S.Roque: De uma garagem para o mundo

A S.Roque deu os primeiros passos em 1983 pelas mãos de Manuel Sá na garagem de um familiar. Hoje exporta para cerca de 60 países e a meta é continuar a conquistar mais mercados.
Inês Lourenço
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Sara Ribeiro 21 de dezembro de 2017 às 16:44

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Há 34 anos, Manuel Sá decidiu criar um negócio por conta própria. Tal como grandes empresas de Sillicon Valley, começou a trabalhar numa pequena garagem de um familiar no Lugar de S.Roque, concelho de Vila Nova de Famalicão. A empresa era vocacionada para a prestação de serviços de serralharia mecânica e, desde logo, centrou a sua atenção nas empresas têxteis da região.
Em Novembro de 1983, com a entrada de um novo sócio, Joaquim Sá, é constituída uma sociedade por quotas e a empresa passar a chamar-se Serralharia Mecânica S.Roque, Lda. Apesar de continuar focada na prestação de serviços, nesse mesmo ano a empresa criou a sua primeira máquina automática de estampar artigos têxteis com formato circular. Uma aposta que foi bem recebida pelo mercado e que levou à expansão do negócio nos anos seguintes, quer em termos de equipamentos, quer geográficos.

39
Facturação
A S.Roque alcançou vendas de 39 milhões de euros no ano passado. Para 2017, prevê chegar aos 53 milhões de euros.

Hoje, está presente em praticamente todos os continentes, exportando para cerca de 60 mercados que vão desde Espanha, Alemanha, passando por Angola, África do Sul, China, Rússia, até à Colômbia ou à Argentina.
Em 2016 fechou o ano com mais de 39 milhões de euros de facturação. Um valor que este ano deve aumentar para 53 milhões.
As máquinas de estamparia têxtil lideram as exportações da S. Roque, que têm como principais destinos os EUA, China, Brasil e Índia. Mas os planos da empresa não ficam por aqui.
"Todos os anos abrimos novos mercados. Continuaremos fieis à estratégia que nos tem trazido tanto sucesso em termos de exportação", destacou Rui Machado CCO da S.Roque.

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