Manuel Sobrinho-Simões vence Prémio Saúde Sustentável

O Negócios e a Sanofi distinguiram um conjunto de instituições que se destacaram por promover acções de sustentabilidade na área da Saúde, numa cerimónia que decorreu esta terça-feira em Lisboa.
Manuel Sobrinho-Simões vence Prémio Saúde Sustentável
Bruno Simão/Negócios
Liliana Borges 07 de julho de 2015 às 22:54

Os vencedores dos Prémios de Saúde Sustentável foram anunciados esta terça-feira numa cerimómia no Hotel Ritz em Lisboa, que contou com a participação de Leal da Costa, secretário de Estado adjunto da Saúde. Manuel Sobrinho-Simões foi galardoado com o prémio Personalidade.

 

Os Prémios Saúde Sustentável são uma iniciativa do Negócios e da Sanofi que visa divulgar e incentivar boas práticas e a sustentabilidade da saúde em Portugal. Após a avaliação das candidaturas por um júri composto por 18 personalidades e presidido pelo antigo Presidente da República Jorge Sampaio, foram eleitos os seguintes vencedores:

 

Cuidados Primários: Unidade Local de Saúde do Nordeste

Cuidados Continuados: AMETIC – Apoio Móvel Especial à 3.ª Idade e Convalescentes

Cuidados Hospitalares: Hospital de Braga

Outras categorias: Associação Nacional de Farmácias

Destaque ainda para o Prémio Saúde Sustentável, que este ano foi entregue ao Manuel Sobrinho Simões, director do IPATIMUP. "Não há coisa melhor do que fazer a nossa obrigação e ter um prémio disso", disse ao receber o prémio.

Nesta 4.ª edição foram ainda distinguidas com menções honrosas quatro instituições:

 

Responsabilidade Ambiental: UCC - Unidade Convalescença Bella Vida Viana

Sustentabilidade Económico-Financeira: Centro Hospitalar do Porto – Serviço de Ortopedia

Qualidade Clínica e Resultados em Saúde: APDP - Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal

Experiência do Utente: UMAD – Unidade Móvel de Apoio Domiciliário do Centro Hospitalar do Alto Ave

Inovação e Tecnologias na Saúde: Centro Hospitalar Cova da Beira

 

Os critérios de avaliação (realizada em colaboração com a Accenture) passaram pela qualidade clínica e resultados em saúde, pela experiência do utente, pela atenção à responsabilidade ambiental e sustentabilidade económico-financeira e pela inovação tecnológica dos serviços.

 

Leal da Costa, secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, aproveitou o final da sessão para sublinhar que "é preciso que as discussões de saúde sejam feitas sem tabus e sem o sistemático politicamente correcto". "Vejo com algum agrado o uso crescente da palavra eficiência no léxico", disse Leal da Costa, acrescentando a necessidade de criar condições para que a sociedade se liberte do peso público e seja mais criativa, fazendo mais com menos e sendo mais eficiente.




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