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Google propõe "tarifa verde" para incentivar renováveis

As "nuvens informáticas" comportam um preço elevado, quer na fatura energética quer em Relações Públicas.

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1. Google propõe "tarifa verde" para incentivar renováveis

As "nuvens informáticas" comportam um preço elevado, quer na fatura energética quer em Relações Públicas. Os grupos ambientalistas criticam as firmas que reivindicam o estatuto de "amigas do ambiente" e "eficientes", como a Google, quando afinal os seus data centers consomem imensa energia proveniente de fontes não-renováveis.

 

A Google acaba de propor uma "tarifa verde" para aplicar exclusivamente aos grandes consumidores industriais. O preço é ligeiramente mais caro mas em troca as empresas asseguram que investem o excedente na procura de novas fontes renováveis.

 

Além de "calar" os ambientalistas, a proposta é importante para toda a indústria americana de energia elétrica porque permite a continuidade dos investimentos nas renováveis, que têm vindo a diminuir. À medida que cumprem as metas legais de incorporação de renováveis, as elétricas deixam de investir em novos projetos. Ou seja, a "tarifa verde" substituiria os incentivos federais.

 

 

 

2. MICROSOFT/IBM

As tecnológicas suavizaram a pior semana de Wall Street nos últimos 5 meses. Além da Google, que fechou a sessão de sexta-feira a ganhar 4,4%, contribuiu também a  Microsoft, que terminou 3% mais rica. Ambas apresentaram resultados trimestrais acima das expetativas, animando o mercado e o índice Dow Jones, que andara em baixo por causa do desapontamento com o trimestre da IBM. O Dow fechou 0,1% acima da véspera, mas perdeu 2,1% na semana.

 

 

 

3. UNIÃO EUROPEIA

O G-20 exortou a União Europeia a avançar “urgentemente” com o processo de unificação bancária, “da maior importância para evitar a fragmentação do crédito que se tornou num obstáculo à recuperação económica global”. Mas a Alemanha mantém-se firme: essa união terá de ser alcançada através de um processo demorado e arriscado, mudando a legislação da UE. Enquanto a Alemanha quiser, o euro não sai da cepa torta.

 

 

 

 

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