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O país que prefere a mentira

A ministra das Finanças reconheceu ontem que dos 3900 milhões de euros de medidas de austeridade a aplicar em 2014, 95% vão vigorar durante mais de um ano. Este foi um dos pontos do orçamento do próximo ano mais criticados nos últimos dias. Porque a Constituição e o seu guardião-mor (?) só permite que se tomem medidas transitórias. Por isso, na opinião de alguns constitucionalistas, como a ministra não estabeleceu um limite temporal para as medidas, o Tribunal Constitucional deve chumbar o orçamento.

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