Outros sites Cofina
Notícia

Vencedores: Prémios Exportação & Internacionalização

Conheça as 11 empresas distinguidas na 11.ª edição desta iniciativa

Filipe S. Fernandes 04 de Novembro de 2021 às 16:00
Mariline Alves
  • Partilhar artigo
  • ...
Exportação
Grandes Empresas Serviços
Vencedor - CJR II Renewables
Renováveis à moda do Minho
Sónia Fernandes, financial manager da CRJ, e Diana Ramos.

A CJR II Renewables atua no setor das energias renováveis, sobretudo em projetos de grande dimensão tanto na energia eólica como na energia solar, trabalhando de forma transversal o setor. Desenvolvemos a conceção e design do projeto e depois todos os trabalhos elétricos e civis, a montagem e a instalação de aerogeradores, o comissionamento, a operação e a manutenção de todo o projeto. Os nossos projetos são feitos nos países de destino", explica Miguel Rodrigues, executive board member.

Com sede em Guimarães, a CJR Renewables foi fundada em 2002 e é detida pelo grupo CJR, que nasceu a partir da construtora CJR- Cândido José Rodrigues, criada em 1970. Hoje tem negócios de engenharia e construção, construção de parques eólicos e solares, aluguer de equipamentos e centrais de produção. A CJR II Renewables exporta para 28 países, tem 840 empregados.

Para o futuro, a CJR II Renewables pretende continuar com o crescimento sustentado através da abertura de novos mercados e da consolidação dos mercados existentes. "Continuidade no investimento na inovação e aposta em recursos humanos, e um dos grandes objetivos é que os clientes continuem a depositar a confiança na empresa", resume Miguel Rodrigues.

O gestor da CJR II Renewables considera que, para se fazer a internacionalização, é importante ter um balanço financeiro robusto para suportar alguns desvios e surpresas que possam existir no percurso, e ter quadros devidamente formados e motivados para dar resposta às muitas solicitações da operação.

"A empresa deve ter um sistema de gestão adequado e que permita monitorizar os movimentos semanais e mensais. Um produto e um serviço diferenciadores são fundamentais, e depois ter resiliência e foco são importantes para o sucesso da operação", concluiu Miguel Rodrigues.


Exportação
PME Serviços
Menção Honrosa - Softmorphis
Ligar o passado ao futuro
João Nuno Moita, diretor comercial da Softmorphis (ao centro).

"A empresa Softmorphis existe como tal desde 2013. O seu core business tem a ver com inteligência de software e projetos de transformação de empresas que têm sistemas de suporte às atividades críticas do seu negócio desenvolvidas em tecnologias que são perfeitamente datadas e antigas", explicou João Nuno Moita, diretor comercial da Morphis Tech, marca comercial da Softmorphis.

Teve uma faturação de 7,58 milhões de euros, quase na sua totalidade exportado para sete países. Um dos objetivos é o crescimento que poderá ser alavancado com a expansão "da nossa oferta tecnológica com novos produtos que vamos lançar em breve", adiantou João Nuno Moita.

Este gestor considera que que há dois problemas principais, que são comuns a qualquer empresa tecnológica portuguesa, que têm a ver com a marca Portugal, e a experiência e custos de internacionalização, que são muito elevados.

Na sua opinião, "para concretizar a nossa estratégia de internacionalização achamos que é fundamental ter algo que é único, diferenciador e que é próprio. Não pode ser simplesmente através de competências tecnológicas que existem em todo o lado". Por isso, o conselho que dá a futuros exportadores é que estes se foquem "em algo que seja verdadeiramente diferenciador, único e que mais ninguém tem para poder fazer essa internacionalização de forma bem-sucedida".


Exportação
PME Serviços
Vencedor - ebankIT Omnichannel Innovation
Soluções para instituições financeiras
Ana Luísa Silva, diretora de marketing do e-bankIT (ao centro).

"É uma empresa tecnológica que desenvolve software num nicho de mercado muito específico. Trabalhamos para o mercado financeiro e para soluções omnicanal, que significa a capacidade das pessoas que têm interação financeira acederem às suas contas, fazerem transações e operações", referiu João Lima Pinto, board member do ebankIT.

