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Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 15 de Junho de 2016 às 21:45

Eu nunca gostei de vitórias fáceis

A euforia dos últimos dias foi tanta, tanta, que bastou um empate com a Islândia para voltarmos a pôr os dois pés no chão. Bolas, ó Nani, podias ter cabeceado em condições. E, Ronaldo, a sério que acertaste duas vezes seguidas na barreira? Isto não estava nos planos.

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Mas não fomos um desastre. Só não fomos eficazes. É por isso que não estou descrente.


É só lembrar que, nas últimas competições, a nossa sina é esta. Há quatro anos perdemos o primeiro mas conseguimos ganhar à Dinamarca com um golo do Varela a três minutos do fim. Em 2004 voltámos a escorregar no início e depois fomos brilhantes a ganhar à Rússia e à Espanha. No play-off que jogámos com a Bósnia também empatámos o primeiro jogo. Mas depois não perdoámos.


Sempre que estivemos obrigados a ganhar, habituámo-nos a ganhar. Quando pareciam favas contadas é que nos fomos embora mais cedo. Como em 2008 ou 2014.

No fim de contas, quem é que não gosta de vitórias suadas e especiais? Eu prefiro essas. E vamos bem a tempo delas. 

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