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Artigos de opinião deste autor

Das soberanias para as políticas comuns

29.06.2020

Ou a união de políticas para a Europa aproveita os recursos da união monetária e a escala do mercado interno comum, ou os Estados soberanos europeus serão Estados sem poder e sem defesa, cisnes moribundos cercados por cisnes negros.

As três crises

22.06.2020

A Europa da união monetária precisa da união bancária e da união fiscal para poder constituir uma unidade estratégica e resolver a crise dos Estados nacionais europeus.

A crise da convergência de crises

15.06.2020

Todos os anteriores equilíbrios instáveis se misturam agora num desequilíbrio generalizado, todas as contas deixaram de estar certas porque a realidade passou a ser outra.

A moldura da descontinuidade

08.06.2020

Num curto intervalo de tempo, os equilíbrios instáveis tornam-se desequilíbrios em ressonância, amplificando-se mutuamente numa dinâmica caótica. Dentro da descontinuidade, ninguém sabe para onde vai, só sabe que não volta para o que foi.

A desordem do mundo

02.06.2020

Há desordem no mundo quando se perde a referenciação ao padrão de equilíbrio e os ajustamentos às circunstâncias não têm um enquadramento orientador, mas ainda pode ter uma resposta na esfera da política.

Avançar sem mapas

26.05.2020

A solução para a dívida contraída e registada (e só os ignorantes podem pensar que não se paga) está na criação de valor dos activos para que a dívida venha a ser transformada em capital.

O passado sem futuro

19.05.2020

O nacionalismo ficou no passado que caiu na descontinuidade. Sem a escala comunitária europeia e sem as instituições monetárias e fiscais de uma área de moeda comum, nenhum Estado europeu terá meios para absorver o nível de dívida que teve de contrair.

Prioridade à política

13.05.2020

Depois da descontinuidade, o possível será estabelecido em função dos instrumentos e dos recursos. A dívida acumulada exige o instrumento Banco Central Europeu, porque só ele pode converter as dívidas nacionais em dívida perpétua da Zona Euro.

Da emergência à calamidade

05.05.2020

Enquanto não for restabelecido o fluxo de rendimentos, não se poderá sair da calamidade económica, e isso significa que se fica sem defesa perante a emergência de crises sanitárias.

A dívida e a dúvida

27.04.2020

Esta é uma crise económica imposta pela decisão de uma política sanitária que impõe a paragem das economias, não se resolve pela correcção dos balanços dos bancos nem pela adopção de políticas de ajustamento.

O vírus de um mundo novo

20.04.2020

Se onde estava capital passou a estar dívida, é no balanço do banco emissor que está a condição para que haja o restabelecimento das relações de mercado necessárias para se ter o crescimento económico que volte a transformar a dívida em capital.

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