Um spin-off em 2012 do grupo IT Sector com 35 técnicos especializados, e com o objetivo de criar uma unidade de produto, deu origem em 2014 ao ebankIT que segue uma estratégia de internacionalização desde o início. A ebankIT Omnichannel Digital Banking Platform é licenciada para instituições financeiras em 11 países, do Canadá ao Kuwait. Fatura 15,6 milhões de euros, conta com 84 e exporta 99% da sua produção.

Como explica João Lima Pinto, "a parte tecnológica dos produtos é feita a partir do Porto, estamos a contratar cada vez mais pessoas, mudamos para um escritório moderno no Porto e continuamos o percurso de expansão e de captação de colaboradores".

Em termos de internacionalização, a empresa utiliza a presença em feiras internacionais para mostrar as capacidades da solução, e depois atacar os mercados por várias ações para ter uma presença local, conhecer as realidades do mercado.

"As nossas soluções transformam completamente uma instituição financeira, e têm um peso importante no que é a cara e a estratégia de uma instituição financeira, porque tudo isso vem da nossa plataforma. As decisões estratégicas de um banco são decisões ponderadas, que envolvem as diversas partes de uma instituição financeira, desde as áreas tecnológicas e de negócio à administração do banco", conclui João Lima Pinto.


Exportação
Prémio Especial do Júri
Vencedor - BIAL
Farmacêutica e inovadora com matriz portuguesa
José Redondo, administrador da Bial (ao centro).

"Temos cerca de mil colaboradores, 170 na área I&D, onde temos feito uma grande aposta nos últimos 30 anos e em que investimos 20% da nossa faturação, tendo desenvolvido dois medicamentos para epilepsia, Zebinix, e outro para o Parkinson, Ongentys, que estão presentes nos maiores mercados mundiais. Isto significa que hoje exporta para 55 países e que representa 80% da faturação de 340 milhões de euros. Fruto destes medicamentos inovadores temos conseguido ter patentes nesses países, não só na Europa como nos Estados Unidos, Japão, Austrália, China e na Coreia", referiu António Portela, CEO da Bial.

A estratégia da farmacêutica portuguesa tem sido possuir filiais próprias na Europa, apesar das dificuldades em constituir equipas e adaptá-las à cultura da Bial. Por sua vez nos Estados Unidos, Japão, Austrália, China e na Coreia trabalham com parceiros, que são empresas farmacêuticas a quem licenciam a tecnologia, e que depois fazem a comercialização. "O grande desafio é como conseguimos trabalhar esta parceria para desenvolver o melhor possível o negócio", resumiu António Portela.

No entanto António Portela não esconde a ambição de um ter uma presença própria comercial nos Estados Unidos, tendo em 2020 adquirido uma empresa de biotecnologia, um laboratório de I&D. "É um primeiro passo pois queremos durante está década entrar nos Estados Unidos". Acrescentou que "os mercados mais interessantes e competitivos são os grandes mercados europeus, os Estados Unidos, o Japão e a China. Muitas vezes em Portugal temos tendência para mercados pequenos mas estes não valorizam a inovação e não conseguimos ter preços e margens boas como temos nos grandes mercados".

Em conclusão, António Portela considerou que "a nossa grande aposta tem sido na inovação e na internacionalização e porque entendemos que só criando produtos inovadores e de grande mais-valia terapêutica é que podem disputar o mercado internacional".


Exportação
PME Bens Transacionáveis
Menção Honrosa - Meamstyle 
Qualificação e organização são essenciais 
Liliana Mendes, acionista da Meamstyle (ao centro). 

"É uma empresa de confeção e vende o produto acabado. Existe há 24 anos e tem vindo a crescer de uma forma gradual e a satisfazer todos os nossos clientes. Hoje em dia 99% da produção é para exportação e o principal produto consiste roupas e jersey (fatos de treino, T-shirts) que têm o maior volume de vendas. Mas também fazemos camisas, um pouco de ganga. Temos uma oferta completa em termos de vestuário", explicou Pedro Mendes, que é, com Liliana Mendes, um dos acionistas da empresa.

