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Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 28 de Maio de 2018 às 20:35

Fundos correm atrás dos máximos do petróleo  

As bolsas americanas têm vivido um período dourado, com os índices num ciclo de ganhos há quase uma década. Mas, nem todas as empresas beneficiaram de igual forma com esta escalada.

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É o caso das acções do sector da energia, que foram preteridas pelos investidores durante muito tempo. Mas, com a forte recuperação dos preços do petróleo, esta situação está a alterar-se. De acordo com um relatório do Goldman Sachs, citado pelo MarketWatch, quer os fundos de cobertura de risco quer os fundos de investimento aumentaram de forma expressiva a sua exposição às acções do sector da energia no primeiro trimestre do ano. É a primeira vez, desde 2012, que os fundos estão a sobreponderar estas empresas, segundo o mesmo relatório. A aposta na energia surge num ano em que o petróleo é a estrela, com a matéria-prima a negociar em máximos de 2014, impulsionado pelas tensões geopolíticas e pela reposição das sanções americanas ao Irão. Para já este movimento está a revelar-se certeiro. Desde o início do ano, o Brent, em Londres, sobe mais de 12%, enquanto o WTI, em Nova Iorque, ganha mais de 10%. A questão é se o "ouro negro" vai conseguir manter o ritmo de ganhos, ou se está a ficar sem energia.

 

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