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Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 25 de Setembro de 2018 às 20:56

Um mercado emergente a que não chega a crise  

Os mercados emergentes têm estado no centro de um tumulto financeiro. A subida das taxas de juro nos EUA e a guerra comercial promovida por Donald Trump têm mantido estes países sob forte pressão.

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Mas, apesar de serem todos agrupados numa denominação comum, mercados emergentes, há realidades muito distintas e os problemas de uns não são de outros. É o caso da Arábia Saudita, que não partilha os problemas de outros emergentes. Por isso, Fadi Arbid, CIO da Amwal Capital Partners, uma firma de investimento do Médio Oriente, citado pela CNBC, argumenta que "a Arábia Saudita tem sido um dos mercados com melhores desempenhos, mas as pessoas pararam de pôr dinheiro nos mercados emergentes e a Arábia Saudita tem sido contaminada" com os mesmos problemas dos emergentes. No entanto, o mesmo especialista destaca que, ainda que esteja no grupo dos mercados emergentes, a Arábia Saudita tem "dinâmicas completamente diferentes ou até dinâmicas opostas aos outros mercados emergentes". E, ao contrário de outros países que importam petróleo, a Arábia Saudita deverá continuar a beneficiar com a subida dos preços da matéria-prima. Ou seja, os emergentes não são todos os iguais.

 

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