Com fábrica em Barcelos, a faturação anual é 15,02 milhões de euros e o volume de exportações é de 14,8 milhões de euros, destina-se a sete países e cresceu 120,91% no volume de exportações.

Em termos de exportação, o maior desafio que enfrenta tem sido o do comércio com o Reino Unido devido ao Brexit, o que criou uma burocracia elevada e tem gerado mais demora para exportar para o Reino Unido. Tem ainda como principais mercados os nórdicos mas prepara-se para expandir e regressar ao mercado italiano.

Segundo Pedro Mendes há dois desafios exigentes. Por um lado, "a escassez de matéria-prima, com prazos muito superiores ao que estávamos habituados e o segundo é a escassez de mão de obra, não temos pessoas em Portugal para trabalhar em fábricas o que faz com que a velocidade com que se produz têxtil seja inferior ao passado", referiu Pedro Mendes.

Para uma boa exportação têxtil Pedro Mendes considera importante ter uma boa relação com o cliente, "porque é um mundo muito competitivo e facilmente o cliente troca por outra fábrica que faça menos 2% em cada peça. Tenham gente qualificada e uma empresa organizada, o que é essencial".


Exportação
Grandes Empresas Bens Transacionáveis
Vencedor - West Sea - Estaleiros Navais
Terceira doca para navios de maior dimensão 
Vítor Figueiredo, administrador da West Sea (ao centro).

A West Sea -Estaleiros Navais foi fundada em 2014 pelo Grupo Martifer com o propósito de explorar os terrenos e as infraestruturas dos antigos estaleiros navais de Viana do Castelo. A West Sea dedica-se à construção de navios, à conversão e à reparação naval e faturou, em 2020, 114,2 milhões de euros, com um volume de exportações 99,3 milhões de euros, mais 49,5% do que no ano anterior e tem 370 trabalhadores.

"A localização geográfica do estaleiro naval ficando no oceano Atlântico Norte, que é uma das localizações preferenciais para este tipo de atividade uma vez que fica na rota dos navios de marinha mercante e por isso potencia muito o mercado de reparação naval sobretudo para clientes estrangeiros, o que explica a nossa elevada taxa de exportação", afirmou Vítor Figueiredo, administrador do segmento naval do Grupo Martifer.

Em termos de futuro, a West Sea pretende dar continuidade à estratégia adotada. Para isso pretende aumentar a sua capacidade produtiva com a construção de uma terceira doca "que vai permitir receber navios de maior dimensão dos mercados tradicionais onde tem operado até agora, para permitir dar continuidade à excelência do serviço que tem prestado a nível de qualidade, rapidez de execução e incorporação de soluções de engenharia", considera Vítor Figueiredo.


Exportação
Prémio Revelação
Vencedor - Maporal
Os grandes desafios estão na Ásia
 Nuno Correia, CEO e acionista da Maporal, e Fernando Vicente, acionista (ao centro).

A Maporal dedica-se ao abate, transformação e comercialização de carne de porco, tem instalações fabris em Reguengos de Monsaraz, e a sua origem na Agrupalto, a maior associação de produtores de suínos em Portugal, fundada em 1994. Exporta a totalidade da produção para 34 países, entre os quais China, Rússia e Brasil, tendo faturado, até outubro de 2021, 32 milhões de euros e tem 120 empregados.

Como explicou Nuno Correia, CEO e acionista da Maporal, "garantimos aos nossos clientes a rastreabilidade da operação ao garfo e com o selo de bem-estar animal. Todas as explorações são próprias, trabalhamos num modelo de verticalização completa em toda a fileira. Fomos também os primeiros a ter as explorações monitorizadas e controladas online através da domótica pela FarmControl, que permite saber se os nossos animais estão em situação de conforto em tempo real e tudo isto dá confiança aos nossos clientes pela garantia de controlo de todo o processo".

Os processos de abertura de mercado nos produtos alimentares são extremamente exigentes e dependem de uma série de situações higieno-sanitárias garantidas e acompanhas pelo Estado português. "Abrir mercado em produtos alimentares demora no mínimo cinco anos, o desafio está em ter um plano estratégico e a empresa preparada para quando se entrar no mercado estarmos a competir ao nível dos melhores", considera Nuno Correia.

