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Reconhecer pessoas e empresas que inspiram

“Vamos prestigiar os que mais se destacam no tecido empresarial português e que mais contribuem para a economia nacional”, disse Pedro Castro e Almeida, presidente da Comissão Executiva do Santander Portugal, no lançamento da iniciativa Portugal Inspirador.

Filipe S. Fernandes 29 de Outubro de 2021 às 14:00
Pedro Castro e Almeida, presidente da Comissão Executiva do Santander Portugal
Pedro Castro e Almeida, presidente da Comissão Executiva do Santander Portugal
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Portugal Inspirador é uma parceria entre o Santander, o Jornal de Negócios, o Correio da Manhã e a CMTV. Pedro Castro e Almeida, presidente presidente da Comissão Executiva do Santander Portugal, refere que, "em todas as disrupções, podemos encontrar líderes da nossa sociedade que deram o exemplo. Há pessoas que nos inspiraram, há empresas que se superaram, há empreendedores que nos surpreenderam. É para eles que queremos desenvolver esta iniciativa."

O que é a iniciativa Portugal Inspirador?
Os últimos dois anos foram marcados por um vírus que mudou a sociedade. Para lá das implicações diretas ao nível da saúde, houve sobretudo uma disrupção da nossa organização social. Todos passámos por mudanças de hábitos, de opiniões, todos tivemos momentos difíceis em que a ansiedade tomou conta de nós, mas também pudemos ver o que de melhor há na humanidade. E, como em todas as disrupções, pudemos encontrar líderes da nossa sociedade que deram o exemplo.

Há pessoas que nos inspiraram, há empresas que se superaram, há empreendedores que nos surpreenderam. É para eles que queremos desenvolver esta iniciativa.

A iniciativa Portugal Inspirador é o nosso reconhecimento a quem nos inspira. Vamos prestigiar aqueles que mais se destacam no tecido empresarial português e que mais contribuem para a economia nacional.

Durante cerca de seis meses, iremos focar quatro grandes áreas: agricultura; turismo e serviços; sustentabilidade e economia social e inovação, tecnologia e indústria. Em cada uma destas quatro temáticas iremos encontrar um grande vencedor que estará acompanhado por outras duas menções honrosas. Iremos também premiar a personalidade do ano em cada uma destas áreas.

Contamos com júris de grande prestígio que vão garantir a qualidade e a isenção de todas as candidaturas. Penso que é uma iniciativa ímpar no nosso país, a qual espero que possa não só trazer um justo reconhecimento a quem mais contribui, mas também inspirar-nos a todos a fazer mais e melhor pela sociedade onde estamos.

O que motivou o Santander a lançar esta iniciativa, feita em parceria com o Correio da Manhã e com o Negócios?
É importante referir que o Santander é um banco universal. Apoiamos de forma dedicada clientes particulares e empresas de pequena, média e grande dimensão. E a verdade é que o tecido empresarial português sabe que pode contar com o Santander para o apoiar. Os números assim o mostram. Com uma quota de mercado em empresas acima de 20% (valores de novos empréstimos 2021), o Santander é inequivocamente um dos grandes pilares de apoio do tecido empresarial português.

É importante referir que as micro, pequenas e médias empresas constituem 99% do tecido empresarial da União Europeia e desempenham um papel fundamental no crescimento económico e na promoção da competitividade. Portugal não é exceção. No nosso país, as PME são responsáveis por grande parte do valor gerado, empregando mais de 3 milhões de pessoas.

Partindo deste princípio, tomámos a iniciativa de criar uma chancela através da qual possamos dar um reconhecimento tanto às empresas como aos empresários que mais têm contribuído para a economia portuguesa. Durante estes meses vamos dar a conhecer os nomeados de cada temática através de conteúdos editoriais em televisão, imprensa e digital e através de encontros dedicados a cada uma das quatro temáticas. E iremos começar já em novembro.

Porquê estes quatro grandes temas (agricultura; turismo e serviços; sustentabilidade e economia social e inovação, tecnologia e indústria) no centro da iniciativa?
Obviamente poderíamos ter foco no peso que cada um destes temas tem na economia portuguesa e a empregabilidade de cada um deles. No entanto, preferimos olhar para o futuro acreditando que a chave do progresso social se encontra dentro destes quatro grandes eixos.

O modelo do Banco Santander é um modelo de proximidade capaz de corresponder a todo o tipo de clientes, independentemente da sua dimensão. Contamos com uma equipa dedicada e especializada dispersa por todo o país, assegurada por uma rede de balcões e de centros de empresas com conhecimento local.

Desde a agricultura, cada vez mais moderna e eficiente, que talvez já se pudesse chamar de setor primordial em vez de primário - pela sua importância na nossa economia -, passando pelo turismo, que é reconhecidamente um dos grandes recursos da nossa geografia - e que tem ganho prémios e reconhecimentos mundiais como sendo um dos melhores do mundo -, ou mesmo pela inovação tecnológica, sem a qual Portugal não conseguirá competir com os grandes mercados internacionais, todos eles cumprem um papel na recuperação e modernização de Portugal.

O tema da sustentabilidade e economia social é algo que consideramos especialmente relevante não só no momento atual, mas como um conjunto de valores e princípios que devem fazer parte do nosso ADN, quer pela emergência climática, cujos efeitos já se sentem, quer também pelo seu aspeto social, porque molda a sociedade e os valores humanos que queremos ter na sociedade de amanhã.

Quais as expectativas para esta 1.ª edição?
Como diz o nome da iniciativa, inspirar e ser inspirados. Mas sobretudo afirmar de forma convicta que o Santander é o banco das empresas. Estamos a iniciar um novo ciclo, com um novo quadro comunitário de apoio. Este é o momento de pôr à disposição da economia portuguesa todos os meios financeiros, e, por isso, queremos deixar muito claro que apoiamos as empresas e os empresários que se saibam reinventar e ajustar às exigências do mercado para enfrentar os desafios que o futuro lhes coloca.

Conceitos como inovação, sustentabilidade e empreendedorismo são fundamentais para a criação de valor e desenvolvimento das empresas. Todos temos de crescer e criar condições para gerar riqueza.

Temos de conseguir modernizar as empresas, promover a sua capitalização e a criação de escala, temos de aprender a trabalhar em rede e temos de vencer o desafio da qualificação dos portugueses.