Fernando Ilharco
Fernando Ilharco 01 de março de 2018 às 20:18

Não ser a melhor equipa

No quotidiano competitivo dos dias de hoje, cheio de surpresas, os bons profissionais estão em muitas organizações. Mas nem todas as organizações têm a qualidade dos seus profissionais.

Nem sempre os melhores profissionais fazem as melhores equipas. É um facto que não é difícil constatar ao fim de alguns anos de trabalho. "Nem sempre os melhores jogadores são a melhor equipa", comentou José Mourinho, depois de, com o Inter de Milão, ter eliminado da Liga dos Campeões o melhor Barcelona de sempre.

 

Os resultados do trabalho de um grupo de profissionais dependem de como trabalham juntos, como se ligam, daquilo em que acreditam. A história diz-nos que um terço das guerras entre pequenos e muito grandes são perdidas pelos últimos.

 

No quotidiano competitivo dos dias de hoje, cheio de surpresas, os bons profissionais estão em muitas organizações. Mas nem todas as organizações têm a qualidade dos seus profissionais. O desafio, talvez mais crítico hoje do que no passado, é o da qualidade do trabalho conjunto. Como juntar as competências individuais em competência organizacional, e em produtos e serviços vencedores?

 

Três sugestões, vindas da investigação sobre equipas de alta performance: os profissionais devem comunicar constantemente; comunicar sobre oportunidades, obstáculos, sobre o que se está a passar, sobre o que cada um necessita e sobre aquilo em que se pode ajudar os outros; segunda sugestão: desenvolver práticas que acentuem o gostar de trabalhar juntos, sendo empático e procurando criar bom ambiente; terceira sugestão: cada profissional deve tirar partido dos pontos fortes dos colegas - se a Maria é excelente em finanças e gosta pouco de marketing, não a sobrecarreguemos com tarefas de marketing…

 

Apelar ao melhor dos outros, desenvolver relacionamentos positivos e comunicar constantemente ajuda bons profissionais a fazer melhores equipas.

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comentários mais recentes
Alentejano 03.03.2018

Por acaso existe um estudo que mostra que num grupo sem grande diferenciação assim que as pessoas se passaram a conhecer melhor passou a haver uma especialização das tarefas a desempenhar e a produtividade aumentou de tal forma que o que ao inicio demorava 10 horas a fazer passou a demorar 2 horas

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