Raquel Godinho
Raquel Godinho 11 de fevereiro de 2018 às 21:15

As pesquisas e as tendências dos mercados 

A semana passada foi para esquecer para os investidores. Ou, então, para ser recordada pelas quedas significativas dos principais mercados accionistas.

O actual "bull market" já dura há vários anos, nas principais bolsas mundiais. E, em períodos de alguma fraqueza, a conhecida expressão "buy the dip" (comprar na queda) tem conseguido ganhar destaque nas pesquisas dos investidores. Mas, na última semana, foi mais do que isso que aconteceu. De acordo com o MarketWatch, nunca as referências a "buy the dip" nos media e nas redes sociais foram tão elevadas. Isso pode indicar que os "traders" e os investidores individuais procuraram os activos que pudessem escapar às perdas generalizadas. E que também os jornalistas quiseram encontrar alternativas. E, de facto, nos últimos dias, depois da maior queda desde 2011 em Wall Street, muitos especialistas quiseram apontar os melhores caminhos para os investidores. Na sexta-feira, por exemplo, o Bank of America/Merrill Lynch publicou uma nota de investimento na qual realça que "os investidores devem procurar comprar na correcção pois os fundamentais continuam a ser favoráveis". Todos querem encontrar as melhores oportunidades.

 

Jornalista

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mais votado O grande Problema atual do Investidor 11.02.2018

O primeiro problema do Investidor
será descobrir estratégias que ensaios retrospetivos indiciem serem rendíveis,
e razões teóricas levem a supor poderem serem persistentes.
Mas a seguir vem o que provavelmente hoje será
o “grande Problema do investidor”:
enfrentar concorrência feroz
que pode levar um rápido exaurir de todo o potencial de geração
de rendibilidades supranormais (Alfas),
em relação a qualquer promissora estratégia
que emergiu de um “walk - forward test” (WFT).
Segundo consta, a referida estratégia de “buy the dip”,
poderá estar na origem de alguns excecionais resultados passados.
Mas, independentemente do resultado do WFT que com ela venha a realizar,
para mim a questão mais essencial e prévia é esta:
como poderei "blindar" uma concretização de tal estratégia
de forma a poder defendê-la eficazmente da concorrência?
Fazê-lo é atualmente uma "lança em África",
o que aconselha a que, na busca e estudo de novas estratégias,
se comece exatamente por aí.

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O grande Problema atual do Investidor 11.02.2018

O primeiro problema do Investidor
será descobrir estratégias que ensaios retrospetivos indiciem serem rendíveis,
e razões teóricas levem a supor poderem serem persistentes.
Mas a seguir vem o que provavelmente hoje será
o “grande Problema do investidor”:
enfrentar concorrência feroz
que pode levar um rápido exaurir de todo o potencial de geração
de rendibilidades supranormais (Alfas),
em relação a qualquer promissora estratégia
que emergiu de um “walk - forward test” (WFT).
Segundo consta, a referida estratégia de “buy the dip”,
poderá estar na origem de alguns excecionais resultados passados.
Mas, independentemente do resultado do WFT que com ela venha a realizar,
para mim a questão mais essencial e prévia é esta:
como poderei "blindar" uma concretização de tal estratégia
de forma a poder defendê-la eficazmente da concorrência?
Fazê-lo é atualmente uma "lança em África",
o que aconselha a que, na busca e estudo de novas estratégias,
se comece exatamente por aí.

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