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Opinião por André Veríssimo
Informação sobre o colunista
André  Veríssimo
Diretor

André Veríssimo é diretor do Negócios desde Novembro de 2017, tendo iniciado funções na direção em 2013. Antes foi editor de Mercados Financeiros durante seis anos. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, foi jornalista de Internacional e Economia na revista Focus. Antes de se juntar à equipa do Negócios esteve três anos no Semanário Económico, onde foi editor. Recebeu por duas vezes o prémio de jornalismo económico do Santander Totta/ Universidade Nova de Lisboa na categoria de Mercados Financeiros. Nasceu em 1976 e vive em Lisboa.

Artigos de opinião deste autor

Nem a vacina da gripe

22.10.2020

Chegados ao momento da verdade, vemos que o Ministério da Saúde falhou clamorosamente.

Cuidado com o cheque em branco

19.10.2020

A covid-19 tornou-se um cheque em branco político para o cerceamento de liberdades e para um Estado senhor de um poder de má memória.

A guerra do 5G

18.10.2020

O presidente da Anacom entende que Portugal tem um setor das telecomunicações pouco concorrencial e vê no 5G a oportunidade para quebrar barreiras e baixar preços. É legítimo. Convém é fazê-lo de forma legítima.

A farsa eleitoral

14.10.2020

Este ano, o Governo decidiu dar um passo na descentralização, aprovando um decreto que prevê a eleição dos presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), com o objetivo de “conferir uma legitimação democrática” aos seus titulares.

O bom, o certo e o possível

12.10.2020

O Governo lembrou-se, e bem, das famílias, mas esqueceu-se das empresas. As taxas extraordinárias cobradas a vários setores vão reforçando o seu estatuto de permanentes, ao mesmo tempo carrega nas tributações autónomas e trava despedimentos a quem quiser aceder a créditos fiscais ao investimento. Até ao fim do ano, os vistos gold saem de Lisboa e Porto.

Excessos e exceções

07.10.2020

Numa crise com a dimensão da atual, o combate e o resgate cabe ao Estado. Mais ninguém dispõe dos recursos para o fazer. E assim será até a pandemia passar – porque vai passar – e a economia voltar a aguentar-se de pé. Coisa diferente é isso legitimar que o Estado cresça desmesuradamente, comprometendo no futuro aquilo que procura sustentar no presente: a recuperação e o crescimento da economia.

Uma dádiva de Trump

05.10.2020

Mais do que uma metáfora da sua incapacidade política, a infeção do Presidente dos EUA - de que se espera recupere rapidamente - é um símbolo da própria vulnerabilidade e decadência dos EUA. No lugar do poderoso e imbatível Capitão América está um tipo irresponsável que o mundo não respeita, ridiculariza e desdenha. E isso cola-se à imagem da própria nação.

Nem um Orçamento, quanto mais um plano a dez anos

29.09.2020

O Governo e os líderes dos partidos comportam-se como cowboys no “saloon” de um “western”, sempre com uma mão sobre o coldre, prontos a disparar ameaças de crise. A cena é recorrente – já poucos se deixarão emocionar –, mas não deixa de criar incerteza, tudo aquilo que o país dispensa.

E se Trump perder e não aceitar?

23.09.2020

Um dos fatores novos destas eleições norte-americanas reside no receio que tem sido suscitado em vários artigos, da The Economist ao Politico, sobre a possibilidade de Trump, caso perca, não aceitar a derrota. Uma preocupação suscitada pelo próprio, que já ameaçou não reconhecer o resultado, acusando o voto postal de facilitar a fraude.

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