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O plano B de Teixeira Pinto

Paulo Teixeira Pinto ficou vulnerável com o falhanço da OPA ao BPI? Ficou. E não apenas externamente (a demonstração de unidade no BPI foi demolidora). Internamente o cenário também não ficou fácil. Teixeira Pinto foi uma solução pessoal de Jardim Gonçalv

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Será altura para algum deles pôr as garras de fora? Não. Porque Teixeira Pinto continua a ter o apoio do "patriarca" do BCP, com quem desenhou o ataque ao BPI; e porque ao ARRISCAR, um verbo que o corporate Portugal abomina (com poucas excepções, como Belmiro de Azevedo), ajudou a perceber quem efectivamente manda no BPI. E o que vai acontecer, a prazo, ao banco.

Tudo somado, o CEO continua a ter capital para liderar o BCP? Tudo indica que sim. Mas precisa de ler os "sinais". Porque às duas derrotas que já teve, não pode somar uma terceira. Um desses sinais é reconhecer que o ataque ao BPI (ganhar massa crítica, para se defender) estava mal fundamentado: como se viu com o ABN, tamanho não protege ninguém (quando a estratégia é boa, capital não falta).

Ou seja, o melhor plano B de Teixeira Pinto tem de ser a capacidade de "entrega" (delivery) aos accionistas . Se a sua gestão lhes "entregar" mais do que a de qualquer outro grupo que se atire ao banco, o BCP estará protegido. Caso contrário?

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