Nas ambições e futuros projetos da Maporal está entrar em mercados de valor acrescentado como o Japão e a Coreia do Sul e fortalecer alguns nichos de mercado na China, "onde existem muitas oportunidades", disse Nuno Correia. Outra aposta forte que está em perspetiva é o mercado das Filipinas, que são grandes consumidores de carne de porco.


Internacionalização
Prémio Internacionalização
Vencedor - Neuce
Tintas ibéricas com vocação africana
Catarina Lopes recebeu o prémio por Isidro Lopes, presidente da Neuce.

Fundado em 1988 em Santa Maria da Feira por Isidro Lopes, a Neuce é o segundo maior player do mercado das tintas ibérico e um dos grupos com maior crescimento no mercado africano, abrangendo 14 projetos comerciais e industriais, com 510 trabalhadores.

A Neuce produz e comercializa a partir de 10 países permitindo uma resposta eficaz às solicitações nacionais, regionais e continentais. Tem três pilares estratégicos-chave: a proximidade, a inovação e a sustentabilidade.

A sua estratégia de desenvolvimento passou pela entrada no mercado africano em 2007 com uma fábrica em Angola, a que seguiram unidades industriais em Moçambique, Cabo Verde, Gana e comerciais na Costa do Marfim, Senegal, Quénia e Nigéria.

Por outro lado, em 2016, a marca Dissoltin passou a ser parte integrante do Grupo Neuce e em 2019 concluiu o processo de aquisição de 100% do capital da empresa espanhola Cedria, que tinha uma rede de mais de 500 agentes em todo o território espanhol e na América do Sul, nomeadamente na República Dominicana, Colômbia, Venezuela e Caraíbas. Já em 2020, as empresas Titan Powder Coatings Espanha e Titan Powder Coatings Portugal tornaram-se as mais recentes integrantes neste grupo, potenciando a presença no mercado espanhol.

Consolidando a sua estratégia de internacionalização, em 2020, o grupo exportou de forma direta para 24 países registando um volume de exportações de 25,135 milhões de euros um crescimento de 198% em relação a 2019 e fatura 58,7 milhões de euros.


Exportação
Prémio Multinacional
Vencedor - Gallo Worldwide
A primeira marca portuguesa de azeite no mundo 
O Brasil é o maior mercado da marca Gallo.

A marca Gallo foi fundada em 1919 por Victor Guedes, e em 1989 foi adquirida pela Fima, empresa do grupo Unilever e Jerónimo Martins e, em 2009, foi feito um spin-off. Hoje a empresa é detida em 55% pela Unilever e 45% pela Monterroio, sub-holding da Sociedade Francisco Manuel dos Santos. Hoje a marca Gallo é a primeira marca portuguesa de azeite no mundo, e a quarta no ranking mundial, e, além dos azeites, está presente nas categorias de vinagres, molhos de pimenta e de azeitonas. Exporta para 37 países, tem 240 empregados.

O maior mercado é o Brasil em termos de volume, e, segundo Filipe Gonçalves, country manager Brasil da Gallo Worldwide, "é também a nossa oportunidade porque na categoria dos azeites o consumo per capita no Brasil não chega a um litro, comparando com os 8 a 9 litros de consumo per capita em países como Portugal, Espanha, Itália, Grécia, portanto há um grande potencial de desenvolvimento. A estratégia Gallo passa por desenvolver a categoria no Brasil, explorar novos mercados, estudar como levar a marca para outras categorias".


Exportação
Prémio Multinacional
Vencedor - Bosch Security Systems
O negócio da segurança e da engenharia
António Pereira, plant manager da Bosch Ovar (ao centro). 

A Bosch Ovar está inserida no Grupo Bosch e produz "serviços de engenharia e produtos na base da sensorização, de segurança e de conforto para a vida das pessoas", disse António Pereira, plant manager da Bosch. Exporta 99% da sua produção para 95 países, com um crescimento de mais 22% e tem uma faturação anual de 187 milhões de euros.

