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Um novo recorde na compra de ações próprias 

A remuneração acionista continua no topo da estratégia de muitas empresas.

Num momento marcado por uma nova vaga de instabilidade na economia global, as empresas continuam a preferir aplicar os seus excedentes de liquidez na compra de ações próprias, privilegiando esta forma de remuneração acionista.

 

Segundo a CNBC, os "share buybacks" atingiram um novo recorde, no ano passado. O total investido pelas cotadas na recompra de títulos atingiu, nos EUA, um máximo de 806,4 mil milhões de dólares, o que representa um disparo de 55% face ao ano anterior, segundo novos dados dos índices S&P 500 e Dow Jones, citados pelo site. Este novo recorde fica 36% acima do anterior máximo histórico fixado em 2007.

 

A Apple foi a empresa que mais investiu na compra de ações próprias, ao investir 74,2 mil milhões de dólares na recompra de títulos, mais do dobro dos 34,4 mil milhões aplicados um ano antes. A Oracle foi a segunda empresa que mais investiu em "buybacks", seguida pelo Wells Fargo, Microsoft e pela Merck. Mas nem todos os setores reforçaram estas compras. por exemplo, as tecnologias da informação investiram menos nestes programas. Será que é para manter a mesma estratégia, em 2019?

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