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Paulo Querido paulo@querido.pt 08 de Maio de 2013 às 00:01

As coisas começaram a melhorar para a maioria dos espanhóis - diz Rajoy

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1. As coisas começaram a melhorar para a maioria dos espanhóis - diz Rajoy

A Espanha vive um momento otimista. Ou por outra: Mariano Rajoy diz que «a Espanha vai bem» e que «as coisas já começaram a ir melhor para a maioria dos espanhóis». O chefe do governo deu o exemplo da evolução do desemprego, que em abril foi a melhor dos últimos 5 anos.

 

O facto de todos os meses desses 5 anos terem sido negros não afeta a boa disposição de Rajoy. Nem o incumprimento da promessa de criação de emprego com que ganhou as eleições em 2011. Rajoy integra a maioria dos chefes políticos europeus que continua a dizer que a falta de crescimento económico se deve apenas aos desequilíbrios económicos acumulados: défice, inflação, balança comercial e dívida externa.

 

À crítica do estrondoso e repetido falhanço das previsões responde que todos os parceiros europeus as falharam. Tempos de facto curiosos: as elites que falham em conjunto espera que confiemos nelas porque... falham em conjunto.

 

 

 

2. HSBC

O britânico HSBC teve um desempenho digno de nota no primeiro trimestre: subiu os lucros quase 50% para os 8.430 milhões de euros. As despesas operacionais do maior banco da Europa caíram. É o melhor trimestre do banco em muitos anos, assinala-se na imprensa britânica. Talvez discordem 30.000 funcionários despedidos no programa de redução de custos que contribuiu para a entrada em «águas calmas», segundo o CEO Stuart Gulliver. E mais alguns milhares estão na calha.

 

 

 

3. BCE

É improvável que a baixa da taxa de juro levada a cabo na semana passada pelo Banco Central Europeu evite o aprofundar da recessão na zona euro. Os dados e análise da Markit confirmam a desesperança. Mario Draghi reagiu. Vai observar de perto os indicadores e «se necessário, estamos preparados para entrar em ação». Não afastou a hipótese de levar a taxa a zero, o que forçaria os bancos a colocar em ação alguns dos 100.000 milhões de euros que têm parqueados.

 

 

 

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