Empobrecer por estupidez própria

29.12.2020

A EDP faz muito bem em diversificar investimentos. Mas é pena que parte desses investimentos, que poderiam ficar em Portugal, criando riqueza e postos de trabalho, se transfiram para outras paragens... por estupidez do quadro regulatório.

Vamos pagar caro a governação à esquerda

28.12.2020

Em tempos escrevi aqui uma crónica sobre os efeitos nefastos de uma governação à esquerda: PS com apoio de PCP e Bloco de Esquerda. O texto visava contrariar a narrativa de que a esquerda se converteu a princípios de mercado.

A vergonhosa demagogia do PAN

27.12.2020

O PAN e André Silva ignoram que a caça, se enquadrada (e cumprindo a lei), é a melhor amiga da conservação das espécies: veja-se o que é feito para manter as populações de coelho bravo, perdiz e lebre. O caçador é quem menos tem interesse no extermínio das espécies. Porque se não houver animais... não há caça.

E agora, vai haver consequências?

22.12.2020

O Presidente da República diz que a forma como falou do ministro da Administração Interna é "paralela" àquela em que falou de Constança Urbano de Sousa (curiosamente tutelava o mesmo ministério), que teve de sair do governo. Mais: Marcelo deixou claro que não recebeu qualquer pedido de demissão de Eduardo Cabrita nem semelhante solicitação por parte do primeiro-ministro.

“Paletes” de expectativas

21.12.2020

O ministro da Economia parecia o mais sensato dos ministros de António Costa. Sóbrio, cuidadoso nas palavras e de discurso virado para as empresas... Mas o tempo mudou: a pandemia colocou pressão extra sobre a economia e, por isso, sobre o governo.

É preciso esconder algo? Chama-se os “boys”

17.12.2020

O ministro Eduardo Cabrita admite que a diretora do SEF poderia ter saído mais cedo. Mas não saiu. E não saiu, segundo o ministro, porque “nem o processo-crime nem o processo disciplinar a envolvem”.

Não era a direita que dividia os portugueses?

16.12.2020

A reestruturação da TAP está a servir para pôr a nu as contradições da esquerda. Senão repare: desde que se viu apertado, ao divulgar os 4 mil despedimentos e a brutal injeção financeira na empresa, Pedro Nuno Santos não perdeu tempo: correu a divulgar que os trabalhadores da TAP ganham mais do que a concorrência.

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