porque desce - A "limpeza" do legado que herdou do Banco Espírito Santo tem levado o Novo Banco, sob a liderança de António Ramalho, a registar perdas avultadas e a pedir, todos os anos, injeções de capital ao Fundo de Resolução para repor os rácios de capital. Operações que têm mantido a instituição financeira e o gestor debaixo de fogo. As críticas têm chovido de todos os quadrantes da sociedade, desde o Presidente da República ao primeiro-ministro até aos partidos da esquerda à direita. O seu mandato termina este ano.

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#33 - João Vieira de Almeida

#33 - João Vieira de Almeida
#Porque sobe - A participação destacada da sociedade de advogados que é por si liderada na venda da Brisa, considerada uma das maiores transações do ano a nível europeu, bastaria para justificar a subida no de João Vieira de Almeida no "ranking", ainda que seja de apenas um lugar. Além do mais, a sua firma de advocacia terá ocupado a primeira posição do pódio em termos de faturação - 66 milhões de euros em 2019 - no conjunto das sociedades de advogados nacionais.

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#34 - Francisco Pinto Balsemão

#34 - Francisco Pinto Balsemão
#Porque sobe - Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa, que detém o Expresso e a SIC, sobe este ano no "ranking" dos Mais Poderosos pelos ajustamentos na lista. Está, no entanto, praticamente ao mesmo nível dos anos anteriores. O Expresso, durante a pandemia, até aumentou as vendas. E a SIC manteve-se líder em sinal aberto, mesmo tendo perdido Cristina Ferreira. Devido à covid-19, o Governo antecipou a compra de espaço publicitário na comunicação social. A Impresa foi a que mais recebeu.

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#35 - Pedro Nuno Santos

#35 - Pedro Nuno Santos
#Porque desce - O reforço de relevância que a crise económica trouxe para as áreas tuteladas pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação não foi suficiente para impedir a queda de quatro posições no ranking do Negócios. Esta deve-se, sobretudo, à degradação das relações entre Pedro Nuno Santos e o primeiro-ministro, António Costa, que pode reduzir a margem de atuação do ministro. Dentro do PS, Pedro Nuno Santos mantém grande influência, que o deixa bem colocado para vir a suceder a António Costa na liderança do partido.

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#36 - Catarina Martins

#36 - Catarina Martins
#Porque sobe - É coordenadora do terceiro maior partido e pode ser decisiva para a estabilidade política dos próximos anos. No ranking dos poderosos do Negócios desde 2016, Catarina Martins sobe ligeiramente em 2020 sobretudo por uma questão relativa, devido a outras descidas. Embora tenha o poder de viabilizar um Orçamento do Estado, não é a única. Perdeu influência desde que, nas últimas eleições, em outubro do ano passado, o PS reforçou a sua posição e recusou um acordo com o Bloco para a legislatura.

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#37 - Jorge Magalhães Correia

#37 - Jorge Magalhães Correia
#Porque sobe - Jorge Magalhães Correia é quem dá a cara pela Fosun em Portugal. Uma relação de confiança cada vez mais próxima e que tem alimentado o protagonismo do "partner" global do grupo chinês. Está à frente da Fidelidade, a maior seguradora em território nacional, mas é também vice-presidente do conselho de administração do BCP, onde trabalha lado a lado com Nuno Amado e Miguel Maya. Além disso, o gestor marca presença na administração da REN e da Luz Saúde.

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#38 - Elisa Ferreira

#38 - Elisa Ferreira
#Porque reentra - Após integrar, até 2018, o ranking do Negócios por ser número dois do Banco de Portugal, no ano passado Elisa Ferreira não constou da lista dos Mais Poderosos, ausência que refletiu a saída do banco central para a Comissão Europeia. Pertencer ao órgão executivo da União Europeia é, por si só, sinónimo de poder. Mas sendo Portugal um dos chamados países da coesão e estando a caminho um volume recorde de fundos europeus, a comissária portuguesa terá palavra decisiva sobre os futuros apoios e investimentos.

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#39 - Lucília Gago

#39 - Lucília Gago
#Porque sobe - A PGR não está pessoalmente envolvida nas investigações, mas é aqui o rosto da instituição. Além disso, é ela quem comanda toda a cadeia hierárquica e quem decide quem está onde, nos vários cargos de maior poder e responsabilidade dentro da estrutura, para onde indica ou nomeia pessoas da sua confiança. Nos últimos anos o Ministério Público tem protagonizado grandes investigações na criminalidade económica e as acusações e pronúncias estão agora a aparecer, como o caso BES ou Tancos.

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#40 - Margarida Matos Rosa

#40 - Margarida Matos Rosa
#Porque sobe - A Autoridade da Concorrência é só por si uma entidade poderosa. Tem-no demonstrado nos últimos anos, com a condenação, por práticas anticoncorrenciais, de grandes empresas nacionais, das telecomunicações à energia, passando, claro, pelo sistema financeiro. O ano passado ficou concluída a acusação há muito esperada do designado cartel da banca. Agora a prova virá do tribunal. Margarida Matos Rosa ficará, já, para a história pela mão pesada para com os poderosos do país.

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#41 - Miguel Stilwell de Andrade

#41 - Miguel Stilwell de Andrade
#Porque entra - Miguel Stilwell de Andrade assumiu em julho os comandos da EDP, a empresa mais valiosa do PSI-20. Uma função que está a ser assumida interinamente, após a suspensão de António Mexia no âmbito da investigação ao caso EDP, mas que só por si vale um lugar no "ranking" dos Mais Poderosos. E é ele que está a liderar o processo do aumento de capital da elétrica para reforçar a sua presença em Espanha, acumulando as suas habituais funções de administrador financeiro com a liderança executiva e estratégica da EDP.

