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André Veríssimo - Diretor averissimo@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2015 às 00:01

Novos reis de uma pobre bolsa

A bolsa portuguesa é a síntese em laboratório da alteração de poderes a que assistimos na economia portuguesa. Já lá vai o tempo em que os bancos nacionais pululavam as estruturas accionistas das grandes cotadas, albardando a gestão à sua vontade. Em que o Estado e alguns grupos empresariais punham e dispunham, mesmo com pouco capital. Chineses, angolanos e espanhóis são agora os senhores do capital. Será que ficámos a ganhar com a troca?

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Todos os accionistas têm uma agenda. A dos bancos era de poder e também comercial. A condição de accionista permitia-lhes financiar a dívida das grandes cotadas, ganhando comissões e juros. Serem os seus bancos de investimento a montar as operações no mercado de capitais. Mas também poderem influenciar o desfecho de negócios e a política de distribuição de lucros.

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