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Paulo Querido paulo@querido.pt 08 de Agosto de 2012 às 23:30

BoE acaba com ilusões: crescimento zero no Reino Unido

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1. BoE acaba com ilusões: crescimento zero no Reino Unido
A economia britânica está tão parada quanto as ondas no rio Tamisa. A estagnação é agora o cenário em que opera o Bank of England, que reviu de 0,8% para zero o crescimento para este ano. A descontinuidade nas previsões é notória: no anterior relatório o BoE ainda falava num crescimento de 2,7% para o biénio 2012-2013.

A nova estimativa é de 2%. Os cortes na despesa decididos pelo governo, a âncora da Europa, o mau tempo e até factores como a despesa com o Jubileu da Rainha afectam o país. E nem os Jogos Olímpicos, apesar de não estarem a correr mal, inverteram o rumo. O governador Mervyn King não tem pressa para estimular a economia.

Mas avisa que cortar a taxa de juro está fora de questão: não quer correr o risco de danificar algumas instituições financeiras, o que seria contra producente. A proporcionar alguma ajuda, fá-lo-á imprimindo mais moeda. O Reino Unido entra em recessão, como todos esperavam.



2. Petrobras
O Brasil estará exposto à volatilidade dos preços dos derivados de petróleo até 2020, disse a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. O câmbio não é o único factor da exposição. Mas foi apontado como responsável pelo desastrado segundo trimestre. Pela primeira vez em 13 anos, a Petrobras deu prejuízo. De 1.360 milhões de reais (538 milhões de euros). Mas ontem as acções subiram depois do governo ter admitido um aumento do preço da gasolina.



3. Google
Receitas de 395 milhões de libras (500 milhões de euros), 6 milhões em impostos, 24,1 milhões de prejuízo. Assim se resume o ano de 2011 da Google no Reino Unido. A empresa tem um exército de contabilistas que explora os buracos da lei britânica. Eric Schmidt já dissera que gostava de pagar mais. Também em Espanha a empresa é apontada por abusar da manipulação face à fiscalidade. Em ambos os casos o problema está, primeiro, do lado do legislador.



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