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Francisco Rodrigues: "O discurso de poupança não deve ser associado a fatalismo"

Há variáveis psicológicas que podem ajudar a explicar a descida da taxa de poupança. E, para as contornar, é preciso começar a trabalhar desde cedo, defende Francisco Miranda Rodrigues.
Francisco Rodrigues: "O discurso de poupança não deve ser associado a fatalismo"
Francisco Rodrigues, Bastonário da Ordem dos Psicólogos
Raquel Wise
Raquel Godinho 31 de outubro de 2018 às 14:10

O bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses considera que "não há propriamente um discurso de poupança". "Mas era importante que existisse um discurso de poupança que não fosse associado ao fatalismo",

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