"A exportação é o ADN das empresas da Bosch em Portugal e é sempre desafiante, há concorrência dentro do grupo e extragrupo, o que nos leva a desafios constantes e a repensar o negócio, a olhar para o ecossistema como um todo, a apostar na competitividade mas sobretudo apostar na inovação e criatividade, processos, pessoas, geração de valor para os stakeholders", observou António Pereira.

Como referiu o plant manager da Bosch Ovar, "viemos de um crescimento acelerado de 2016 com 89 milhões de euros para 2021 com 187 milhões de euros". Além do aumento na área de produção tiveram um grande crescimento na área de desenvolvimento e os desafios são criar valor para os seus clientes, incrementar o customer centricity, ter o ecossistema mapeado". No fundo "os nossos focos e orientação são o ecossistema da Bosch Ovar: gerar valor acrescentado na área de serviços, da engenharia e na área nativa, que é a produção", sublinhou António Pereira.

Os mercados mais fortes são os Estados Unidos, América do Norte, Europa. "Temos mercados específicos e de nichos na Ásia, que queremos continuar a conquistar nos próximos tempo e incrementar a nossa quota de mercado em 20%", concluiu António Pereira.


Exportação
Prémio Jovem Empresa
Vencedor - Constrind
Manutenção internacional
Marco Cardoso e Nuno Menezes, administradores da Constrind (ao centro). 

Em 2015, três empreendedores, baseados nas suas experiências profissionais, criaram a Constrind, uma empresa no ramo da manutenção industrial, manutenção refratária, e que executa alguns trabalhos de serralharia e soldadura.

"Começámos com 30 trabalhadores na época mais difícil da manutenção industrial, que é no verão, em que há mais trabalho e exigência com cerca de três viaturas. Ao longo destes seis anos, a capacidade de responder às necessidades dos clientes levou à evolução em termos de mão de obra qualificada que fomos conseguindo recrutar e também formar para cerca de 280 trabalhadores, e para uma frota de mais de 45 viaturas", explica Nuno Branco Alves, diretor comercial e financeiro. Com instalações na Figueira da Foz, a Constrind fatura 8 milhões de euros, exporta 80% para 27 países.

Nuno Branco Alves sublinhou que atualmente há uma maior dificuldade de angariar mão de obra qualificada e a Constrind tem feito uma aposta na formação, que vai culminar na criação de um centro de formação em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz e com o IEFP.

A Constrind atua na manutenção de incineradoras, fornos de cimento, química, petroquímica, refinarias, fornos de alumínio. Como explica Nuno Branco Alves, "a manutenção refratária faz sentido em todas as indústrias, uma vez que o revestimento refratário permite que os equipamentos das fábricas tenham uma maior longevidade".

Para cada país e cada segmento têm de ser feitas formações e a Constrind tem seguros com coberturas contra quebras de produção ou acidentes, para salvaguarda dos clientes.


| As vencedoras de 2021

Os prémios Exportação premeiam as PME e grandes empresas que mais se distinguiram nas exportações no último ano, neste caso no ano de 2020. Os prémios Internacionalização premeiam os melhores casos de sucesso de internacionalização de PME e grandes empresas. O prémio realiza-se desde 2011, esta foi a 11.ª edição e já foram atribuídos mais 176 prémios, numa iniciativa do Jornal de Negócios e do Novo Banco em parceria com a Iberinform Portugal.

| Grandes Empresas Bens Transacionáveis
Vencedor
West Sea - Estaleiros Navais

| Grandes Empresas Serviços
Vencedor
CJR II Renewables

| PME Bens Transacionáveis
Menção Honrosa
Meamstyle
Menção Honrosa
Cristêxtil-Confecção

| PME Serviços
Vencedor
Ebankit Omnichannel Innovation
Menção Honrosa
Softmorphis

| Prémio Revelação
Vencedor
Maporal

| Prémio Multinacional
Vencedor
Bosch Security Systems
Vencedor
Gallo Worldwide

| Prémio Internacionalização
Vencedor
Neuce

| Prémio Especial do Júri
Vencedor
Bial
Mais notícias