Patrícia  Abreu
Patrícia Abreu 05 de março de 2018 às 20:30

Congresso pode parar Trump. Mas será que quer? 

Trump confirmou de forma oficial que os EUA vão impor tarifas sobre a importação de aço e alumínio. A notícia espoletou reacções um pouco por todo o mundo, com empresas e países a fazerem contas à vida.

A última semana ficou marcada por mais um "tweet" bombástico de Donald Trump. Tal como já é hábito, foi através desta rede social que o Presidente norte-americano adiantou que as indústrias norte-americanas de aço e alumínio precisam de um "comércio livre, justo e inteligente". Depois desta mensagem, Trump confirmou de forma oficial que os EUA vão impor tarifas sobre a importação de aço e alumínio. A notícia espoletou reacções um pouco por todo o mundo, com empresas e países a fazerem contas à vida. A medida é tudo menos consensual e o líder da Câmara dos Representantes norte-americana, Paul Ryan, mostrou-se muito preocupado com a proposta de tarifas de Donald Trump. Segundo adiantou um porta-voz de Ryan à Reuters, o responsável espera que o Presidente norte-americano reconsidere as consequências desta medida e volte atrás. Mas, segundo o Business Insider, o Congresso tem o poder para travar Trump. A Constituição dos EUA dá o poder ao Congresso de fixar tarifas. O Presidente apenas pode implementar estas taxas porque o Congresso lhe confere esse poder. E, diz a mesma notícia, caso assim o entenda pode fazer novas leis que lhe retiram esse poder. A questão é se o quer fazer.

 

Jornalista

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mais votado Consequências de não ir votar em dia de eleições.. 06.03.2018

Amiúde em democracia,
quem decide as eleições não são os que vão votar,
são os que não vão,
com a autojustificação que não vale a pena o trabalho
porque não é um voto a mais ou a menos que conta.
E se um número significativo assim pensar,
acontecem casos como o de demagogos
sem um mínimo de preparação humanística,
serem eleitos para cargos com responsabilidades planetárias,
com consequências potencialmente dramáticas
no sentido de evolução da História e dos Povos.
A esperança é que o efeito seja efémero,
que os Eleitores aprendam a lição
e que não dêem tempo aos potenciais candidatos a Neros ou a Hitleres,
de deixarem na sua esteira rasto maligno e irreversível .
O Povo Americano continua a ser respeitado
por ter tido Presidentes como Lincoln, Roosevelt, Kennedy e outros,
e expressem-se votos para que breve se dissipem consequências
de por ora ocupar o lugar dos primeiros,
alguém com experiência,
não no campo das Humanidades,
mas como empresário de... luta livre!

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Consequências de não ir votar em dia de eleições.. 06.03.2018

Amiúde em democracia,
quem decide as eleições não são os que vão votar,
são os que não vão,
com a autojustificação que não vale a pena o trabalho
porque não é um voto a mais ou a menos que conta.
E se um número significativo assim pensar,
acontecem casos como o de demagogos
sem um mínimo de preparação humanística,
serem eleitos para cargos com responsabilidades planetárias,
com consequências potencialmente dramáticas
no sentido de evolução da História e dos Povos.
A esperança é que o efeito seja efémero,
que os Eleitores aprendam a lição
e que não dêem tempo aos potenciais candidatos a Neros ou a Hitleres,
de deixarem na sua esteira rasto maligno e irreversível .
O Povo Americano continua a ser respeitado
por ter tido Presidentes como Lincoln, Roosevelt, Kennedy e outros,
e expressem-se votos para que breve se dissipem consequências
de por ora ocupar o lugar dos primeiros,
alguém com experiência,
não no campo das Humanidades,
mas como empresário de... luta livre!

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