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Adolfo Mesquita Nunes
Adolfo Mesquita Nunes 17 de junho de 2019 às 18:24

Lá vamos cantando e rindo

Estamos a criar um país com dois sistemas, um para os funcionários públicos, destinado a garantir eleições, e outro para o setor privado, que é sempre visto como supletivo, residual, algo que só pode existir quando o Estado deixa e quer e precisa.

O mesmo primeiro-ministro que há semanas jurava demitir-se em nome do rigor orçamental, que provocou uma crise política para evitar novas despesas fixas, que se assumiu como porta-voz estandarte das contas-certas-que-já-nã

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