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Camilo Lourenço
Camilo Lourenço 19 de junho de 2017 às 00:01

Como os sindicatos escondem a cabeça na areia

Há alturas em que se percebe porque existe um divórcio crescente entre sindicatos e trabalhadores. O caso da banca é elucidativo. Paulo Marcos, presidente do Sindicato dos Quadros e Técnicos bancários, diz que não há razão para manter os despedimentos na banca: Não há fundamento económico para continuar esta sangria (...). Compete alertar que o processo atingiu os seus objectivos".

Paulo Marcos está errado: a banca tem (ainda) milhares de trabalhadores a mais. E o processo de digitalização da economia vai acelerar essa tendência (caro leitor, quantas vezes foi ao seu banco nos últimos 12 meses?).

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