Paulo Querido
Paulo Querido 29 de maio de 2013 às 23:30

OCDE baixa expetativas sobre economia mundial (e zona euro)

Tópicos – as palavras que fazem as notícias do mundo

1. OCDE baixa expetativas sobre economia mundial (e zona euro)

O Brasil ultrapassou o México na lista dos países onde se vive melhor: é agora o 33º classificado entre as economias mais avançadas do planeta, segundo o índice da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico que funciona como uma alternativa ao PIB. As projeções da organização para a economia mundial, que incluem dados locais, fizeram as manchetes em todo o mundo.

 

Em síntese, apontam para a fraqueza da retoma a nível global e prevêem um crescimento menor do que há 6 meses: será de 3,1% e não de 3,4%. Para a zona euro a expetativa é baixa: crescimento zero. Países como o Reino Unido devem investir nas infraestruturas públicas para acelerar a economia. Convém recordar que as análises da OCDE comportam alguma controvérsia.

 

Que por vezes espelha contradições como as diferentes conclusões sobre Portugal, que estava no «rumo certo» para... o não cumprimento das metas do défice, que andará pelos 6,4% do PIB este ano.

 

 

 

2. Liberty Reserve

Uma das menos conhecidas empresas de moeda virtual saltou para a fama de um momento para o outro. A Liberty Reserve é acusada pelas autoridades federais americanas de lavagem de dinheiro. Aponta-se para um valor de 6.000 milhões de dólares de origem criminosa branqueados pelo sistema. O fundador da Liberty Reserve, Arthur Budovsky, foi detido em Madrid com o seu braço direito. Houve mais três detenções, incluindo na Costa Rica, sede da empresa.

 

 

 

3. Comissão Europeia

Foram ontem publicadas no site oficial as recomendações da Comissão Europeia. Desta vez com ênfase no regresso ao crescimento e à criação de emprego. Confirmada em letra oficial está, portanto, a mudança política na União Europeia: fim das consolidações orçamentais excessivas que estrangulavam alguns estados e mais tempo para a redução dos seus défices. Menos austeridade é agora o tom para os 27. Repetindo: é oficial.

 

 

 

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