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Os seis traços de uma personalidade de eleição

Aqueles que são capazes de navegar contra o vento estarão na primeira linha das escolhas.

Negócios 06 de Junho de 2013 às 11:39
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A filosofia que norteia o prémio Excellens Oeconomia-Personalidade tem como objectivo galardoar "aqueles que são capazes de navegar contra o vento". A metodologia em que o júri se vai utilizar para seleccionar a Personalidade de 2012 baseia-se em 6 áreas de análise com as respectivas métricas e parâmetros.


Serão objecto de escrutínio tanto os "contributos na área de actuação", medidos pelo desempenho/resultados que tem obtido na área em que desempenha funções, como a "consistência e carreira". Nesta pretende-se controlar desempenhos que possam não ser consistentes, que "sejam apenas fogo-fátuo", como enfatiza António Correia da PwC. A "liderança", entendida como carisma e características pessoais amplamente reconhecidas, também é um dos vectores importantes a atribuição do prémio.


Seguem-se ainda três das categorias que poderão ser decisivas nas opções do júri. Trata-se da "inovação e criatividade", e que nas palavras de António Correia, possibilita "evitar premiar alguém que pontua bastante em um terço dos critérios simplesmente pela função que ocupa ou pela exposição mediática que possui historicamente".


Surge depois o critério "impacto na comunidade" em que os candidatos têm de demonstrar ter tido resultados efectivos. Finalmente no item "Portugal" tem-se em conta o contexto actual e logo o contributo para o reforço da imagem e para melhorar a situação do país.

 

 

 

Quais são os 6 pilares


Júri decidirá de acordo com estas áreas de análise.

 

1. Contributo na área de relevância

2. Consistência e carreira

3. Liderança

4. Inovação e criatividade

5. Impacto na comunidade

6. Portugal

 

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