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#42 - Edmundo Martinho

#42 - Edmundo Martinho
#Porque entra - As consequências sociais da pandemia vieram alargar o papel da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o que justifica a estreia de Edmundo Martinho. A dimensão do orçamento que gere é elucidativa do peso económico desta instituição, com um historial recente de investimentos envolto em polémica. Muito ligado a Vieira da Silva, Edmundo Martinho foi durante o governo de Sócrates presidente do Instituto da Segurança Social, que está a transferir competências e equipamentos para a Santa Casa.

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#43 - Gabriela Figueiredo Dias

#43 - Gabriela Figueiredo Dias
#Porque sobe - Lidera a CMVM há quase quatro anos, um período no qual se tem batido pela defesa dos direitos dos investidores e pelo desenvolvimento dos mercados. Além da fraca visibilidade do mercado português, tem ainda lidado com dossiês difíceis, como as falhas de fiscalização no BES - cuja ação da CMVM levou ao cancelamento de atividade de auditores da KPMG -, o Luanda Leaks e, mais recentemente, a pandemia. O governo das sociedades é uma área onde identifica falhas, preocupando-a o caso EDP, que levou à suspensão de gestores.

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#44 - Jerónimo de Sousa

#44 - Jerónimo de Sousa
#Porque sobe - A subida de uma posição de Jerónimo de Sousa no ranking dos mais poderosos deve-se a ajustamentos de terceiros. De 2019 para 2020 pouco mudou em matéria de poder. Pessoalmente, Jerónimo pode estar a um passo de deixar de ser secretário-geral - o congresso realiza-se em novembro -, mas o seu poder é o do cargo que ocupa e esse mantém-se igual. A geringonça está fragilizada mas ainda é com ela que o Governo conta para se manter no poder. E aí - por vontade do PS, é certo - o PCP é o partido-chave.

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#45 - Graça Freitas

#45 - Graça Freitas
#Porque entra - Na frente do combate à pandemia desde março, Graça Freitas entra este ano para o top dos poderosos sobretudo pela influência mediática que tem. Ouvida diariamente por milhares de portugueses, as recomendações da diretora-geral da Saúde têm impactos diretos na economia, o que fez também com que ganhasse influência política. Embora mais recentemente esteja algo fragilizada, Graça Freitas ficará na história como a diretora-geral da Saúde que combateu a mais dura crise de Saúde Pública dos últimos anos.

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#46 - Fernando Medina

#46 - Fernando Medina
#Porque entra - Apesar das dificuldades que enfrenta, na sequência da pandemia, Lisboa passou os últimos anos a subir pontos nos rankings turísticos internacionais e encheu os cofres com as taxas cobradas aos visitantes. Anunciando obra, Fernando Medina soube retirar dividendos disso. Dentro do PS, tem um percurso muito bem definido, ainda que também com concorrência aberta. Na câmara e fora dela, granjeia apoios da esquerda à direita. Protegido do primeiro-ministro, é admirado por Ferro Rodrigues, Marcelo e até Marques Mendes.

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#47 - Alexandre Fonseca

#47 - Alexandre Fonseca
#Porque entra - Alexandre Fonseca lidera a antiga PT desde novembro de 2017 o que, só por si, justifica a influência do gestor em Portugal. Tem nas suas mãos o futuro de cerca de 8 mil trabalhadores diretos e 10 mil indiretos, bem como a gestão de uma carteira de mais de 7 milhões de clientes. E já demonstrou que tem o apoio e confiança total do acionista para gerir o mercado português. Razão pela qual este ano entra nos Mais Poderosos, em substituição de Patrick Drahi, fundador do grupo Altice.

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#48 - Miguel Almeida

#48 - Miguel Almeida
#Porque reentra - Miguel Almeida não tem tido uma presença constante na lista. Este ano, porém, fruto da forte resiliência que o setor demonstrou durante uma crise pandémica, Miguel Almeida volta a integrar o "ranking" dos Mais Poderosos. Além disso, o gestor já deu provas que consegue ultrapassar vários tipos de obstáculos, como a instabilidade acionista originada pelo Luanda Leaks ou os prejuízos do primeiro trimestre. E que, quando entra numa batalha, é para sair vencedor.

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#49 - Humberto Pedrosa

#49 - Humberto Pedrosa
#Porque reentra - Humberto Pedrosa integrou a lista dos Mais Poderosos do Negócios em 2015, ano em que se associou a David Neeleman para ganhar a privatização da TAP. Com um império nos transportes - desde autocarros a comboios, passando por metros ligeiros -, fez este ano parte da solução para a companhia aérea nacional, a viver uma forte crise devido à pandemia. O ministro das Infraestruturas chamou-lhe "empresário patriota". Pedrosa provou que entra nos negócios para ficar.

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#50 - Carlos Alexandre

#50 - Carlos Alexandre
#Porque entra - Carlos Alexandre foi o magistrado que, no Tribunal Central de Investigação Criminal, deu voz de prisão a José Sócrates em 2014, mantendo-o em prisão preventiva por quase um ano. Foram anos de grande agitação para a justiça e agora, o protagonismo de Carlos Alexandre volta a marcar presença. Desta vez tem em mãos casos como o da EDO - em que ordenou recentemente a suspensão de funções de António Mexia e Manso Neto, ou o de Tancos, no âmbito do qual acaba de ser acusado o ex-ministro da Defesa.

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