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CEO da Galp diz que ninguém impede angolanos de comprar acções

Manuel Ferreira de Oliveira desvalorizou os alegados desentendimentos entre os accionistas de referência da Galp, nomeadamente os angolanos da Sonangol e Américo Amorim.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 18 de Novembro de 2011 às 10:06
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Manuel Ferreira de Oliveira, falando no Hora H, do Negócios, desvalorizou os alegados desentendimentos entre os accionistas de referência da Galp, nomeadamente os angolanos da Sonangol e Américo Amorim.

O presidente da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, afirmou que “ninguém pode impedir que o capital angolano compre as acções da empresa”, lembrando que a Galp tem acções no mercado, que os investidores angolanos poderão adquirir.

Da mesma forma, sustentou Ferreira de Oliveira, também ninguém impede os investidores angolanos, hoje presentes de forma indirecta na Galp, de abandonar a companhia petrolífera.

O empresário Américo Amorim partilha essa opinião, tendo afirmado ao semanário "Sol", na sua edição de hoje, que "o mercado de capitais está aberto" e que "quem quer que seja pode ser accionista directo da Galp, comprando acções na bolsa".

Manuel Ferreira de Oliveira desvalorizou, durante a sua entrevista ao Negócios na iniciativa Hora H, os rumores de divergências entre os actuais accionistas de referência da Galp, onde se incluem a italiana ENI e a Amorim Energia, esta última controlada a 55% por Américo Amorim e a 45% pela Sonangol.

O gestor da Galp declarou-se “absolutamente tranquilo” em relação ao seu futuro na petrolífera, independentemente da decisão que os accionistas venham a tomar sobre o futuro da equipa de gestão da companhia.

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